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Cláudio Humberto

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Claúdio Humberto 14/11/2013
Claúdio Humberto
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CLÁUDIO HUMBERTO

“Vamos deixar de lado estas manobras, ministro Lewandowski”
Ministro Joaquim Barbosa enfatizando seu reparo à atuação do colega do STF

Falhas e fraudes no BB cresceram 21% em 2013
O Banco do Brasil divulgou o lucro líquido do terceiro trimestre, mas escondeu a informação de que seus custos com fraudes e falhas de segurança chegaram a R$ 208,5 milhões de janeiro a setembro de 2013. O dinheiro perdido com cartões clonados, saques irregulares e  outros golpes foi 21% maior que a perda de R$ 172,3 milhões de 2012. O prejuízo consta no relatório como “outras despesas operacionais”.
 
Crime compensou

Os autores dos golpes contra o BB faturaram mais, até setembro, que o prêmio da Mega da Virada, atualmente estimado em R$ 200 milhões.

Fechando a conta
Se investisse em ações que evitassem saques fraudulentos e cartões clonados, o BB arredondaria seu lucro do trimestre para R$ 3 bilhões.

Questão de ‘segurança’
Apesar das brechas em sua segurança, que permitiram os golpes, o BB não comenta o rombo “por razões de segurança”. Ah, bom.

Conveniências
Pré-candidatos a governador, o senador Pedro Taques (MT) e o deputado Vieira da Cunha (RS) querem o PDT fora do governo Dilma.  

PDT condiciona apoio a Dilma a manter ministro
Mesmo desgastado, após a recente “lipoaspiração” na bancada do PDT no Congresso, seu presidente e ex-ministro Carlos Lupi avisou o Planalto que depende da manutenção do seu afilhado Manoel Dias, no cargo de ministro do Trabalho, o apoio do que restou do partido à reeleição da presidenta Dilma. A exigência virou motivo de piada, mas o tempo de TV do PDT ainda é considerado importante pelo PT.

A fila anda
O ministro Manoel Dias disse que “não sabia” da corrupção em seu ministério. Pode rodar na reforma ministerial prevista para dezembro.

Tutti buona gente
A turma de Carlos Lupi foi alvo de operações policiais, derrubando seu fiel escudeiro Paulo Pinto, ex-número dois do Ministério do Trabalho.

A minoria
Grupo que se autodenomina independente no PDT insiste em entregar os cargos no governo Dilma e apoiar Eduardo Campos (PSB) em 2014.  

Força-tarefa
A presidenta Dilma escalou uma tropa de cinco ministros ontem para tentar convencer líderes da base aliada, em reunião no Planalto, a rejeitar “propostas populistas” que gerem gastos ao governo federal.  

Ação gera reação 
A deputada Mara Gabrilli (SP) coleta assinaturas no PSDB em defesa do ex-governador José Serra, alvo de criticas de correligionários por fazer palestras país afora e tentar prejudicar o desafeto Aécio Neves. 

É ele
A governadora Roseana Sarney (PMDB) apoiará Luís Fernando Silva, secretário de Infraestrutura, para sucedê-la. Ele foi considerado o melhor prefeito do Brasil, quando administrou São José de Ribamar.

Escreveu, não leu...
Com integrantes escolhidos pelo governador Eduardo Campos, o TRE pernambucano cassou por 4x3 o mandato de Julio Lóssio (Petrolina), o único prefeito do Estado a fazer oposição ao presidenciável do PSB.

Corrente forte
A corrente “Coletivo”, do deputado Chico Leite, ficou em 2º na eleição  do PT no DF, à frente de outras facções tradicionalmente majoritárias. A vencedora foi a “Construindo um Novo Brasil”, de Lula e José Dirceu.
 
Sem confrontos
Jaques Wagner (PT) prometeu a Dilma “política de boa vizinhança” com senadora Lídice da Mata, provável candidata do PSB a governadora e chefe do palanque de Eduardo Campos na Bahia.  

Desrespeito
Em nove dias em greve, a estatal de energia de Brasília, CEB, ignorou queixas sobre 2.847 apagões. O cliente otário terá de esperar até seis dias para que o problema notificado tenha chance de ser solucionado.

Todas as fichas
Cristão novo no DEM, o ex-tucano Tião Bocalom é a principal aposta do partido para disputar governo no Acre em 2014. O ex-prefeito tentará desfazer o feudo montado pela família Viana no Estado.  

Mais do mesmo
Exatos 119 deputados assinaram o ponto, ontem, mas não deram as caras, ontem, na Câmara, salvo as exceções de sempre: meia dúzia. 

PODER SEM PUDOR
Excessos de campanha

O falecido ex-ministro Saulo Ramos foi a Ribeirão Preto (SP), em campanha para deputado, em 1990, quando fez uma pausa no festejado bar “Pinguim”.
- O sr. está me reconhecendo? – perguntou um homem, na mesa ao lado.
- Claro! – respondeu Ramos, evitando uma desfeita ao suposto eleitor.
- Não está, não. Ou não estaria fumando, bebendo e comendo leitão na minha frente...
Só aí Saulo Ramos reconheceu o médico que o socorrera anos antes, no Instituto do Coração de São Paulo.