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Cláudio Humberto

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Claúdio Humberto 24/01/2014
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Cláudio Humberto

“Vocês serão recebidos de braços abertos pelo povo brasileiro”

Presidenta Dilma Rousseff, em visita a sede Fifa, confiante numa Copa histórica

Manifestantes atacam van de ministros em Natal

O presidente da Câmara, Henrique Alves (PMDB-RN), e o ministro Fernando Pimentel (Desenvolvimento Industrial) levaram um susto na inauguração do estádio Arena das Dunas, em Natal. Acompanhados de ministros, eles seguiam para o estádio quando foram surpreendidos por um grupo de manifestantes que apedrejaram, picharam e tentaram derrubar a van em que estavam. O veículo teve o vidro quebrado.

Contra Copa

O Arena das Dunas foi o primeiro a ser inaugurado após a Copa da Confederações. O Planalto teme mais protestos nos doze estádios.

Mais uma dose

Apesar do incidente, seguranças de Dilma e do governo saíram para comemorar “sucesso” da operação. Acabaram pegos pela Lei Seca.

Se deu mal

Flagrado na blitz, Victor Ciarlini tentou dar carteirada ao se identificar como sobrinho da governadora Rosalba (DEM-RN). Teve a CNH retida. 

Lobby

Petista pressionam Dilma a substituir o chatíssimo Arlindo Chinaglia (SP) por José Guimarães (CE), na liderança do governo na Câmara. 

Itamaraty começa a punir assédio em consulado

O Ministério das Relações Exteriores indeferiu pedido de aposentadoria antecipada do diplomata César Cidade, ex-adjunto do consulado-geral do Brasil em Sidney (Austrália), acusado com o então titular do posto, embaixador Americo Fontenelle, de abuso moral e sexual. O caso foi revelado nesta coluna há quase um ano, mas até agora a sindicância não foi concluída. Ambos estão em Brasília tentando “saída honrosa”.

Dia do caçador

O Itamaraty seguiu a letra da lei que impede a manobra, antes da concluir o processo disciplinar e, se for o caso, cumprimento da pena.

A história se repete

Fontenelle tenta culpar as vítimas para escapar de punição. Ele foi cônsul-geral em Toronto (Canadá) e respondeu pela mesma acusação.

Óleo identificado

Tem gente suspeitando que óleo de Peroba é tão abundante, no Palácio do Planalto, que vazou e escorreu até poluir o lago Paranoá.

Na pista

Ex-prefeito de Belo Horizonte, o engenheiro Aloisio Vasconcelos é cotado entre dirigentes do PMDB de Minas para substituir o deputado Antônio Andrade no comando do Ministério da Agricultura.

Telhado de vidro

O ex-ministro Ricardo Berzoini criticou Fernando Henrique no Twitter, por dizer que o mensalão tucano foi “apenas caixa 2”. Lula disse exatamente o mesmo em 2005, em Paris, sobre o mensalão do PT.

Queijo do reino

Presidente do PT em Recife, Oscar Barreto foi apelidado por petistas de “queijo do reino”: vermelho por fora e amarelo por dentro. Ele é secretario-executivo de Agricultura na gestão Eduardo Campos (PSB).

Controle absoluto

No esforço do Planalto para evitar vaias, até deputados foram obrigados a enviar o número do RG para se participar da inauguração da Arena das Dunas com a presença da presidenta Dilma, em Natal. 

Duas versões

PMDB aposta que Cid Gomes (PROS-CE) pode apoiar Eunício Oliveira à sua sucessão, após faturar a Integração, mas o Pros espalha que o senador pemedebista quer mesmo é ser presidente do Senado. 

Inelegibilidade

Com a representação do PSDB junto à Justiça Eleitoral, o presidente da Fiesp, Paulo Skaf (PMDB), pode ser declarado inelegível. Ele é acusado de abuso de poder e de fazer campanha antecipada.

Correria

O governo Dilma ligou as turbinas e colocou a equipe de plantão para garantir que todas as emendas parlamentares estejam cadastradas em 120 dias, e com a execução do Orçamento Impositivo a pleno vapor.

Alô, alô marciano

Aviso aos “rolezinhos” nos shoppings: ninguém é obrigado a comer o Mcdonald’s mais caro e pagar a mais alta carga tributária do planeta, num país de “classe média” que tem renda de R$ 720 por mês.

Nem Freud explica

Deve dar nó na cabeça de Dilma juntar-se aos “globalizados” em Davos, na Suíça, e depois encontrar os “fossilizados” de Cuba.

PODER SEM PUDOR

O domínio paulista

Certa vez, forças produtivas de Minas Gerais resolveram se rebelar contra o “domínio paulista na economia”. Mas tudo caiu por terra, numa reunião, quando deram a palavra ao representante do Banco Nacional, destacado pelo ex-governador Magalhães Pinto. Achando aquilo meio ridículo, José Aparecido de Oliveira ponderou, irônico:

- Deveríamos ser gratos: afinal, quando chegamos em São Paulo, eles não nos pedem passaporte, aceitam nossa moeda e até falam a nossa língua...