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Cláudio Humberto

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Claúdio Humberto 09/09/2016
Claúdio Humberto
ch@claudiohumberto.com.br
Cláudio Humberto

“Certeza de que teremos muito mais do que 400 parlamentares”

Pauderney Avelino (DEM-AM), líder do DEM na Câmara, sobre a cassação de Cunha

 

‘Sem-cargos’ do PT já pressionam por boquinhas

Após o impeachment, o governo federal se livra aos poucos de dez mil filiados ao PT que ocupavam cargos comissionados e outras boquinhas em Brasília. Como não vivem longe de cargos públicos, estão de olho em prefeituras de médio e grande portes que esperam conquistar nas urnas. No Recife, figurões do PT como o ex-ministro Luiz Dulci já “colam” no candidato do partido para garantir espaços aos “sem-cargo”.

 

A fonte secou

Além de perderem o governo federal, petistas ficaram desamparados com a ruptura do propinoduto que alimentava o Instituto Lula.

 

Estadista do fisiologismo

Em 2012, Lula negou apoio e até legenda para o então prefeito petista João Paulo disputar reeleição no Recife. Hoje negociam cargos futuros.

 

Dízimo como receita

Com a exigência de nomeados para cargos públicos pagarem 10% dos salários ao partido, o PT virou um empreendimento milionário.

 

Total nacional

Somam 107,8 mil os cargos comissionados no governo federal, que podem ser preenchidos sem concurso.

 

Enfim localizado, Cunha recusa a notificação

Tão logo Eduardo Cunha reapareceu em Brasília, nesta quinta (8), o secretário-adjunto da Câmara bateu à porta do seu apartamento funcional, levando-lhe um exemplar do Diário Oficial, com a notificação da sessão convocada para votar sua cassação. Tinha também cópias dos pareceres do conselho de ética e da Comissão de Constituição e Justiça recomendando a medida. Ele se recusou a receber o papelório.

 

Promessa é dívida

Levantamento junto a cada deputado federal mostra que cerca de 270 deles prometem condenar Cunha. São necessários no mínimo 257.

 

Todo cuidado é pouco

Até o mais confiante dos adversários de Eduardo Cunha admite que, apesar do cenário adverso, ele não pode ser subestimado.

 

Derrota esperada

Cunha já admite perder a votação, mas tentar esvaziar o plenário da Câmara a fim de que o mínimo de 257 votos não se confirme.

 

Amor com amor se paga

O presidente do Senado, Renan Calheiros, arquivou o pedido de impeachment do presidente do STF, Ricardo Lewandowski, um dos ministros que vai julgá-lo nos sete casos que o envolvem na Lava Jato.

 

Picaretagem ‘popular’

Quando manifestantes exigem “a continuação dos programas sociais”, referem-se ao dinheiroduto que Dilma criou para financiá-los: o “Minha Casa, Minha Vida Entidades”, programa quase secreto que despejava milhões em entidades controladas pelo MST, CUT e PT, claro.

 

Torcida pelo Brasil

Uma frase virou mantra, no Palácio do Planalto: os brasileiros torcem para que o governo Michel Temer tenha sucesso para o bem do Brasil, enquanto os petistas querem o seu fracasso para o bem do seu partido.

 

Desvinculação, já

Renan Calheiros tem a posição mais sensata sobre a polêmica do aumento dos ministros do Supremo Tribunal Federal: acabar com o “efeito cascata” imediatamente. Só assim o País, quebrado, não terá de gastar, até 2019 (três anos, apenas), R$50 bilhões a mais com salários.

 

Perdeu, playboy

O Ministério Público deixou os políticos enrolados na Lava Jato desesperados. Eles queriam o encerramento da Operação em julho, mas foram surpreendidos com a prorrogação até setembro... de 2017.

 

Alô, minas e energia

A Agência de Energia da China vai gerar 850 MW de energia solar flutuante na província de Anhui. É o maior projeto no mundo. Cobrindo só 8% das superfícies de água dos reservatórios com plantas solares flutuantes, o Brasil aumentaria em 51% a produção atual de energia.

 

Milicianos em ação

A valente senadora Ana Amélia (PP-RS) encarou os milicianos do MST que, para se vingar do impeachment, invadiram uma fazenda que já não é dela: “Não vão me amedrontar. Que movimento é esse?”.

 

Herança maldita

A Universidade de Brasília cai pelas tabelas: está em 601º no ranking das universidades. Caiu 100 posições em 1 ano. Pudera. Sucateada na era PT e com greves que já fazem parte do calendário anual de folgas, a UnB negligenciou a graduação para priorizar mestrado e doutorado.

 

Pensando bem...

...não é golpe e nem revolta, é só chororô.

PODER SEM PUDOR

Requerimento arriscado

O deputado João Pizzolatti (PP-SC), hoje enrolado na Lava Jato, em 1996 investigava o Ministério da Saúde quando um suspeito foi assassinado em Brasília dias depois de encontrá-lo. Preocupado, ele consultou o presidente do partido, Esperidião Amin, sobre o risco de entrar com um pedido de informações sobre a compra de remédios no Ministério da Saúde. Amin não perderia a piada:

- Acho que você deveria entrar com o requerimento assim mesmo. Se te matarem, pelo menos nós saberemos que estamos no caminho certo...