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Cláudio Humberto

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Claúdio Humberto 16/11/2013
Claúdio Humberto
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CLÁUDIO HUMBERTO

“Como posso ter opinião sobre o julgamento da Suprema Corte?”

Lula ainda sem saber de nada, nem mesmo sobre solidariedade à companheirada

 

Congresso e Judiciário pagam em média R$17 mil

O salário médio dos funcionários do Poder Legislativo federal, no último ano, foi R$ 16.779,56, idêntica aos dos servidores do Judiciário, de R$ 17 mil. Porém, o Poder Executivo, que emprega o maior número de pessoas, paga em média menos da metade dos outros dois poderes: R$ 7.277. Considerando ativos e inativos, o Executivo tem 1,2 milhão pessoas, e o Legislativo e o Judiciário, somam 166 mil funcionários.

 

Milicos

A média salarial de mais de 643 mil militares não ultrapassa os R$ 4.781. Menos de 30% da média salarial no Congresso Nacional.

 

Arrependimento

O deputado Domingos Dutra (MA) deixou o PT e se arrependeu. Acha que até a Rede, que o atraiu, é ajuntamento de pessoas, não partidos.

 

Fim de uma lorota

Para o senador José Agripino (DEM-RN) o STF provou no mensalão que a organização criminosa existiu, ao contrário do que dizia o PT.

 

Nas nuvens 

A despesa da Secretaria de Aviação Civil com passagens e diárias é de R$ 50 mil por mês. Só um servidor torrou R$11,7 mil em uma semana.

 

Ministérios são cobiçados, mesmo sem estrutura

Apesar de serem objetos de desejo de partidos da base aliada do governo federal, como o PROS, PSD e até PMDB, ministérios como o do Turismo e órgãos de considerados de nível ministerial, como a Secretaria dos Portos, têm poucos cargos para distribuir e orçamentos modestos, mas oferece aos titulares pompa e circunstância, holofotes, carro oficial com placa verde e amarela e carona em jatinhos da FAB.

 

Tá bom aqui

O ministro Gastão Vieira (Turismo) tem orçamento raquítico e só 92 cargos para preencher, mas nem quer pensar em perder o posto.

 

Cargos, cargos

O Ministério da Integração tem orçamento modesto, mas os 279 cargos são objetos de desejo dos partidos que o ambicionam: PMDB e Pros.

 

São tantos

A Secretaria de Portos, que é ministério, mas ligada ao Planalto, alegou “precisar de 24h” para levantar o número de comissionados. 

 

PMDB que se cuide

Líderes governistas garantem que a presidenta Dilma fará a reforma ministerial em dezembro, mas deixará na geladeira, até março, o senador Vital do Rêgo (PMDB-PB) – a quem faria “ressalvas”.

 

Na moita

A Fundação Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal bancaram no mês passado congresso sobre softwares livres, realizado em Itaipu, em Foz do Iguaçu. Mas se recusam a divulgar quanto gastaram.

 

É o futebol, peixe

O deputado Romário quase teve um troço, quando soube de estudo do Comitê Organizador da Copa 2014, mostrando que 90% dos brasileiros acha o evento muito importante para o País: “Tá de sacanagem, né?”

 

Puxasacovsky

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, foi condecorado com a faixa preta de Taekwondo pela federação coreana, mas a intenção é apenas fazer divulgação, pois Putin é judoca e nunca fez Taekwondo na vida.

 

Fantasia reafirmada

Para o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ), o ex-presidente João Goulart “foi envenenado p(*) nenhuma”, quem aponta militares como malvados “deveriam conhecer Cuba para saber o que Jango planejava”.

   

Conspiração

Responsável pela liberação de emendas no Ministério do Turismo, o secretário nacional Fábio Mota, ligado ao ex-ministro Geddel Vieira Lima, é cotado no PMDB para suceder o atual Gastão Vieira.

 

Mesmo erro

Líderes aliados reclamam que ministro José Cardozo (Justiça) cometeu o mesmo erro que Gleisi Hoffmann na MP dos Portos. Acertou o Marco Civil da Internet com PMDB, mas esqueceu de combinar com troianos.

 

Não conte comigo

O líder do PSC, André Moura (SE), já avisou ao Planalto que não há chance de o partido votar contra o projeto que cria um piso nacional para agentes comunitários de saúde, bandeira da bancada. 

 

Pensando bem...

...mensaleiro preso às vésperas de um feriado só mesmo no engarrafamento.

PODER SEM PUDOR

O nome dele é Malan

Durante coletiva, em 2004, uma jornalista perguntou ao então ministro da Educação, Tarso Genro, sobre os recursos para investimentos na sua área. Ele apontou para Paulo Egon, diretor do Fundef (maior orçamento do MEC):

- Ele é o nosso Malan, fale com ele!

Tarso também confunde seu colega Antônio Palocci com Pedro Malan, ex-ministro de FHC e formulador da política econômica.

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Com Ana Paula Leitão e Teresa Barros