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Cláudio Humberto

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Claúdio Humberto 24/07/2016
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Cláudio Humberto

“A probabilidade de atentado no Brasil é mínima”

Ministro Alexandre de Moraes (Justiça) garante a segurança dos Jogos Olímpicos do Rio

 

Gastos do governo: R$ 22,78 milhões com cartões

O governo Dilma ultrapassou a marca dos R$ 22,7 milhões em gastos com os cartões corporativos nos primeiros seis meses do ano, segundo o Portal Transparência. O gabinete da presidente Dilma torrou sozinho R$ 2,65 milhões, gastos protegidos por “sigilo”. Somando-se a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e secretarias do Palácio, a conta sobe para R$ 6,66 milhões. Quase tudo sigiloso por “razões de segurança”.

 

Ministério

Em razão da Polícia Federal, o Ministério da Justiça é o segundo maior utilizador de cartões corporativos, com R$ 5,55 milhões até este mês.

 

Tudo em segredo

O gabinete da Vice-Presidência, de Michel Temer, torrou R$ 306 mil até julho deste ano. Nenhuma das despesas é contabilizada.

 

Olimpíada enxuta

Quem tem Olimpíadas, não precisa de cartão: o Ministério do Esporte só gastou R$ 584 e não realiza novas despesas há três meses.

 

Milhões no MEC

Já o Ministério da Educação conseguiu gastar R$ 2,16 milhões com cartões corporativos; quase tudo gasto por universidades federais.

 

Casos Dilma e Cunha serão concluídos juntos

Estão previstas para o início de agosto importantes votações nos casos Dilma e Eduardo Cunha. No processo contra a presidente afastada, o Senado ainda votará em comissão a aceitação do relatório, a chamada “pronúncia”. No caso do deputado afastado, a ideia é levar o processo ao plenário da Câmara na semana da pronúncia do afastamento de Dilma, que seria o acolhimento oficial da denúncia do impeachment.

 

Impeachment enrolado

Ainda existem três votações no processo contra Dilma. Será votada a pronúncia na comissão e também no plenário, além do julgamento final.

 

Cassação enrolada

Contra Eduardo Cunha, haverá apenas mais uma votação na Câmara dos Deputados, se não houver recursos. Ele deve cair antes de Dilma.

 

É agosto

No Senado, a primeira votação contra a petista está prevista para 9 de agosto. Na Câmara, Eduardo Cunha seria cassado no dia seguinte, 10.

 

Dona do dinheiro

Para investigadores da Lava Jato, Mônica Moura era mais do que apenas a esposa do marqueteiro João Santana. Ela seria responsável pelo financeiro do esquema, enquanto o marido lidaria com o criativo.

 

Mobília nova

Questionado se gostaria de trocar o quadro com a foto da presidente afastada Dilma da parede de seu gabinete, o ministro Osmar Terra (Des. Social) confessa: “Olha... Eu gostaria. Espero trocar, sim”.

 

Favoritismo confirmado

Pesquisa sobre a prefeitura de Maceió levou euforia à turma do atual prefeito, Rui Palmeira (PSDB), que abriu vantagem de cinco pontos em relação a Ciço Almeida (PMDB), candidato de Renan Calheiros.

 

Briga interminável

Comentário de um jurista de Brasília sobre os bloqueios da Justiça ao WhattsApp: “É uma questão delicada que necessita de disciplina legal específica, definindo precisamente a responsabilidade do WhatsApp, para evitar o arbítrio judicial e impedir que ele se torne imune às leis”.

 

Limite de gastos

O deputado Rubens Bueno (PR), líder do PPS, defende a unificação dos aliados do governo para votar reformas, como a que limita o teto de gastos públicos. “A base ficará unida para sustentar o governo”, afirma.

 

Pai da criança

“Não recusamos o apoio do Renan (Calheiros), mas não abrimos mão da paternidade”, afirma o primeiro vice-líder do PMDB, Carlos Marun (PMDB-MS), sobre a indicação do ministro do Turismo, Marx Beltrão.

 

Segurança jurídica

A presidente do Tribunal de Justiça do Acre, Cezarine Angelin, resolveu o problema de segurança de magistrados: criou a Tropa para Reforço da Segurança do Poder Judiciário. No total, 35 homens e mulheres da reserva passam a proteger os membros da Justiça Estadual.

 

Equilíbrio das contas

Apesar da manutenção da taxa básica de juros, o deputado Daniel Coelho (PSDB-PE) acredita no equilíbrio das contas. “As reformas serão essenciais para consolidarmos o crescimento em 2017”, diz.

 

Pergunta no Congresso

Quantos deputados da base de apoio de Dilma venceriam nas eleições deste ano?

PODER SEM PUDOR

Trocando as bolas

Nos dias que antecederam a decretação do AI-5, em 13 de dezembro de 1968, o clima era agitado nos círculos militares. O deputado Márcio Moreira Alves ocupava o centro das atenções porque poderia ser julgado pelos militares por declarações contrárias ao regime. Dessa forma, o nome do parlamentar foi parar nas manchetes de um jornal. “Márcio Moreira Alves inaugura pista de pouso", dizia o periódico. Trocaram o Márcio. A notícia se referia ao ministro da Aeronáutica, Márcio de Souza Melo.