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Cláudio Humberto

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Claúdio Humberto 17/09/2016
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Cláudio Humberto

“Ou abraço o PMDB ou vou morrer”

Lula ao decidir cooptar o PMDB para evitar o impeachment, segundo Delcídio do Amaral

 

MP português liga compra da Oi a amigo de Lula

O Ministério Público de Portugal investiga o pagamento de propina ao ex-primeiro-ministro José Sócrates, do Partido Socialista, na venda da Portugal Telecom à espanhola Telefonica da sua participação na brasileira Vivo, e sua posterior entrada no capital da Oi. O MP concluiu que a compra da Oi “satisfez” interesses políticos de José Sócrates no Brasil. Amigo de Lula, o socialista é acusado de corrupção, fraude fiscal e lavagem de dinheiro (ou “branqueamento de capitais”, em Portugal).

 

Alinhamento político

Para o MP, o “alinhamento político” foi decisivo para facilitar a venda da posição da Portugal Telecom na Vivo à Telefónica e sua entrada na Oi

 

Porta da corrupção

A compra da Oi, diz o procurador português Rosário Teixeira, acabou "abrindo a porta ao recebimento de novas comissões indevidas".

 

Bastidores

O ex-primeiro-ministro, segundo o MP português, esteve nos bastidores dos negócios de compra e venda de empresas de telefonia no Brasil.

 

Vencedor

O Grupo Espírito Santo, ao qual Sócrates se ligou, foi “vencedor” dos negócios envolvendo a Portugal Telecom, diz o procurador.

 

Ação civil pública pode impedir Dilma de votar

Advogados ligados à defesa da ex-presidente Dilma estão preocupados que uma ação civil pública, de qualquer cidadão, provoque decisão da Justiça determinando o cumprimento da regra constitucional que vincula impeachment à suspensão de direitos políticos por 8 anos. O Senado “fatiou” o art. 52 da Constituição, suprimindo a punição, mas, se provocada, a Justiça pode confirmá-la e até proibir Dilma de votar.

 

STF fez o alerta

Ministros do STF alertaram para a possibilidade de a Justiça comum fazer valer a suspensão dos direitos políticos de Dilma.

 

Caso concreto

“Ao examinar caso concreto, qualquer juiz determinará o cumprimento da Constituição”, prevê um ministro do STF que presidiu o TSE.

 

Catatonia

Até agora, a antiga oposição parece não haver percebido que Dilma, mantendo seus direitos, poderá até votar em outubro.

 

Ainda em aberto

O ator e militante petista José de Abreu pediu passagem Paris-Brasília como condição para depor na CPI da Lei Rouanet, na Câmara. Em vez de debochar dos deputados, deveria se preparar para explicar por que não prestou contas de R$ 299 mil que obteve com os favores da lei.

 

Crime é organizado

Como já ficou demonstrado, não foi dita a frase “não temos provas, temos convicção”, atribuída ao procurador Deltan Dallagnol. É a guerra de comunicação do crime organizado contra a Lava Jato.

 

Ofensa gratuita

Além de insultar servidores concursados, Lula ofendeu, quinta (15), até a Polícia Federal. Disse que mandou “procurar grampos” em sua casa, após a PF cumprir mandado de “busca e apreensão”.

 

Velho truque

Sempre que se vê às voltas com acusações que não pode explicar, o ex-presidente Lula recorre ao truque de desqualificar os denunciantes, ligando-os a seus opositores, e apelar às lágrimas. Fez de novo.

 

PT ainda no governo

A Eletrobrás escolheu para diretor de Operações Carlos Baldi, ex-diretor da Neoenergia, empresa controlada por petistas na Previ, fundo de pensão do Banco do Brasil, por indicação de Ricardo Berzoini.

   

Comprometido

Novo líder do PSDB, Paulo Bauer (SC) afirma que o partido tem compromisso com o governo Michel Temer em nome do Brasil. “Temos que vencer as dificuldades”, disse em entrevista ao Diário do Poder.

 

Teto dos gastos

Darcísio Perondi (PMDB-RS) acertou com o governo o adiamento da proposta que limita os gastos públicos, para a primeira semana de outubro. A Fazenda acredita que a votação será depois das eleições.

 

Pena animal

A Comissão de Constituição e Justiça do Senado aprovou projeto de lei que aumenta penas para agressores de animais. O projeto é do deputado Ricardo Tripoli (PSDB-SP).

 

Pergunta no Sine

O Ministério do Trabalhou incluiu Dilma nos 1,5 milhão de empregos com carteira assinada que o governo dela suprimiu em 2015?

PODER SEM PUDOR

Assuntos Aleatórios

Em encontro com o então deputado Peniel Pacheco e o presidente do PDT-DF, Georges Michel, o saudoso ex-ministro do STF Maurício Corrêa tentou convencê-los a negociar um acordo político com o governo do Distrito Federal. Talvez o partido ganhasse uma “Secretaria Extraordinária de Assuntos Especiais”. Peniel estremeceu:

- Dr. Maurício, por favor, não divulgue isso... Se os jornais descobrem o nome dessa secretaria...