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Cláudio Humberto

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Claúdio Humberto 11/07/2013
Claúdio Humberto
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Cláudio Humberto

“O Brasil não foi o único [a ser espionado pelos EUA]”
Ministro Celso Amorim (Defesa), incompetente em proteger o País da espionagem

PT rejeitou moralização do uso de avião da FAB
O senador José Pimentel (PT-CE) foi o relator que sepultou o projeto 138, que endurecia as regras para uso de aviões da FAB. A proposta do senador Pedro Simon (PMDB-RS), que pretendia organizar e limitar o uso de aeronaves, chegou a ser aprovada nas comissões de Defesa do Consumidor e Relações Exteriores, mas foi barrada pelo PT na Comissão de Constituição e Justiça, último passo antes do plenário.

Limite frouxo
O projeto limitaria o uso da FAB aos chefes dos Três Poderes, o vice, o presidente da Câmara e ministros de Estado. Todos os 39.

Registro
O uso dos aviões seria precedido de registro na FAB que discrimine a finalidade, os usuários, a carga, o percurso e a tripulação da viagem.

Autorização
Também seria pré-requisito para usar um avião da FAB registro de quem autorizou a viagem e a permanência em cada localidade.

Pergunta na janela
Quem foi o “jênio” que inventou uma greve nos serviços públicos que a população “massacrou” em protestos nas ruas?

Desconfiança prejudica concessão de rodovias 
O governo federal enfrenta dificuldades para viabilizar seu programa de concessões de rodovias, em um país de economia estagnada que neutraliza obstinadamente o interesse de investidores. Quem investiu no setor no Rio Grande do Sul se deu mal: o governador Tarso Genro (PT) rompeu contratos e criou uma nova estatal para cobrar pedágios e distribuir cargos à companheirada. E as rodovias foram abandonadas.

Ninguém merece
Apos o desmonte das rodovias, o gaúcho Tarso Genro assumiu o posto de principal líder da “vanguarda do atraso” na gestão pública nacional.

Quem se habilita?
Breve, nas bancas, um livrinho muito útil: Dicionário Sintético de Doenças Brasileiras para Médicos Estrangeiros. 

Mão na roda
Além de cartazes apoiando Dilma na greve de hoje, sindicatos pelegos e assemelhados vão colher assinaturas para manifesto pró-plebiscito. 

Obediência
O Planalto desafiou o presidente da Câmara, Henrique Alves (RN), a impedir que seu partido votasse a proposta de Orçamento Impositivo. Foi inútil: Alves é obediente ao líder do PMDB, Eduardo Cunha (RJ),. 

Incansável
O deputado ex-BBB Jean Wyllys (PSOL-RJ) deu um duro danado no recesso de janeiro: gastou quase R$ 5 mil em passagens aéreas, R$ 4 mil alugando carro e R$ 717 em gasolina, num total de R$ 20,5 mil. 

Inimigos íntimos
Foi até engraçado observar o ministro Antonio Patriota (Relações Exteriores), constrangido, ao lado do antecessor Celso Amorim, ontem, no Congresso. Têm em comum o esporte de falar mal um do outro.

Demorou demais
O presidente do PPS, Roberto Freire (SP), pressionou até o último momento o ex-governador José Serra (PSDB) a se decidir sobre se filiar ao MD, que acabou desfeito após o PMN perder a paciência. 

Receita secreta
Além de dizer em público que não precisa do salário por ser “herdeira”, a presidente do Sindireceita (sindicato dos servidores), Silvia Alencar, não admite divulgar aos filiados quanto ganha por “medo de sequestro”. 

Candidato forte
O senador Vicentinho Alves assumiu a presidência regional do PR no Tocantins. Pesquisas recentes o colocam na dianteira nas preferências para governador. Ele nem sequer admitiu publicamente a candidatura.

Sem retaliação
Inocentado pelo Ministério Público, que o investigou no Escândalo dos Vampiros, o senador Humberto Costa (PT-PE) garante que a PEC 75, de sua autoria, não é retaliação ao órgão, com quem tenta acordo.  

Voz rouca
Lula, que se gabava de poder emprestar dinheiro ao Fundo Monetário Internacional terá que engolir a advertência do FMI de que o Brasil terá que conter a inflação a todo custo, para não precisar de novo... do FMI.

Pensando bem
...Lula, que esteve em Brasília para reunião secreta com Dilma, virou uma espécie de “Espírito Santo”: está em toda parte, mas ninguém vê.

 

PODER SEM PUDOR
Alma encomendada

Numa igreja da Asa Sul em Brasília, o nome do ex-presidente José Sarney de vez em quando aparecia entre aqueles na intenção de cujas almas a missa é celebrada. Alguns fiéis chegavam a pensar que o ex-presidente havia morrido. 
Nada disso.
Era apenas do gesto de um jornalista, velho amigo de mais de 40 anos, cuja amizade Sarney perdera e que, ao invés de falar mal dele, cuidava de pavimentar seu caminho para a eternidade. O ex-amigo de Sarney morreu sem jamais haver solicitado ao padre que rezasse por sua própria alma.
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        Com Ana Paula Leitão e Teresa Barros 
www.claudiohumberto.com.br