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Cláudio Humberto

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Claúdio Humberto 25/01/2014
Claúdio Humberto
ch@claudiohumberto.com.br
Claudio Humberto

“Se eles gostassem do Brasil, não usariam máscaras”

Cristiane Torloni, atriz e musa das “Diretas Já”, sobre a turma dos “black blocs”

Empresa de Chioro tem e terá recursos do SUS

A empresa de consultoria de Arthur Chioro, substituto do ministro Alexandre Padilha (Saúde), recebe verbas diretas do Sistema Único de Saúde (SUS) porque trabalha para municípios destinatários desses recursos. E continuará recebendo, quando ele passar a comandar o SUS, como ministro. Aliados de Dilma temem que prefeituras “clientes” de Chioro, venham a ser privilegiadas nas relações com o ministério.

MP investiga

O Ministério Público já estava de olho: secretário de Saúde de São Bernardo (SP), Chioro contratou a consultoria da própria empresa.

Me engana, eu gosto

Ontem, Arthur Chioro deu uma de joão-sem-braço e passou sua empresa para... sua mulher. E as “consultorias” continuam.

Inferno astral

Padilha criou programas relevantes, como o “Mais Médicos”, e retirou o Ministério das páginas policiais. Com Chioro, retoma-se o inferno astral.

Um capricho

Mais que uma indicação, Arthur Chioro é um capricho imposto pelo ex-presidente Lula. Ele queria adiar para março a reforma ministerial.

Agentes denunciam ‘monopólio de chefias’ na PF

Em meio à briga interna, a Federação Nacional dos Policiais Federais - que representa agentes, papiloscopistas e escrivães - acusa a PF de agir junto ao Ministério da Justiça para “forçar monopólio de chefia para delegados”. Os agentes defendem no Congresso a “PEC do FBI”, que assemelharia seus cargos ao dos agentes especiais norte-americanos, que podem ser promovidos em caso especialização e experiência.

‘Burrocracia’

Segundo Fenapen, a maioria dos agentes federais tem curso superior, mas não pode ser gerente ou coordenador por questões burocráticas.

Sair da sombra

Agentes dizem que PEC 361 não possibilita que se tornem delegados, o que seria inconstitucional: “só cansamos de não ter reconhecimento”.

Junho em janeiro

A imprensa internacional destacou o protesto convocado pela internet “Não vai ter Copa”, em 36 cidades neste sábado (25). O clima é tenso.

Ordens são ordens

O ex-governador José Serra disse a amigos que, apesar de negociar com a presidenta Dilma, o ex-prefeito Gilberto Kassab deverá apoiar a reeleição do tucano Geraldo Alckmin ao governo de São Paulo.

Vale a pena ver de novo

A Agência Nacional de Aviação Civil garante que o movimento dos aeroportos na Copa será quase o mesmo no Natal e Ano Novo. Ou seja, tomem desde já chá de camomila.

Toma lá, dá cá

Geddel Vieira Lima (PMDB) quer disputar o governo da Bahia, mas disse a ACM Neto (DEM), prefeito de Salvador, que disputará o Senado caso Paulo Souto (DEM) pretenda voltar ao Palácio de Ondina.

Tá feia a coisa

A americana Armalite, através da Dimensão, em Brasília, venceu mais uma no governo federal: chegam nos próximos dias fuzis AR-10 com 1,5 km de alcance e poder de fogo de matar um batalhão. Americanos no Iraque e no Afeganistão usavam armas de guerra menos ofensivas.

Gana dos outros

Com nota de crédito rebaixada pela agência Fitch, Gana, na África, vai pedir empréstimo de novo ao Brasil, diz a Bloomberg. Não bastaram o perdão da dívida e o crédito camarada de US$95 milhões do BNDES.

Calote coletivo


O conhecido site de compras coletivas Groupon terá que indenizar a noiva Emanuella Torres, de Brasília. Ela tomou um calote de R$ 3.490 ao fechar com eles um serviço de buffet, que sumiu antes do casório.

Brasil nada chique

A presidente da Boeing no Brasil, Donna Hrinak, lamentou a derrota na venda dos caças ao Brasil, e faz uma aposta que até parece rogar uma praga: “Eu dizia que era entusiasmada com o país antes de o Brasil ser chique. Agora digo que serei entusiasmada quando não for chique”.

Vício de origem

Deputados federais e senadores destinam recursos, em suas emendas, para áreas em que não podem ser usadas, criando os chamados “vícios de elaboração”. Esse tipo de emenda jamais sai do papel.

Vip

Delúbio Soares deveria incluir em seu staff mensaleiro um assessor de imagem: engordou e é o único que volta rindo à cadeia.

PODER SEM PUDOR

Salário de morte

Com salários atrasados há quatro meses, um funcionário foi saber na prefeitura de Prata (PB) se havia alguma boa notícia. Encontrou dois vereadores na entrada do prédio, e um deles foi logo avisando:

- Salário, aqui, é como a morte: a gente tem certeza que vem, mas não sabe o dia...

- É pior do que a morte – discordou o outro, Felizardo Moura – A morte a gente sabe que vem, mas podemos morrer sem receber esses salários...

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