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Cláudio Humberto

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Claúdio Humberto 16/10/2016
Claúdio Humberto
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Cláudio Humberto

“Por segurança, não comentamos”

Alexandre Moraes (Justiça), que decidiu retirar a Polícia Federal da sua segurança pessoal

 

PT ‘rasga’ estatuto para poupar seus corruptos

O PT já não sabe o que fazer sobre seu estatuto: o artigo 231 diz que serão excluídos dos quadros do partidos aqueles condenados por “crime infamante ou por práticas administrativas ilícitas, com sentença transitada em julgado.” Após o mensalão, ninguém foi expulso do PT. Mas na Lava Jato a lista de potenciais expulsões cresceu a ponto de não ser possível ignorar: Dilma, os ex-ministros Gleisi Hoffmann e Paulo Bernardo e até o ex-presidente Lula podem ser expulsos do PT.

 

Tchau, Dilma

Dilma Rousseff, condenada por órgão colegiado (o Senado), teve o processo contra ela transitado em julgado. Pode ser expulsa do PT.

 

Menos dois

Os ex-ministros petistas da Fazenda Antonio Palocci e Guido Mantega, ambos presos pela Polícia Federal na Lava Jato, estão na “fila”.

 

Corruptos de casa

Os ex-tesoureiros do PT João Vaccari Neto, condenado e preso, e Delúbio Soares, condenado no mensalão, continuam filiados ao PT.

 

Regras pra quê?

O PT poupou os ex-presidentes condenados Dirceu e Genoino. Dirceu acabou pedindo para sair do PT. Genoino cumpriu pena e está filiado.

 

Censura a jornalistas triplica nas eleições 2016

O número de candidatos que recorrem à Justiça para pedir a retirada ou a censura prévia de reportagens jornalísticas triplicou na eleição deste ano, em comparação com 2012. Os dados são da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji). Foram 74 ações cerceando a liberdade de publicação nestas eleições. O volume supera o de 2012, quando em todo o período eleitoral houve 23 processos.

 

Amordaça

As ações pedem monitoramento de publicações e jornalistas; o recolhimento de jornais e até a suspensão de programas de rádio.

 

Processos

Em relação ao número de processos movimentos por partidos e candidatos, já são 466 registros neste ano, contra 419 feitos em 2012. 

 

Projeto Ctrl+X

É uma plataforma criada pela Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo para mapear pedidos de retirada de conteúdo da internet.

 

Pauta é econômica

Líder do PSDB no Senado, Paulo Bauer (SC) não quer nem ouvir falar no projeto de Renan Calheiros (PMDB-AL) que pretende punir abuso de poder. “Não é a hora. O momento é de discutir a pauta econômica”.

 

Pegou mal

Agindo como candidato em Maceió, na campanha do afilhado Cícero Almeida (PMDB), o governador Renan Filho minou sua popularidade. Ganhou 9 pontos de rejeição, segundo pesquisa do Instituto Paraná.

 

Nas mãos de Moro

Eduardo Cunha (PMDB-RJ) insiste que não pretende fazer delação premiada. Amigos dizem que ele anda nervoso após o juiz Sergio Moro intimá-lo, o que deu início à segunda ação penal contra o ex-deputado.

 

Segunda chance

O governo não penalizará os aliados que votaram contra a proposta que limita os gastos públicos. O Palácio do Planalto avisou que aceitará “a redenção” dos traidores no segundo turno da proposta.

 

A morte do Araguaia

O Ministério Público de Goiás recebeu abaixo-assinado solicitando o embargo de atividades de captação irregular das águas do rio Araguaia. Objetivo é debater a degradação ambiental da bacia do rio.

 

Torcida goiana em PoA

Os goianos da cidade de Piracanjuba estão focados na eleição para prefeito de... Porto Alegre. É que um munícipe famoso, Sebastião Melo (PMDB), disputa o 2º turno com Nelson Marchezan Jr (PSDB).

 

Retorno da confiança

O deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP) comemorou anúncio da 1ª queda no preço de combustíveis desde 2009. “Gestão séria, confiança do mercado no governo e força política do Michel”, comemora.

 

CPC esmiuçado

Zeno Veloso, professor de Direito Constitucional e Civil, lança o livro Separação, que aborda a extinção da união estável, divórcio, inventário e partilha consensuais, conforme o novo Código de Processo Civil.

 

Pensando bem...

...o tal projeto de lei da repatriação de recursos mais parece um jogo de cartas marcadas.

PODER SEM PUDOR

Leitura demorada

O general Eurico Gaspar Dutra levou para a Presidência da República o hábito de madrugar, adquirido nos quartéis. Às vezes chegava ao Palácio do Catete antes mesmo do amanhecer. E logo descobriu que a primeira coisa que faziam os funcionários, no local de trabalho, era trancar-se no banheiro com o jornal do dia e só sair de lá depois de lida a última página. Incomodado com a demora, Dutra reuniu os assessores e deu a ordem:

- De hoje em diante, quem quiser continuar trabalhando comigo tem que vir lido, barbeado e lavado!