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Cláudio Humberto

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Claúdio Humberto 24/09/2016
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Cláudio Humberto

“Não significa que as investigações estejam erradas”

Senador Paulo Bauer (PSDB-SC) sobre a revogação da prisão de Guido Mantega

 

Operação Arquivo X pode ter vazado para Mantega

A estranha chegada do ex-ministro da Fazenda Guido Mantega às 4h30 da madrugada no Hospital Albert Einstein, onde sua mulher faria um procedimento não explicitado, provocou a desconfiança de setores da Lava Jato, em Curitiba, sobre eventual vazamento da 34ª fase da operação. A suspeita é a ida de Mantega ao hospital pode ter sido planejada, e o objetivo seria provocar uma “comoção” com a prisão.

 

Corujão no Einstein

Mantega parecia preparado para ser preso: usava casaco pesado, boné e até cavanhaque, truques de disfarce.

 

Versão oficial

Oficialmente, Mantega acompanhou sua mulher para internação no hospital, às 4h30, com objetivo de se preparar para o “procedimento”.

 

Nem no SUS

“Nem paciente do SUS precisa chegar aqui às 4h30 para qualquer coisa”, diz um desconfiado funcionário do Albert Einstein.

 

Inquérito possível

Se a PF concluir que há elementos suficientes para estabelecer a suspeita vazamento, um inquérito deve ser aberto para apurar.

 

Alvo também na Acrônimo, OAS some de Brasília

Com o ex-presidente Léo Pinheiro preso na Lava Jato e seus donos fingindo-se de mortos na Bahia, a empreiteira OAS escafedeu-se de Brasília. A “operação debandada”, na empresa, foi tão radical que ao chegar em sua sede, nesta sexta (23), no 9º andar do bloco A do centro empresarial Brasil 21, com mandado de busca e apreensão à mão, a Polícia Federal encontrou-a deserta. Não encontrou vivalma.

 

Mais uma

A OAS é investigada na Operação Acrônimo por suposta maracutaia envolvendo o governador de Minas, Fernando Pimentel (PT).

 

Incerto e não sabido

Os agentes da PF vasculharam os dois andares vazios da sede OAS. Não havia mobília, papéis, nada. Tampouco aviso de novo endereço.

 

Caixa esquecida

Na sede da OAS em Brasília só foi encontrada uma caixa de papelão esquecida na escada, na mudança nitidamente feita às pressas.

 

Fora PT

Os candidatos do PT a prefeito nas capitais andam muito mal das pernas: segundo o Datafolha, Roberto Sobrinho perdeu a liderança em Porto Velho (RO). O PT só tem alguma chance em Rio Branco (AC).

 

Censura no Brasil

A Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo mapeou os casos de censura no Brasil. Desde 2002, foram 2.155 ações na Justiça para impedir a divulgação de notícias. O Ministério Público é o maior autor de ações contra a imprensa do País, diz a Aberji, com 42 processos.

 

Crise dos Estados

O presidente Michel Temer pretende resolver a crise criada pela ex-presidente Dilma e socorrer os Estados, muitos ameaçando com calamidade pública. Mas corre o risco de gastar o que não tem.

 

Tocha implacável

A Justiça Eleitoral estima que em cerca de 320 cidades candidatos a prefeito e vereador devem ser barrados na eleição 2016 por terem usado a condução da tocha olímpica de forma eleitoral.

 

O dinheiro sumiu

A falta de recurso nas eleições municipais vem incomodando os deputados. “Não dá para ficar desse jeito. Não conseguimos fazer campanha”, reclamou o deputado Vanderlei Macris (PSDB-SP).

 

Sem rusgas

A PF não vai se manifestar sobre a nova fase da Operação Acrônimo, que prendeu o chefe da Casa Civil do governo Fernando Pimentel (PT-MG). O processo tramita no Superior Tribunal de Justiça.

 

Otimismo cresce

O índice que mede a intenção de investimentos empresariais deu novo salto e chegou a 43,4% em pesquisa da a Confederação Nacional da Indústria. O índice foi ao fundo do poço antes do impeachment: 39%.

 

Justus em Brasília

O empresário e apresentador de televisão Roberto Justus foi mesmo recebido pelo presidente Michel Temer no Palácio do Planalto. Na política, ele sonha em se transformar o “Donald Trump brasileiro”.

 

Pergunta na fila

O ex-ministro Guido Mantega levou sua mulher ao Hospital Albert Einstein às 4h30 da madrugada porque ela é atendida pelo SUS?

PODER SEM PUDOR

Bicho solto

Ao ser corrigida quando chamou o deputado João Leão (PL-BA) de “João Leitão”, a então deputada Denise Frossard (PPS-RJ) se explicou:

- Nunca tive intimidade com bichos...

Foi ela, como juíza, quem prendeu os bicheiros do Rio.