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Cláudio Humberto

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Claúdio Humberto 28/09/2016
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“Todos perdem”

Pauderney Avelino, líder do DEM na Câmara, sobre não aprovar um limite de gastos

 

Moraes teme desgaste da candidatura em 2018

Motiva o ministro Alexandre Moraes (Justiça) algo mais importante do que preservar seu cargo no governo Michel Temer: ele tem a certeza de que é o candidato favorito de Geraldo Alckmin ao governo de São Paulo, em 2018. Por isso, a preocupação de Moraes, revelada a aliados, é que sua declaração, insinuando ter conhecimento prévio de operações da Lava Jato, não prejudique o seu projeto político.

 

Pura ‘queimação’

Por trás da repercussão desproporcional da declaração do ministro estaria, dizem aliados, a intenção de “queimar” sua candidatura.

 

Menos, rapazes, menos

Para evitar o assunto Palocci, petistas espalham que a verborragia de Alexandre Moraes “ofuscou” a prisão do ex-ministro corrupto.

 

O maior ‘eleitor’

A eventual vitória do PSDB na disputa pela prefeitura paulistana torna Geraldo Alckmin no mais forte “eleitor” para a própria sucessão.

 

Candidatura é meio gol

Todo tucano sonha se candidatar ao governo paulista: seja quem for, como mostra João Dória Jr. este ano, terá grandes chances de vitória.

 

Receita cobra R$ 69,2 bi de grandes devedores

A Receita Federal já cobrou R$ 69,2 bilhões devidos por grandes empresas, este ano. O valor devido pelo grupo de 1.537 devedores é três vezes maior que aquele cobrado de micro e pequenas empresas que integram o regime do Simples Nacional. De acordo com a Receita, a “cobrança especial dos grandes devedores é prioridade” e punições contra grandes devedores são mais graves que para os pequenos.

 

Foco da receita

A atuação da Receita é orientada a recuperar créditos “relevantes”, com foco em grande contribuintes. Em 2015, autuou R$ 94,3 bilhões.

 

‘Serasa’ graúdo

Grandes empresas que devem à Receita são incluídas num cadastro de devedoras e perdem parcelamentos e descontos tributários.

 

Punições severas

Grandes empresas também estão sujeitas a perder bens e direitos, e ainda pode ter revogadas permissões e concessões públicas.

 

Lava Jato imparável

A lei proíbe a prisão de qualquer eleitor nos cinco dias anteriores e até as 48h seguintes à eleição. Mas é bom lembrar que não proíbe mandados de condução coercitiva e de busca e apreensão.

 

Surpresa

Todos apostavam em Brasília que a delação do ex-presidente da Transpetro Sergio Machado colocaria a cúpula do PMDB na mira da Lava Jato. Na mira, colocou, mas não na cadeia. Ainda.

 

Ainda falta um

Após a prisão de Antonio Palocci, já não se duvida em Brasília que Lula será mesmo preso. Há motivos até bem mais graves que as acusações a Palocci. As apostas são de que Lula não passará o fim de ano solto.

 

Risco de extinção

O PT reconhece a iminente prisão de Lula, que será fatal, porque, para sobreviver, o partido terá encontrar um substituto capaz de liderar o soerguimento. Mas todos estão na cadeia por corrupção.

 

Nada a ver com eleição

O inquérito contra Antonio Palocci foi aberto em junho de 2015. Dez meses depois, o ex-ministro petista estava recolhido ao xilindró. O PowerPoint do “comandante da corrupção” foi feito no último dia 14.

 

Tempo médio

A partir da denúncia, em média, o juiz federal Sérgio Moro demora entre 7 e 12 meses para condenar (ou absolver) políticos, empresários e agentes públicos investigados pela PF na Operação Lava Jato.

 

Ovo rasante

Dilma adora ovo, mas só caipira. Certa vez, em Londres, ela quis ovo já tarde da noite. Um diplomata foi correndo à cozinha do hotel e voltou com um prato de pálido ovo frito local, em vez de caipira, que havia na bagagem presidencial. Até hoje, o solícito diplomata não entendeu por que ela mandou o ovo, com prato e tudo, para o quinto dos infernos.

 

Ficha ainda não caiu

A ficha do impeachment parece não ter caído para ex-presidente cassada Dilma Rousseff. Para seu Twitter, ela continua no cargo: “Twitter de Dilma Rousseff, presidenta do Brasil”.

 

Pensando bem...

... Palocci tirou de Ivo Pitanguy, que teve até ilha, o título de médico mais rico do Brasil. A diferença é: uma das fortunas foi produto de muito trabalho.

PODER SEM PUDOR

Severino vencedor

Informado que os nomes “Severino” e “Juvenal” eram finalistas na votação para batizar o jumento que se tornaria mascote do “Rockgol”, programa da MTV, o então presidente da Câmara, Severino Cavalcanti, não perdeu a esportiva:

- Nem essa eleição eu perco.

Acertou: os internautas da MTV deram ao jegue o seu nome.