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Cláudio Humberto

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Claúdio Humberto 04/08/2013
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Cláudio Humberto

“Debate está em construção” 
Ministro Aloizio Mercadante (Educação), sobre o Programa Mais Médicos

Muy amiga, Cristina também usou rádios do Brasil
Nem a visita do papa Francisco ao Brasil ficou livre dos abusos das autoridades internacionais, que se esbaldam utilizando estações de rádio brasileiras. Em meio a denúncias de espionagem americana no Brasil, a presidente da Argentina, Cristina Kirchner, contou com oito estações móveis para circular pela capital carioca durante a visita ao pontífice, entre 25 e 30 de julho, como revela a Anatel. 

Vigilância
Além da vizinha Argentina, 28 países já usaram as estações de rádio brasileiras durante visitas oficiais ao país desde 2000. 

É moda 
O governo de Cuba explorou 62 estações de rádio em Brasília entre 2002 e 2003. Já presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, operou 24.

Ironia
Basta uma visita para a embaixada americana pedir mais acessos a rádios. A mais recente foi ano passado, com a vinda de Lisa Jackson.

Depois não reclama
A autorização para utilizar as frequências é dada pela própria Anatel e  possibilita a transmissão de todo tipo de dados dentro do país.

AGU se prepara para recuperar verba do mensalão
O Advogado-geral da União, Luís Inácio Adams, nomeou a advogada Carolina Yumi de Souza para chefiar o Núcleo de Atuação Proativa em São Paulo. Ex-chefe de gabinete na gestão do ministro Cezar Peluso (STF), Carolina coordenará a recuperação do dinheiro público desviado por mensaleiros paulistas como José Dirceu (PT), José Genoino (PT) e Valdemar da Costa Neto (PR), assim que a condenação for confirmada. 

Know how
Com experiência ao lado de Peluso, durante julgamento do mensalão, Carolina será responsável pelo combate à corrupção e à improbidade. 
 
Não dá ideia
Sem apagão apesar da greve na Infraero e na Eletrobras, conclui-se que as estatais podem funcionar com metade dos “cabides” que abriga.

Divina transparência
Alvo de vários escândalos financeiros, o Banco do Vaticano terá seu “portal da transparência” até o final do ano. Palavra do papa Francisco.

Saúde na UTI
Para o ex-ministro da Saúde Saraiva Felipe (PMDB-MG), o recuou do governo sobre aumentar curso de Medicina “é questão de bom senso”: “Com o financiamento atual, não há gestão ou recursos humanos que salvem a saúde no Brasil. Investimos R$ 50 por habitante, por mês”. 

Imagem
A polícia de Parma (Itália) fechou por um mês a boate “Sabor do Brasil”, por consumo excessivo de álcool, frequência “perigosa” e brigas a facadas. A “festa do biquíni na piscina”, quarta, foi cancelada.

Deixa pra época
Quando o assunto é a possível candidatura de Eduardo Campos (PSB-PE) à Presidência em 2014, o governador Renato Casagrande (PSB-ES) mantém resposta padrão: “Só trato de eleições no ano que vem”.

Panos quentes
Na tentativa de acalmar os ânimos, o Planalto pediu à Embrapa para não fazer alarde sobre levantamento, realizado por satélite, que revela demarcações indígenas feitas pela Funai sem qualquer fundamento. 

Quem sabe
O deputado Valtenir Pereira (PSB) corre por fora para se colocar como uma opção de palanque, além do senador Pedro Taques (PDT), para o governador e presidenciável Eduardo Campos (PSB-PE) em 2014.  

Déjà vu
O PPS tenta convencer o tucano José Serra a disputar pelo partido à Presidência em 2014 assim como fez com Ciro Gomes, que também deixou o PSDB para concorrer ao Planalto pelo PPS, em 1998. 

Mudanças pontuais
Para Esperidião Amin (PP-SC), “não sairá nenhuma reforma política dos sonhos” no grupo criado pela Câmara, mas mudanças pontuais acontecerão: “O distritão, com eleição dos mais votados, tem maioria”. 

Fora da política
Cantor da banda de forró nordestino Garota Safada, Wesley Safadão sairia candidato a deputado federal em 2014. Depois que protestos se espalharam no país, em julho, ele recuou: quer distância das urnas.

Sem chance
Aviso aos pecadores da política: indulgência plenária não tem nada a ver com perdão coletivo em reunião extraordinária do Congresso.


 

PODER SEM PUDOR

Babá Sansão
Certa vez, uma reunião da bancada do PT na Câmara discutia em clima de tribunal as sanções que deveriam ser aplicadas aos parlamentares “rebeldes”. Lá pelas tantas, o deputado Luiz Sérgio (PT-RJ) deu uma sugestão, em tom de brincadeira:
- Pra mim, é simples. A gente pede para uns cinco camaradas bem fortes segurarem o Babá (um dos deputados que acabaram fundando o PSOL) e passa a tesoura naquele cabelão. Desse jeito, ninguém mais vai reconhecer ele na televisão e, assim, ele fica mais calminho.