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Cláudio Humberto

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Claúdio Humberto 19/07/2016
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Cláudio Humberto

“Trará bilhões e bilhões para o Brasil”

Presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), defende a legalização dos jogos de azar

 

PMDB recua e já flerta com PT visando eleições

Pressionado por diretórios estaduais e municipais, o PMDB nacional revogou a decisão que impedia alianças de candidatos do partido com o PT, nas eleições municipais de outubro. Candidatos a prefeito, vice e vereador poderão fazer alianças com o PT após o anúncio de reverter a decisão, que deve acontecer ainda esta semana. Peemedebistas romperam com petistas após a deflagração do impeachment de Dilma.

 

Aliança liberada

De acordo com Raul Henry, presidente do PMDB de Pernambuco, “os diretórios foram liberados a fazer aliança, inclusive com o PT”.

 

Prioridade

O PMDB, no entanto, avisa que a prioridade é fazer aliança com partidos aliados do governo Temer, como DEM, PSDB e PPS.

 

Muita calma

A cúpula peemedebista avaliou retirar a proibição de alianças pois nem mesmo o PT, considerado mais radical, barrou alianças com o PMDB.

 

Forte do partido

Em 2012, o PMDB foi o que mais elegeu prefeitos: 1.024 das 5.568 prefeituras em disputa (18,4% do total). A ideia é ampliar esse número.

 

Premiado ex-ministro que perseguia não-petistas

A Áustria concedeu agrément e Ricardo Neiva, embaixador do Brasil em Roma, assumirá as mesmas funções, em Viena. Isso abre caminho para um dos movimentos mais vergonhosos do Planalto, que provoca perplexidade no Itamaraty: o lamentável Antonio Patriota, ex-chanceler de Dilma, será embaixador do Brasil na capital italiana. Certamente um “prêmio” pelas perseguições de sua gestão a diplomatas não petistas.

 

Razão do ‘prestígio’

Como Dilma o desprezava, sobretudo em visitas internacionais, Antonio Patriota se voltou para Temer, bajulando-o. Nasceria aí seu “prestígio”.

 

Submissão impatriótica

Submisso, Patriota tampouco resistia às interferências do aspone petista Marco Aurélio “Top Top” Garcia na “política externa” brasileira.

 

Viramos um ‘anão’

Quando Antonio Patriota foi chanceler, o Brasil acabaria reduzido a um “anão diplomático”, como certa vez classificou o governo de Israel.

 

Negócio da China

O tal fundo partidário é ótimo negócio para partidos nanicos. O PMB, com apenas dois deputados, e o Novo, com zero, foram os que menos receberam no semestre: “só” R$527 mil. E o PCO levou R$573 mil.

 

Cofre cheio

Sem representantes na Câmara dos Deputados, o PSTU e o PPL têm motivo para comemorar: no primeiro semestre de 2016, o PSTU arrancou do Fundo Partidário R$1,2 milhão, e o PPL, R$1,03 milhão.

 

Bola da vez...

Com a queda de Eduardo Cunha do cargo, as atenções voltam-se para o presidente do Senado: Renan Calheiros (PMDB-AL) já responde a sete inquéritos no Supremo Tribunal Federal decorrentes da Lava Jato.

 

...além da Lava Jato

Calheiros tem ficha extensa de denúncias: tráfico de influência, pensão de filho paga por empreiteira, uso de documentos falsos para forjar renda, uso indevido da cota parlamentar, do avião da FAB etc etc.

 

Diálogo fortalecido

A eleição de Rodrigo Maia (DEM-RJ) para presidente da Câmara refletiu no Senado. “A eleição fortalece o diálogo entre a Câmara dos Deputados e o Senado Federal”, afirma o tucano Ricardo Ferraço (ES).

 

Insônia

A Lava Jato tira o sono do governador de Pernambuco, Paulo Câmara. Ele foi secretário de Fazenda de Eduardo Campos e pode ter assinado muitos dos documentos que enrolam seu padrinho político com a PF.

 

Diferenças

Enquanto Waldir Maranhão quase enterrou a CPI da Funai com uma só canetada, Rodrigo Maia prorrogou a comissão até 17 de agosto. A CPI se debruça agora sobre a quebra de sigilos de ONGs ligadas ao PT.

 

Vara única

Vinte anos após o massacre de Eldorado, o Tribunal de Justiça do Pará criou uma Vara Única na Comarca de Eldorado dos Carajás. A unidade tem competência plena relativa às áreas cível, empresarial e criminal.

 

Pensando bem...

...desgastada com graves escândalos e com a desconfiança geral, a classe política será a maior beneficiada pelas Olimpíadas do Rio.

PODER SEM PUDOR

Estava escrito

Ex-ministro do Turismo de FHC e deputado estadual, Rafael Greca era apenas uma criança quando venceu um concurso da melhor redação estudantil sobre os 300 anos de Curitiba, a serem celebrados décadas depois. A redação vitoriosa colocada em uma urna, na Praça 29 de Março (data de aniversário da cidade). Muitos anos depois, em ato solene, o próprio Greca abriu a velha urna, dela retirou o papel e leu a própria redação – uma declaração de amor a Curitiba. Ele era o prefeito da cidade.