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Cláudio Humberto

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Claúdio Humberto 01/10/2013
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ch@claudiohumberto.com.br
Cláudio Humberto

“A situação da OGX causou um problema para a imagem do País”
Ministro Guido Mantega (Fazenda) sobre a cambaleante empresa de Eike Batista

Planalto monitora visitas de Aécio para esvaziá-las
Aécio Neves (PSDB) é mesmo o candidato mais temido pela presidenta Dilma e pelo ex-presidente Lula, mentor de sua campanha à reeleição. Todos os movimentos de Aécio são monitorados pela “inteligência” da campanha do PT, incluindo discursos, entrevistas e sua agenda. Agora, as viagens do pré-candidato do PSDB sempre “coincidem” com a visita, à mesma cidade, de vários ministros prometendo mundos e fundos.

Cenoura na ponta da vara
Em Maceió, dia 21, à chegada de Aécio, quatro ministros prometeram investir R$ 10 bilhões, dinheiro nunca visto na negligenciada Alagoas.

Marcação homem a homem
Em Curitiba, dia 28, nova “coincidência”: um grupo de ministros esteve na cidade no mesmo dia do tucano, prometendo investimentos.

A verba contra o verbo
A estratégia definida por Lula é “levar ação de governo e recursos” aos locais onde Aécio aparece apenas para propor: “Vamos conversar?”

Conta de chegar
O detalhe é que as generosas promessas que os ministros fazem hoje  somente serão cumpridas no futuro governo. 

Mais de 73% dos eleitores querem voto facultativo
Pesquisa nacional ainda inédita, realizada pelo Instituto Paraná sobre a proposta de reforma eleitoral que tramita no Congresso, apontou que 73,8% dos brasileiros prefeririam o voto facultativo enquanto apenas 24,7% dos entrevistados concordam com o atual sistema que obriga o voto a cada dois anos, em duas eleições. A pesquisa foi realizada entre 10 e 15 de setembro e ouviu 2.502 eleitores em 169 municípios.

Uma só
A pesquisa também apontou que a maioria dos entrevistados (60%) prefere a coincidência das eleições em todos os níveis, a cada 4 anos.

Sem reeleição
A maioria dos eleitores (51,3%) é contra a reeleição de vereadores e deputados, posição de 44,7% para cargos do Poder Executivo.

Suplente nunca mais
Sobre quem deveria assumir em substituição a senador e a deputado, 63% dizem ser o segundo mais votado, rejeitando a figura do suplente.

Farra com Tio Sam
Em matéria sobre a complicada logística no aeroporto John Kennedy durante a assembleia da ONU em Nova York, um dos supervisores relatou ao New York Times que “todas as aeromoças do jato (da FAB, com Dilma) levavam sacolas de compras das lojas de departamentos”. 

Ultimato
Josué Gomes, filho do falecido José Alencar, quer se filiar ao PMDB e já sentar na janela da frente, como candidato ao governo. E impondo aos mineiros do partido dar as costas ao presidenciável Aécio neves.

Semana morta
Os líderes e presidentes de partidos estão com os dias atolados de reuniões para tratar do troca-troca de partidos que acontecerá até o fim desta semana. Votações, no Congresso, só as “consensuais”. 

Ineficiência
Com um pé na Rede Sustentabilidade, o deputado Miro Teixeira (PDT-RJ) defende que a ex-senadora Marina Silva “não pode ser prejudicada pelo não cumprimento da legislação por parte dos cartórios”. 

Reencontro
O opositor Roger Pinto Molina chegou ontem em Brasília após passar uma semana no Acre com a família, que não via desde que pediu asilo na embaixada brasileira na Bolívia, onde ficou por 455 dias.  

Aqui, não
O deputado Antônio Reguffe (PDT-DF) bem que tentou, mas não conseguiu levar os deputados distritais Joe Valle (PSB) e Celina Leão (PSD) para o Rede de Marina Silva. Foram rejeitados, e estão à deriva.

Bombásticos
Sem medo dos espiões, a rede terrorista Al Qaeda abriu conta no Twitter, segundo agentes dos EUA: @shomokhalislam já tem 1.532 seguidores, mas nenhum dos 29 tuítes oferecia serviços em domicílio. 

A culpa é da imprensa
A ONU acusou no site Huffington Post que os tablóides britânicos são “xenófobos”, por ironizarem a relatora brasileira Raquel Rolnik, em guerra com o governo britânico contra o polêmico “imposto do quarto”. 

O bruxo de Garanhuns
Lula foi profético com seu célebre bordão: “nunca antes neste país” o déficit primário de R$ 432 milhões foi o pior em agosto, desde 2001. 



PODER SEM PUDOR
Pregação sem voto

O falecido médico Francisco Simões, ex-prefeito de Petrolância (PE), assessorava Miguel Arraes, em 1989, e estava na reunião em que o então governador de Pernambuco, filiado ao PMDB, pediu votos para Lula. Ele quis saber se o chefe votaria mesmo no candidato do PT a presidente.
- Claro que não – respondeu Arraes.
- Mas o senhor não pediu votos para Lula?
- E daí? Pedi, mas não voto nele. Já pensou se na minha seção o Dr. Ulysses (candidato do PMDB) não tiver nenhum voto? Como vou ficar?...