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Cláudio Humberto

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Claúdio Humberto 18/06/2013
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Cláudio Humberto

“Política e futebol não combinam”
Ministro Aloizio Mercadante (Educação) sobre as vaias para a presidenta Dilma

Manifestações revelam força das redes sociais
A geração no poder, em governos locais ou no Palácio do Planalto, continua ignorando a força das redes sociais – Twitter, Facebook etc. É através delas que milhões de pessoas se comunicam intensamente, até para se divertir, mas também estabelecendo uma nova forma de militância política. Os partidos envelhecem e, sem perceber, são substituídos pelas redes sociais como força mobilizadora da sociedade.  

Nossa ‘primavera’
Os protestos no Brasil, grande parte deles protagonizados por rebeldes sem causa, nasceram como a “primavera árabe”: nas redes sociais.

Os oportunistas
Partidinhos como PSTU e PSOL, oportunistas como quaisquer outros, não estão por trás dos protestos; apenas tentam se aproveitar deles.

Tá feia a coisa
Há manifestantes meio bobocas, mas estão conectados às técnicas mais elementares chamar atenção e ganhar as manchetes.

Sem causa
Menina mascarada, que esteve na OAB entre os líderes dos protestos  em Brasília, exibia na camiseta a expressão “Abaixo a ditadura”. Qual?

Planalto vê a oposição por trás dos protestos
O Palácio do Planalto continua superestimando a força da oposição, que nunca foi tão inexpressiva no País. Agora a suspeita é que líderes dos protestos, que apresentam discursos tão vazios quanto radicais, estariam a serviço da cúpula do PSDB. O modelo desse relacionamento seria semelhante àquele usado pelo falecido ex-governador Orestes Quércia (PMDB) com o MR-8, em São Paulo.

Quem vai protestar?
O jogo entre Brasil x Itália, sábado, elevou o preço das passagens em Salvador em 400%. Ninguém foi preso, nem houve manifestações.

Popó em SP
Ex-boxeador, Acelino Popó (BA) acertou com Valdemar da Costa Neto sua filiação ao PR, pelo qual deverá disputar reeleição por São Paulo.

Ossos do ofício 
O deputado Pastor Marco Feliciano (PSC-SP) desabilitou seu celular divulgado nas redes sociais: “Só recebia xingamentos e pornografia”. 

O jogo do poder
Sábios os ingleses, que inventaram a palavra “fair play”. Com ela, Dilma teria concluído o discurso em grandeza com “agradeço aos que não gostam de mim, este é um direito democrático. Muito obrigada”.

Sem problemas
O vice-presidente Michel Temer, que chegou ontem a Jerusalém, deu sorte: os diplomatas de Israel estão em greve, mas trabalharam normalmente na recepção à sua visita.

Pesos e medidas
Barack Obama perdeu 8 pontos em pesquisas de popularidade, nos EUA, desde o escândalo do megagrampo Prism. Já no Brasil, Dilma caiu 9,7 pontos após inaugurar as sedes da Copa do Mundo de 2014.

Recorde superado
Na abertura da Copa das Confederações, o estádio Mané Garrincha bateu seu próprio recorde de público, este ano no Brasil, com 67 mil pessoas. Nada mal para um estádio apontado como “elefante branco”.

Tiro certeiro no bolso
A Polícia Civil do Rio vai manter parte das 500 carabinas CT 40 da Taurus, banidas há 15 dias nos EUA por falhas graves, como disparar rajadas sozinha ou disparar sem apertar o gatilho. Foram aprovadas pelo Exército (CAEx) e a PM, que vergonha, e custaram R$ 2 milhões.

Sinal vermelho
O alerta é da agênca Moody’s, no Wall Street Journal: o novo programa “Minha Casa Melhor” aumentará o risco bancário da Caixa, com parte do empréstimo subsidiado a longo prazo para famílias de baixa renda.

Carranca
Alvo de reparos pela gestão do aeroporto de Campinas, uma Egis se dá ao trabalho, agora, de ameaçar jornalista que noticie seus percalços. Curiosa maneira de resolver os problemas do aeroporto. 

A arte da paz
O ministro José Cardozo (Justiça) prometeu ao deputado Fábio Trad (PMDB-MS) analisar proposta de assentar índios em terras confiscadas do tráfico de drogas, e não o contrário, como o governo propôs.

Pensando bem...
...a vantagem do fuso horário para Dilma no Japão é que ela poderá saber primeiro se enfrentará protestos no Brasil. 

PODER SEM PUDOR
Resposta a cavalgadura

Deputado oito vezes, o general gaúcho Flores da Cunha era muito culto e, grande tribuno, dono de admirada rapidez de raciocínio. Certa vez, discursava na Câmara tentando ignorar os pedidos de aparte de um deputado do baixo clero, que gritava:
- V. Exa. foge ao debate! É incoerente! Dá uma no cravo, outra na ferradura!
Flores da Cunha se impacientou e demoliu o provocador:
- V. Exa. é o culpado! Por que se mexe tanto? Assim não posso ferrá-lo...
O plenário desabou em demorada gargalhada.
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        Com Ana Paula Leitão e Teresa Barros 
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