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Cláudio Humberto

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Claúdio Humberto 22/08/2013
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ch@claudiohumberto.com.br
Cláudio Humberto

“Justiça que tarda não é justiça”
Ministro Joaquim Barbosa, presidente do STF, reafirmando repulsa a chicana jurídica

Apresentação de Rose em juízo virou ‘segredo’
Denunciada pelo Ministério Público Federal por formação de quadrilha e tráfico de influência, a ex-chefe de gabinete de Lula em São Paulo, Rosemary Noronha, a “Rose”, rivaliza em mistério com o “ET de Varginha”: até sua apresentação quinzenal em juízo virou “segredo de Justiça”, de acordo com o juiz da 5ª Vara Criminal de São Paulo, Silvio da Rocha. Ele não quis dizer à coluna se ela tem se apresentado.

Cadê Rose?
“Rose”, sobre quem Lula guarda sepulcral silêncio, deve se apresentar ao juiz de 15 em 15 dias e não pode sair do país sem autorização. 

‘Blindada’
A sumida Rose obteve “blindagem” judicial contra repórteres, entrando e saindo pela garagem do Fórum. Agora duvida-se até que ela exista. 

Sem fronteiras
Audo Faleiro substituirá Guilherme Patriota, assessor do aspone Garcia, o Top-Top. O irmão do chanceler foi exonerado ontem.   

Missão impossível 
Familiares do deputado Natan Donadon (RO), ladrão transitado em julgado, articulam no Congresso para salvá-lo da cassação.

Ministério da Justiça cria o sigilo ‘diferenciado’
Fornecedores de armas ao governo federal estão encafifados com o fato de o Ministério da Justiça decretar sigilo pela Lei de Acesso à Informação, do resultado da “prova de conceito” ou “teste de armas” a que se submeteram em 2010 a convite do Ministério. Desconfiam de licitação dirigida para empresa americana com escritório em Brasília, vencedora de oito entre dez concorrências de armas para a PM do DF. 

Opaca transparência
Em plena era da transparência, o Ministério da Justiça alega que divulgar o teste configura “concorrência desleal”. 

Tem para todos
O Tribunal Superior do Trabalho foi mais uma vítima da enrolada empresa GVT. Ficou 24h sem e-mail e telefone. Só o 0800 funcionou.

Xadrez
Significativa a ordem ontem do julgamento dos recursos no Supremo Tribunal Federal: primeiro o “bispo” Rodrigues, depois o “peão” Delúbio.

‘Enganódromo’
Os dois lados agora estão quites, após a Justiça do Rio determinar a reintegração de posse da Câmara Municipal: manifestantes vão fingir que saíram e vereadores manterão a rotina de fingir que trabalham.

Não é o cara
Pesquisa do Ibope mostrou que o PMDB é o partido com a imagem menos ruim no DF, mas sua principal liderança, o vice-governador Tadeu Filippelli, não passa de 2% de intenções de voto para o governo.

De água a vinho
Para o deputado Fábio Trad (PMDB-MS), a obrigatoriedade de votar os vetos presidenciais e o orçamento impositivo vão transformar o regime brasileiro num parlamentarismo: “Hoje o Congresso é apenas oficioso”. 

Assombração
Do deputado Francisco Escórcio (PMDB-MA) sobre as investigações para revelar propinoduto no Metrô em São Paulo: “Vai acabar sobrando para o Mário Covas, que já se foi. Não deveríamos mexer com almas”.  

Nada é de graça
O PMDB aceita rifar a candidatura de Paulo Skaf ao governo paulista para fazê-lo vice do petista Alexandre Padilha, mas só... se Lindbergh Farias (PT) sair da disputa para se aliar a Luiz Pezão (PMDB), no Rio. 

Não parou
Presidente da Força Sindical, Paulo Pereira (PDT-SP) aproveitou a presença maciça do baixo clero no Congresso, na votação dos vetos da presidente Dilma, para aliar deputados para o Partido Solidariedade. 

Cabeça de chapa
O deputado Antônio Reguffe (PDT-DF) defende a candidatura do senador Cristovam Buarque à Presidência da República: “Precisamos de alternativas diferentes da polarização PT-PSDB, em 2014”. 

Reprovado
A Justiça Federal do Maranhão determinou o fechamento do Centro de Difusão do Comunismo, curso de extensão “particular” de um professor na Universidade Federal de Ouro Preto (MG), por contrariar a lei 8027.

Pensando bem...
...o ministro Lewandowski aceitou ontem uma “desculpa infringente” de Joaquim Barbosa. 

PODER SEM PUDOR
Alô, mamãe, escapei

Em meados de 1990, o Congresso vivia dias tumultuados, discutindo a Lei de Diretrizes Orçamentárias, e poucos conseguiam usar os microfones. O deputado Ronaldo Cezar Coelho (RJ), em geral elegante, arrancou o microfone das mãos de um colega para uma estranha comunicação:
- Senhor presidente, gostaria de comunicar que estou vivo.
Ninguém entendeu. Mas ele queria avisar à família que estava bem, depois que o avião que o levaria a Brasília sofrer pane, seguido de pouso de emergência. Sua morte chegou a ser noticiada.