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Cláudio Humberto

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Claúdio Humberto 05/07/2013
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ch@claudiohumberto.com.br
Cláudio Humberto

“Eu o utilizei como tenho utilizado sempre”
Renan Calheiros (PMDB-AL), acusado de uso abusivo de aviões da FAB

Lei de Improbidade pune abuso com jato da FAB 
Procuradores do Ministério Público consultados pela coluna afirmam que os presidentes da Câmara, Henrique Alves -RN), e do Senado, Renan Calheiros (AL), ambos do PMDB, violaram a Lei de Improbidade Administrativa (nº 8.429, de junho de 1992), ao se utilizarem de aviões da FAB para viagens pessoais. Pedidos de desculpa e a reparação do dano “não desnatura o ato de improbidade já praticado”, diz um jurista. 

Passeios caros
Renan e Henrique estão sujeitos a ação civil pública que lhes pode custar muito mais caro que o ressarcimento das passagens aéreas.

Agenda pessoal
Henrique levou a namorada e familiares para a final da Copa das Confederações, no Rio, e Renan foi a um casamento em Porto Seguro.

Noves fora
O PR declarou-se favorável ao plebiscito, mas defende que os eleitos em 2014 revisem a Constituição e submetam o resultado a referendo. 

Sai de baixo
O desespero do governo de mostrar que Dilma “ouve a voz das ruas” se explica: pesquisas internas revelam que ela continua em queda livre.

Campos vê na queda de Dilma chance de ter apoio
Virtual candidato do PSB a presidente em 2014, o governador Eduardo Campos (PE) enxerga na queda de popularidade da presidenta Dilma a chance de recuperar apoio de siglas que hoje integram governo petista. Segundo interlocutores de Campos, partidos que haviam recuado nas conversas sobre aliança com PSB em 2014, voltaram a se reaproximar. O governador tem esperança de fechar com o PSD de Gilberto Kassab. 

Terceira via
O PSB acredita que Eduardo Campos pode se consolidar como terceira via nas eleições de 2014, levando votos da ex-senadora Marina Silva.  

Sonho meu
Dentre os cenários traçados, o PSB sonha com possibilidade de Dilma naufragar e Campos virar o candidato do ex-presidente Lula em 2014.  

Por que parou?
As pesquisas de intenção de voto para presidente têm sido cruéis com o pernambucano Eduardo Campos. Seu melhor desempenho é 3%.

Múmia paralítica
Aguinaldo Ribeiro (Cidades) poderia ter sido o “ministro da mobilidade urbana”, com obras do PAC da Copa. Mas seu pífio desempenho e a gestão com fama de caloteira renderam no Planalto o apelido de “Múmia paralítica”, antigo personagem do comediante Agildo Ribeiro.

Escondidinho
O Itamaraty ignorava agenda de Lula na embaixada em Berlim, terça (2), mas o ex-presidente estava na suíte presidencial do quarto andar, numa ala com doze quartos para hóspedes vips do embaixador. 

Só tem gogó
O líder do PR, Garotinho (RJ), perguntou a Ivan Valente (SP) se o PSOL, como é habitual, representará contra o presidente da Câmara, Henrique Alves, por quebra de decoro pelo uso de jatinho da FAB para levar a namorada à Copa. A resposta: “Você quer me deixar mal?”

Holofotes 
A deputada Benedita da Silva (PT-RJ), de discursos raros e inexpressivos na Câmara, gastou quase R$ 13 mil em junho para divulgar a atividade parlamentar. Mas quase ninguém notou. 

Caindo na Rede
O deputado Chico Leite (PT) continua sendo assediado a trocar de partido para se lançar candidato ao Senado pelo Distrito Federal. A proposta mais aliciante é a do Rede, da ex-senadora Marina Silva.

Claro golpe
A Claro atrai clientes pré-pago com oferta de 21 centavos por minuto, mas, como na TIM, a ligação é derrubada. E o cliente desavisado vai gastando 21 centavos a cada ligação refeita. Vice-campeã de queixas na Anatel, que silencia, a Claro pediu “mais tempo” para responder.

Aplausos
Dilma não foi ao Maracanã, temendo vaia, e perdeu a reinauguração do Bumbódromo, onde  o governador do Amazonas, Omar Aziz (PSD), e a primeira-dama Nejmi, muito populares no Estado, foram ovacionados.

Garganta profunda
O ex-espião da CIA Edward Snowden deu um chute no traseiro de Evo Molales no Twitter, enquanto o boliviano era acusado de escondê-lo: “Para ser justos com Europa, (1) ele ama a cocaína, (2) é um mestiço.”  

Pergunta na plataforma
Quando começa a CPI do Eike Batista e suas relações privilegiadas com o BNDES dos financiamentos camaradas?

PODER SEM PUDOR
Como reconhecer Amin

Chegando a Florianópolis para assumir a chefia da sucursal do jornal Gazeta Mercantil, o jornalista Valério Fabres telefonou ao solícito Esperidião Amin, então governador catarinense e um dos carecas mais famosos do Brasil. Marcaram um encontro. Fabres sugeriu:
- Precisamos combinar um meio de nos reconhecermos...
Antes que ele percebesse a bobagem que acabara de dizer, Amin avisou:
- Não se preocupe, eu não vou de peruca.
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        Com Ana Paula Leitão e Teresa Barros 
www.claudiohumberto.com.br