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Cláudio Humberto

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Claúdio Humberto 30/07/2013
Claúdio Humberto
ch@claudiohumberto.com.br
Cláudio Humberto

“Acho que ainda há bolsões de intolerância muito fortes” 
Ministro Joaquim Barbosa (STF), ao dizer que o Brasil não está preparado para um presidente negro

Governo PT  empaca carreira de médicos há 9 anos 
Apontado nas pesquisas como o principal problema do Brasil, a saúde está longe de ser prioridade no governo PT. A presidente Dilma e seu antecessor Lula — que recebem tratamento vip no hospital Sírio-Libanês, em São Paulo –, travam há nove anos projeto que cria plano de carreira no Sistema Único de Saúde. A proposta foi elaborada por comissão especial criada, ainda em 2004, pelo Ministério da Saúde.

Ignorada
Em 1990, a Lei nº 8.142 já determinava a elaboração do plano de carreira no SUS para garantir profissionais e verba aos municípios. 

Rebelião à vista
Membro de comissão especial da MP ‘Mais Médicos’, Osmar Terra (PMDB-RS) acredita que será “inevitável” aprovação do plano carreira. 

Dilma recuou
O governo Dilma já admite voltar atrás na proposta que aumenta em dois anos o curso de Medicina, após enxurrada de críticas no país. 

Abrindo o cofre
O governo prometeu proposta, até o dia 5 de agosto, para compra da Fazenda Buriti, símbolo da briga entre índios e produtores em MS.  

Brasileira terá R$24 mi por acidente em Londres
A paranaense de Londrina Bárbara Oliva vai receber £7milhões de indenização – cerca de R$24 milhões – após cair da moto, atropelada por um carro em Londres, no Reino Unido, em 2008. O capacete não impediu severas lesões no cérebro, que dificultam a fala e os movimentos, diz a imprensa londrina. A mãe, sem falar inglês, impediu que desligassem os aparelhos no hospital, após meses em coma.

Anjo da guarda
Vendo o desespero da mãe sem ajuda da embaixada do Brasil, uma advogada inglesa bancou a UTI aérea para Edna e Bárbara voltarem. 

Vida real
Foi o primeiro caso na mais alta corte britânica de indenização para o resto da vida que inclui a inflação brasileira, disse advogada da família.

Lição divina
Sem horário eleitoral gratuito, marqueteiro, distribuição de “santinhos” e  faixas, o papa Franciso fez em Copacabana maior “comício” do Brasil. 

Abriu a guarda
O ministro Edison Lobão (Minas e Energia), 76 anos, desistiu de sair candidato ao governo Maranhão. Ele vai apoiar Luis Fernando Silva (PMDB), secretário de Infraestrutura e candidato de Roseana Sarney. 

Balança, mas não cai
A União desapropriou terreno ao lado da Controladoria-Geral da União, em Brasília, após três anos chacoalhando com a construção de prédio, que exigiu reforço de pilares. A CGU jura que não será um anexo. 

Tempos de crise
Para Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA), o recuo da presidente Dilma sobre aumentar o curso de Medicina só passará impressão ao povo de “voo cego do governo, que administra o país na base da tentativa e do erro”. 

Questão de números
A Infraero identificou a baixa produtividade e desmotivação de seus empregados como falta de comunicação interna. Para sanar problema, indicou o economista Renato Albuquerque, dos quadros da estatal, para assumir em setembro a Gerência de Comunicação em Brasília. 

Alô, governo!
O deputado Romário (PSB-RJ) reclama que o governo executou apenas 12% da verba destinada aos direitos de pessoas com deficiência: “Peço explicações aos responsáveis e sequer respondem”. 

O teste na Justiça...
Quase dois anos após serem convidados a “prova de conceitos” ou “teste de armas” para possível compra em 2010, fabricantes tentam acessar o parecer do ministério da Justiça, que deveria ser público. 

...que sumiu 
Filmado e fotografado em grupo, o teste com fornecedores em Brasília primeiro não constava dos registros do ministério, conforme documento em poder da Coluna, depois foi considerado “sigiloso”, sem explicação. 

‘Filma eu’
Corpulento, com quase 1,90m de altura e candidato de Sérgio Cabral ao governo, vice-governador “Pezão” (PMDB-RJ) passou despercebido aos acenos do Papa, no tapete vermelho da base aérea do Galeão.

Pensando bem...
...se “Lula não saiu”, como Dilma diz, a ex-assessora Rose Noronha também nunca se foi.


 

PODER SEM PUDOR

Mortes matadas
Em 1995, Zenaldo Coutinho, à época presidente da Assembléia Legislativa do Pará, tomou um susto quando lia requerimentos dos colegas. Deparou-se com uma solicitação de Matildo Dias: “Requeiro ao governador reforço da Segurança Pública no Município de Rondon do Pará. Só no último fim de semana houve cinco homicídios, sendo três com vítimas fatais”.