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Cláudio Humberto

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Claúdio Humberto 19/07/2013
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ch@claudiohumberto.com.br
Cláudio Humberto

“Há consenso na questão do número exagerado de ministérios”
Presidente da Câmara, Henrique Alves, defendendo corte de 39 para 25 ministérios

Dilma faz apelo por ‘Ato Médico’ a políticos aliados 
Preocupada com os protestos de profissionais da saúde no país, justo no pior momento de seu governo, a presidenta Dilma Rousseff fez um apelo ontem (18) a lideranças de partidos aliados para comprarem a briga a favor dos vetos a artigos do Ato Médico. Durante almoço em Fortaleza, a presidente defendeu que é um “absurdo” impedir que outras categorias da saúde “sequer possam aplicar uma injeção”. 

Boicote coletivo
Em guerra com o governo, a bancada do PMDB não deu as caras nos atos de Dilma em Fortaleza. Nem o senador Eunicio Oliveira apareceu.

Até tu, Bruno
O petista Artur Bruno, que votou contra Dilma no projeto que destina royalties à educação, também faltou ao evento: “Estou doente”, garante

Ato falho
Durante o discurso, Dilma esqueceu o nome do prefeito Roberto Claudio (PSB), a quem já maltratou em reunião em Brasília.

Rasgação de seda
O governador Cid Gomes não poupou elogios à Dilma, a quem diz ter  “eterna gratidão”: “Nunca um presidente fez tanto pelo Ceará”, declarou

Governo teme ‘efeito político’ da visita do Papa
O governo Dilma disfarça, mas não está preocupado só com a segurança do papa Francisco no Rio: a coluna apurou que é grande o temor com a “agenda independente” do chefe da Igreja e do Vaticano, um estado soberano, que não admite mudar as regras para evitar protestos populares na primeira visita do Papa ao exterior. O governo teme o ‘efeito Woytila’, quando João Paulo II visitou a Polônia e apoiou o sindicato Solidariedade, desencadeando o fim do comunismo. 

Vaya com Dios
A decisão do Vaticano de manter no palácio da Guanabara encontro de Dilma com o Papa e o governador Sérgio Cabral emparedou o governo.

Imprevisível
Os pronunciamentos de Francisco, conhecido pela simplicidade e pelos improvisos no estilo “bateu, levou”, também preocupam governo Dilma. 

Questão interna
O Vaticano quer evitar que a visita papal sinalize apoio à insatisfação popular com o governo Dilma, mas admite ser isso “assunto do Brasil”. 

Jantarzinho salgado
A Câmara desembolsou R$28,4 mil para bancar jantar a 80 deputados do PMDB na terça (16), R$355 por cabeça, diz o Contas Abertas. Até Michel Temer foi à casa de Henrique Alves para saborear camarões e queijo brie ao molho de caramelo, servidos com champanhe.

Força-tarefa
Empenhado em “distensionar” o clima no PMDB, o presidente Henrique Alves fez novo jantar ontem com deputados, o vice Michel Temer e os ministros Antônio Andrade (Agricultura) e Moreira Franco (Aviação). O grupo planeja elaborar um pacote de propostas ao governo Dilma.   

Quem procura, acha
A Procuradoria-Geral do Rio Grande do Sul, que tenta há seis anos intimar por suposta fraude o secretário de representação do governo gaúcho em Brasília, Hideraldo Caron, o acharia no ministério dos Transportes, segunda (15), às 14h, quando encontrou o ministro.

2014 vem aí
Apesar de enfrentar 60 processos no TCU, o ex-diretor do Dnit Luis Antônio Pagot (PTB) quer disputar as eleições em 2014 para Câmara dos Deputados ou ao governo de MT, com apoio de Blairo Maggi (PR). 

Malmequer
O deputado Genecias Noronha (CE) não esconde o motivo da ausência do PMDB no evento de Dilma: “Cansamos de ir atrás de quem não nos quer. O governo só faltou chutar a gente quando batíamos na porta”. 

Bolívia culpa polícia...
O governo cocaleiro de Evo Morales achou um culpado pela inspeção indevida a aviões da FAB nas três visitas do ministro Amorim (Defesa): policiais antidrogas “desconheciam” a origem das aeronaves, disse o chanceler boliviano David Choquehuanca à imprensa local: “Foi torpe.”  

...e os EUA
Já o vice-ministro dos Movimentos Sociais (sic), Alfredo Rada, correu aos jornais culpando os EUA pelo vexame de Amorim. Sobrou até para o embaixador do Brasil, Marcel Biato, por “atrapalhar relação bilateral”. 

Nunca antes
Partidos da base aliada ironizam que o petista Aloizio Mercadante entrará para o livro de recordes Guinness como o primeiro ministro da Educação que trabalhou para diminuir os recursos da própria pasta. 

Pensando bem...
... feliz é o Papa, que só tem um ministério: o de Deus. 

PODER SEM PUDOR
Falando de barriga cheia

Certa vez, em debate sobre e reforma da Previdência, o empresário Jorge Gerdau Johannpeter, um dos mais ricos do País, defendeu um teto salarial “o mais baixo possível”, para “reparar as injustiças e o déficit previdenciário”. O deputado Carlos Mota (PL-MG) não se agüentou e pediu a palavra:
- Então que o teto seja estipulado em R$ 0,1 (um centavo), e resolveremos de vez todos os problemas sociais do Brasil!
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            Com Ana Paula Leitão e Teresa Barros 
www.claudiohumberto.com.br