Busque em todas as seções:
EDIÇÕES ANTERIORES: anteriores

Cláudio Humberto

ACESSIBILIDADE: A A A A
Claúdio Humberto 06/07/2013
Claúdio Humberto
ch@claudiohumberto.com.br
Cláudio Humberto

“O corte será, principalmente, em gastos de custeio”
Ministro Guido Mantega (Fazenda), ao explicar o corte anunciado de R$ 15 bilhões 

Câmara: deputado ladrão faturou R$ 4 milhões
Desde sua condenação no Supremo Tribunal Federal em outubro de 2010, Natan Donadon (PMDB-RO), o deputado ladrão transitado em julgado, recebeu R$ 4,3 milhões da Câmara dos Deputados. Mesmo foragido com prisão decretada mês passado, Donadon cobrou do erário R$ 4 mil em contas de telefone, hospedagem, correio e carro. Apesar de condenado no STF, o deputado ainda recebe dinheiro público.

Ladrão de ouro
Para manter o deputado ladrão transitado em julgado na Câmara dos Deputados, o contribuinte gastou em média R$ 126,5 mil por mês.

Tarde e falha
Foram pagos ao deputado ladrão 34 meses de verba indenizatória e 40 meses de salários entre sua condenação e o pedido de sua prisão.

Custo invisível
Deputado ladrão transitado em julgado, Natan Donadon ocupa imóvel funcional em Brasília desde agosto de 2005. Custa R$ 3,8 mil/mês.

Patrocinadores
Em Brasília, há grande curiosidade sobre a identidade de quem está pagando os links patrocinados “Fora Renan” nas redes sociais.

FAB vira caixa-preta de mordomias oficiais
Berço de heróis da 2ª Guerra, sucateada e com baixos salários, a Força Aérea Brasileira resigna-se, constrangida, a cumprir missões com autoridades, sobre as quais parece não ter o menor controle. Sob o manto do “segredo militar”, negou dizer a esta coluna o preço da hora de voo nos aviões emprestados a vivaldinos republicanos, por tratar-se de “informação estratégica”. Situação igual aos cartões corporativos.

Missão vida boa
A Aeronáutica repete a cantilena de “missão legal” no transporte de “donos do poder”, ainda que sem motivo de segurança ou emergência. 

Força do hábito
Descumprir a lei também não constrange os militares: o ex-presidente Lula deu caronas irregulares à ex-”assessora” Rose no Air Force 51.

Vizinhança
O tempo fechou também na terra dos ancestrais de Dilma: jovens búlgaros montam praça em Sófia contra a corrupção e a criminalidade. 

Lorota baiana
Gilberto Gil disse que “faltou negro” na Copa das Confederações, referindo-se aos preços do ingressos. Um repórter esportivo, Leandro Lacerda, lembrou que também só dá branco nos shows do cantor baiano: na festa literária Flip, seus ingressos custavam 80 reais.

Entrou água
A perita portuguesa da ONU, Catarina de Albuquerque, está uma arara com o governo Dilma, que cancelou para “data oportuna” sua visita na terça (9), para verificar abastecimento de água e saneamento no país. 

Duas canoas
Como os narcoterroristas das Farc, Dilma condenou o “sequestro” aéreo do boliviano Evo Morales. Mas criticou os países europeus e poupou os EUA, que “caçam” seu ex-espião até em avião de cocalero.  

Doidos por avião
A miserável Comores, na África, que vive de baunilha, está às voltas com o “desmanche” de um avião presidencial, um Let 410 tcheco, comprado do Brasil, e não quitado. Não tem piloto e o motor sumiu. 

Prejuízo ao país
O deputado Antonio Imbassahy (PSDB-BA) cobra do ex-presidente da Petrobras Sérgio Gabrielli esclarecimentos sobre compra de refinaria em Pasadena, nos EUA: “A operação cheira a um grande escândalo”.  

Boi de piranha
Newton Cardoso (MG) e Marllos Sampaio (PI) são os mais revoltados, na Câmara, com a aliança do PMDB com o PT. Reclamam que o PMDB tem servido de boi de piranha do governo Dilma.

Tudo de novo
Após derrubar a ‘cura gay’, o deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ) teme aprovação na Comissão de Direitos Humanos, comandada pelo pastor Marco Feliciano (PSC-SP), de projeto que torna ‘heterofobia’ crime. 

Puxadinhos
Com o despejo dos funcionários da Infraero do aeroporto de Brasília, a estatal se vira para acomodá-los. A turma está sendo colocada até em um puxadinho na laje de cobertura de sua antiga sede.

A fila anda
Depois de enfermeiras italianas e políticos suecos, o povo das redes sociais agora pede a importação urgente de militares egípcios. 

PODER SEM PUDOR
Paciência tem limite

Na disputa do governo de São Paulo com Ademar de Barros, o do “rouba, mas faz”, Jânio Quadros exibia um rato morto nos palanques, comprando-o ao adversário. Ademar engolia calado: sua mulher, muito religiosa, pedia para ele não ceder à baixaria. Mas um dia Ademar perdeu a paciência. Ao ser anunciado num comício, saudou a todos polidamente, voltou-se para esposa, pediu-lhe licença, beijou um terço e, vermelho de raiva, explodiu:
- Esse Jânio é um filho da p(*)! Mais que isso, é um…
...e xingou o adversário com todos os palavrões que aprendeu na vida.
__
        Com Ana Paula Leitão e Teresa Barros 
www.claudiohumberto.com.br