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Cláudio Humberto

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Claúdio Humberto 17/01/2014
Claúdio Humberto
ch@claudiohumberto.com.br
Cláudio Humberto

“Antigamente eu dava um rolê na praça...”
Geraldo Alckmin desdenhando dos “rolezinhos”, exceto quando batem à sua porta

Poupança: BC suspeita de ‘lavagem de dinheiro’
O Banco Central suspeita que contas-poupança canceladas na Caixa eram usadas para “lavar de dinheiro”. A hipótese livraria a direção da Caixa de responsabilidade pela apropriação indébita, mas explicaria a ausência do temor de corrida de poupadores às agências para retirada dos R$719 milhões de depósitos incorporados aos lucros da instituição. A tese também reforça a suspeita de CPFs supostamente clonados.

Na moita
O BC aposta que os poupadores prejudicados “nunca vão aparecer”, porque afinal “ninguém reclama quando produto ilegal é apreendido”.

Estranho, é
Intrigam o BC as 525.527 poupanças com dados supostamente falsos na Caixa, apesar das regras rígidas para abertura de contas. 

Caso de polícia
Confirmada a suspeita de que meio milhão de poupanças eram usadas para lavar dinheiro, o assunto sai do BC e vai virar caso de polícia.

L’important
c’est la rose

A desgraça do presidente francês François Hollande foi pegar uma motoca para encontrar a amante. Por que não jatinho da Força Aérea? 

AGU gerou R$151,5 bilhões para União em 2013
Balanço fechado na Advocacia Geral da União (AGU), a ser anunciado nesta sexta-feira, mostra que o trabalho em defesa dos interesses da União, no ano de 2013, possibilitou uma economia e arrecadação de R$ 151,5 bilhões para os cofres públicos. As principais atuações da AGU foram em defesa do Enem, do programa Mais Médicos e na derrubada das 27 ações contra o leilão do pré-sal do Campo de Libra.

Preços supersônicos
Duas passagens ida e volta a Curitiba (PR) custam quase R$ 1,8 mil pela Azul. Com a grana, o casal vai a Miami e compra uns badulaques. 

Medida cautelar
A Comissão Interamericana de Direitos Humanos, vinculada à OEA, cobrou do Brasil solução urgente para o fim da barbárie no Maranhão. 

Senta, o leão
é manso

Com Dilma mais calma e o medo de perder boquinhas que já controla, o PMDB retomou a esperança de ganhar a Secretaria de Portos.

Sabe a última?
Foi pura descontração o jantar da cúpula do PMDB com o vice Michel Temer no Palácio do Jaburu, quarta-feira, que havia sido marcado para descer o sarrafo em Dilma. Houve profusão de piadas sobre a madame

Geração Big Mac
Esquerdopatas estão inconsoláveis com os líderes dos “rolezinhos” em São Paulo como Lucas de Souza, 17, que contou ao site G1: “A gente vai para shopping pegar mulher, comprar uns lanches no McDonald’s”.

Igualdade desigual
A ministra Luiza Bairros (Igualdade Racial) falou bobagem, de novo: diz que “pessoas brancas” é que reagem a “rolezinhos” nos shoppings. A anta ignora, mas não deveria, que ninguém é “puro branco” no Brasil. 

Unânime
Sem muito interesse em disputar o governo do Piauí, o presidente do PP, senador Ciro Nogueira, é o cotado para suceder Aguinaldo Ribeiro no Ministério das Cidades, com apoio da bancada na Câmara. 

Contradição
Em ano de Copa do Mundo, o governo enxugou o orçamento do Ministério do Turismo em quase 50%. Caiu de R$ 2,7 bilhões para R$ 1,5 bilhão este ano. Se a prioridade já era baixa, imagine na Copa.

Gente diferenciada
Com salário de R$ 3,8 mil, o filho de José Genoino teria que ganhar o triplo para alugar a mansão em Brasília onde mora o pai. É padrão nas imobiliárias, inclusive a que alugou. E ter fiador ou dar cheque-caução. 

Desafinado
Quem frequenta o boteco “Grao” (Lago Norte, Brasília) duvida que Aloizio Mercadante dê conta da Casa Civil. “Como na música, vai atravessar na política”, ironizou um cliente ao vê-lo no boteco, num sábado, torturando o atabaque, tímpanos alheios e músicos da casa.

Por nossa conta
Em Brasília, os deputados distritais nem voltaram ao trabalho e já torram dinheiro do contribuinte. Preparam-se para gastar R$ 234,5 mil na compra de 52 notebooks, superavaliados em R$ 4,5 mil cada um.

Pensando bem...
...o governo Dilma está estimulando um “rolezinho” para dar “rolo” na campanha presidencial. 

PODER SEM PUDOR
Placas sem valor

O poeta popular e contador de histórias Tião Lucena lembra Seu Chico Pereira de Pombal, paraibano de muitos votos, pouca leitura e muita presença de espírito.( Viajava de ônibus de Pombal para João Pessoa, quando retirou do bolso um vistoso charuto, made in Arapiraca, e o acendeu, soltando baforadas que incensaram o ônibus.
O cobrador apontou para uma plaquinha, bem à frente de Seu Chico:
- O sr. deve ter lido ali na placa que é proibido fumar charuto, cachimbo e cigarro de palha.
Seu Chico deu uma nova saborosa tragada e respondeu na bucha:
- Bom basta, meu filho. Se eu fosse dar valor a placa, já tinha estourado meu bucho de tanto beber coca-cola...