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Cláudio Humberto

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Claúdio Humberto 14/07/2016
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Cláudio Humberto

“Como é que eu vou exigir que o policial saia para a rua?”

Secretário de Segurança do RJ, José Mariano Beltrame, sobre a falta de pagamentos à PM

 

Marinha enfim cassa honrarias de mensaleiros

Finalmente, quase quatro anos após a condenação pelo Supremo Tribunal Federal, os mensaleiros petistas José Dirceu, José Genoino e João Paulo Cunha, além do delator do esquema, Roberto Jefferson (PTB), e do dono do PR, Valdemar Costa Neto, tiveram cassadas a Ordem do Mérito Naval, uma das mais altas condecorações da Marinha do Brasil. O ato é do comandante, almirante Eduardo Bacellar Ferreira.

 

Exigência legal

Os decretos que criam as honrarias trazem também a obrigação de cassá-las de agraciados que forem condenados pela Justiça.

 

Ordem cumprida

Segundo o ministro Raul Jungmann (Defesa) a cassação da medalha “foi uma decisão do Ministério Público. Apenas cumprimos uma ordem”.

 

Transitado em julgado

Os mensaleiros são corruptos transitados em julgado no STF desde 28 de novembro de 2012. Suas penas somaram 282 anos de cadeia.

 

Puxou a fila

Em 2015, o general Villas Boas cassou a Medalha do Pacificador, maior condecoração do Exército brasileiro, de todos os mensaleiros.

 

Planalto agiu para esvaziar candidatura abestada

Apesar de ter anunciado que não iria interferir na eleição do presidente da Câmara, o governo Temer atuou nesta quarta (13) para esvaziar a candidatura de Marcelo Castro, candidato do PMDB e ex-ministro de Dilma. Ele é aquele ministro-abestado indicado pela ala do PMDB que apoiava o PT, mas que se licenciou do Ministério da Saúde duas vezes, em meio à crise do vírus Zika, para votar contra o impeachment.

 

Governo ligado

O presidente Michel Temer ficou incomodado: convocou dez deputados fortes do PMDB para desestabilizar a candidatura de Marcelo Castro.

 

Inimigo do governo

No encontro, Temer avisou aos deputados aliados que o PMDB não pode se comportar como inimigo de governo comandado pelo... PMDB.

 

Dilmistas nunca mais

“Não dava para apoiar a candidatura de aliado de Dilma”, confidenciou Paulinho da Força (SD-SP), que apoiou Rogério Rosso (PSD-DF).

 

Jogou a toalha

Em conversa com um senador do PT, Lula confidenciou que o governo Michel Temer conduz a economia melhor do que Dilma: “Nem o Lula acredita mesmo na reversão do impeachment”, confidenciou.

 

Jardim do impeachment

Aliados do governo Temer apelidaram o grupo de defensores de Dilma Gleisi Hoffman, Fátima Bezerra e Vanessa Grazziotin, Humberto Costa e Lindbergh Faria na comissão do impeachment de “jardim de infância”.

 

Demonstração de força

Assim que chegou à CCJ a informação do adiamento da eleição de presidente da Câmara, Cunha sacou o telefone e fez uma ligação. Minutos depois o horário foi mudado e a sessão da CCJ, encerrada.

 

Polo diminuiu

Números da Suframa revelam que o polo de Manaus faturou R$ 28,4 bilhões entre janeiro e maio deste ano. São 11,36% a menos em relação ao mesmo período de 2015, que registrou R$ 32 bilhões.

 

Cara do desânimo

Os aliados de Dilma Rousseff não escondem o desânimo. O deputado José Guimarães (PT-CE) conversava, com cara de poucos amigos, com aliados petistas antes da votação de presidente da Câmara.

 

Cunha, não

Deputados dilmistas explicaram a preferência por Rodrigo Maia contra Rogério Rosso, na disputa pelo comando da Câmara: “com Rosso, Eduardo Cunha continua dando as cartas,” acusa deputado do PSOL.

 

Contra a exploração

O Ministério Público do Rio de Janeiro deflagrou operação em conjunto com a Polícia Militar para coibir a prostituição infantil na Barra da Tijuca e no Recreio dos Bandeirantes. Foi criada a partir de denúncias sobre o aumento constante da exploração sexual de menores na orla do Rio.

 

Orgulho inadimplente

A organização da Parada do Orgulho Gay de SP está inadimplente com o governo federal desde 2008 quando recebeu R$300 mil para o evento. Ainda assim levou R$250 mil, em 2009, e R$300 mil, em 2010.

 

Pensando bem...

...se o PMDB defende mesmo o retorno de Dilma, a escolha de Marcelo Castro para presidente da Câmara cairia como uma luva.

PODER SEM PUDOR

Qual o problema?

Menezes Pimentel era interventor no Ceará, na era Getúlio Vargas, quando soube que um prefeito do interior para sua campanha com dinheiro público. Mandou chamar o homem:

- Disseram-me que o senhor, vejam só, estaria usando verba da prefeitura na campanha política! O que o sr. tem a dizer?

O prefeito coçou a orelha e ponderou:

- Mas, doutor Pimentel, é que eu já estava gastando até do meu...