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Cláudio Humberto

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Claúdio Humberto 23/07/2013
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Cláudio Humberto

“Cristo bota fé nos jovens”
Papa Francisco, em discurso no Rio de Janeiro

Por 2014, Campos se aproxima da Força Sindical
Em plena articulação para disputar Presidência da República em 2014, o governador Eduardo Campos (PSB-PE) já assegurou participação na abertura do 7º Congresso Nacional da Força Sindical, na quarta (24), em Praia Grande, São Paulo. O encontro conta com 4 mil dirigentes inscritos, de 2,3 mil sindicatos, além de delegações estrangeiras de cem países. A presidente Dilma, até agora, não confirmou presença. 

Vaias preparadas
Presidente da Força, o deputado Paulo Pereira (PDT-SP) duvida que  Dilma participe do evento: “Nosso esporte predileto hoje é bater nela”. 

Bon vivant
Em viagem pessoal, Aécio Neves (MG) – virtual candidato do PSDB em 2014 – deve faltar ao evento. Já Marina Silva sinalizou que participará.  

Babel
A FAB divulgou o áudio da saudação do controlador de voo brasileiro ao se aproximar o avião com Francisco. Pela pronúncia, parecia chinês

Via Crúcis
Piada ontem com a chegada do Papa ao palácio Guanabara, sede do governo do Rio: “Cabral, quando será a crucificação?”, perguntou Dilma

‘Marajás’ da Infraero reajustaram salários em 26% 
Funcionários da Infraero reclamam que receberam reajuste salarial de 6%, em julho, enquanto os diretores aumentaram em 26% a própria remuneração bruta. O presidente da empresa, Gustavo Vale, passou a receber R$ 35.062,63, e os demais diretores, mais de R$ 30 mil. Quatro deles, empregados orgânicos, entraram com ação na Justiça do Trabalho para incorporar a remuneração das funções aos salários.

Grana vitalícia
Os diretores querem manter o alto salário, mesmo se perderem o cargo para indicados do ministro Moreira Franco (Aviação Civil), do PMDB.

Efeito dominó
A ação preocupa o governo, que teme que uma eventual decisão judicial motive gestores a reivindicarem o mesmo privilégio. 

Em vão
A assessoria de imprensa da Infraero não explicou o motivo do reajuste salarial e não respondeu aos questionamentos desta Coluna. 

Inimigos íntimos
Não passou despercebida a frieza do cumprimento de Dilma a Joaquim Barbosa (STF), e vice-versa, na apresentação ao Papa. Mal tocaram as mãos. Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral) e Adriana Ancelmo, mulher do governador Sérgio Cabral (RJ), se jogaram nos braços de Dilma.

Café amargo
Os cafezinhos do Superior Tribunal Federal custaram – de janeiro a junho deste ano – R$ 70, 5 mil aos cofres públicos. Na hora da compra, é exigido que seja café de primeira qualidade, 100% arábica.

Por Deus
Boas-vindas ao Papa do “sociólogo” Emir Sader (PT) ontem no Twitter: “Chega aqui e se depara com um país democrático. Nada a ver com o Vaticano, que ele dirige.” Não sugeriu plebiscito quando o Papa morrer.

Oremos
Dilma, que aposentou o vermelho há quase um mês, vestiu roxo na recepção ao papa Francisco na base aérea do Galeão. É a cor da penitência e da contrição na Quaresma, segundo a liturgia da Igreja. 

Franciscano
De quantas malas, contêineres, vans e parafernália de comunicação precisou o Papa no Brasil? Ao contrário da visita de Dilma à Itália,
Francisco embarcou com a valise de mão com seus papéis de trabalho. 

Voz de Deus
Num apelo inovador, a ONG Grupo Otimismo estendeu faixa de 12 metros no caminho do Papa, na avenida Atlântica (RJ), pedindo que ele alerte o mundo da necessidade do teste de prevenção das hepatites. 

Tango argentino...
O papa Francisco viveu um dia de carioca na chegada ao Rio: além do avião ter sobrevoado a cidade esperando o pouso do AeroDilma, ele enfrentou engarrafamento no centro da cidade, em pleno rush. 

...e desafinado
A desorganização impera no atendimento aos turistas que invadiram o Rio para Jornada Mundial da Juventude. No metrô de Copacabana não havia representantes da JMJ e grupos estrangeiros se “viravam” com nativos para entender as placas de rua e pedir informações. Vexame. 

Pensando bem...
...o Papa será o ouvidor-geral da república até sexta (26). 

PODER SEM PUDOR
Sr. Lei, muito prazer

Durante o governo Fernando Henrique, no final de 1999, o ministro Pedro Malan (Fazenda) fingia interesse na reforma tributária, discutindo-a com parlamentares. Sempre muito cordial, ele perguntou ao deputado Antônio Kandir (PSDB), ex-ministro de Planejamento do mesmo governo:
- O senhor prefere que eu o chame de deputado ou de ministro?
Antônio Palocci (PT-SP) meteu o bedelho, provocando gargalhadas:
- Ministro, em São Paulo ninguém chama o Kandir de ministro, nem de deputado. Todo mundo chama ele de “lei”. Lei Kandir.
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            Com Ana Paula Leitão e Teresa Barros 
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