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Cláudio Humberto

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Claúdio Humberto 06/02/2014
Claúdio Humberto
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Claudio Humberto

“Já existem, sim, investigações instauradas”

Rodrigo Janot, procurador-geral, sobre a origem das “doações” a mensaleiros presos

 

Advogado da Itália: Pizzolato não será extraditado

O criminalista Nabor Bulhões, advogado do Estado italiano no processo de extradição do terrorista Cesar Battisti, não acredita que a Itália mande de volta o mensaleiro Henrique Pizzolato. Para Bulhões, que conhece a legislação daquele país, o meliante condenado a 12 anos de cadeia pelo Supremo Tribunal Federal deve responder na Itália apenas pelo crime de falsidade ideológica, por usar passaporte do irmão morto.

 

Tutela italiana

A Constituição da Itália proíbe a extradição de nacionais, e Pizzolato tem cidadania italiana. Isso poderá garantir sua permanência por lá.

 

Reciprocidade

Itália deve aplicar o princípio da reciprocidade, diz Nabor Bulhões, após o governo Lula afrontar aquele país para proteger Cesare Battisti.

 

Quem prendeu

Pizzolato foi preso porque havia um mandado internacional de captura expedido pela Interpol Brasil, e não a pedido do governo brasileiro.

 

Vingança

O oposição torce por uma vingança “maledeta” da Itália, extraditando o “cumpanheiro” Pizzolato para constranger o governo petista do Brasil.

 

EUA afagam diplomata brasileiro Eduardo Saboia

Em um gesto contra o governo de Evo Morales na Bolívia, os Estados Unidos convidaram o diplomata brasileiro Eduardo Saboia, que ajudou na fuga do oposicionista boliviano Roger Pinto Molina, para participar em Washington do National Prayer Breakfast, nesta quinta (6). O tradicional evento é promovido pelo Congresso dos EUA e tem como orador principal o presidente norte-americano Barack Obama.

 

Prestígio

Eduardo Saboia, que rompeu com omissão do governo brasileiro para ajudar Molina, foi um dos três únicos convidados do país ao evento.

 

Perto do fim

O diplomata sofre processo administrativo que será concluído até dez dias depois de seu depoimento no Itamaraty, marcado para o dia 18.

 

Refugiado

Convidado para o evento em anos anteriores, Roger Pinto Molina desta vez permanecerá no Brasil, onde tenta prorrogar sua permanência.

 

Alô, dra. Ramona

A ONG Cuba Archive, integrante do Free Society Project, em Washington, deseja manter contato e oferecer ajuda à medica Ramona Matos, que desertou após uma odisseia fugindo de agentes cubanos.

 

Só uma jogada

A nota do PMDB declarando-se “independente” é uma jogada do líder da bancada na Câmara, Eduardo Cunha (RJ), sempre alijado pela presidenta Dilma de qualquer entendimento. Ele só quer sentar à mesa.

 

Chantagem

Em reação à eventual perda de espaço na Esplanada, o PMDB da Câmara ameaça adotar tática de guerrilha contra o governo: votar pautas bombas e liberar aliança estadual com adversários nacionais.

 

Consultando o chefe

A presidenta Dilma só acertará as arestas da reforma ministerial com o PMDB após falar com o ex-presidente Lula, na segunda (10), quando se encontrarão na comemoração do aniversário do PT, em São Paulo.

 

Conveniência

Liderança do PT-PE parafraseia o ex-governador Agamenon Magalhães para explicar as relações entre partidos nas eleições deste ano: “Na política, não existe amigos para sempre, nem inimigos eternos”. 

 

Alarme goiano

Pesquisas em Goiás acenderam o alarme no Planalto. Marconi Perillo (PSDB) lidera, Vanderlan Cardoso (PSB) está em 2,º Junior Friboi (PMDB) em 3º e Antonio Gomide (PT) em 4º. Ou seja, a continuar a divisão, Dilma pode ficar sem palanque goiano no segundo turno.

 

Fogo companheiro

A deputada federal Erika Kokay (PT) tem se reunido com moradores de Brasília para falar mal do governo do petista Agnelo Queiroz no DF, na área de segurança. Fará reunião hoje, na Escola Classe da 308 Sul.

 

Devedor na marra

Delegado da Polícia Civil do DF tenta há 15 dias quitar dívida de crédito consignado no BMG, mas o banco dificulta a emissão do boleto para manter o servidor fidelizado à força, e pagando juros por até 60 meses.

 

Toma lá, dá cá

Se o governo brasileiro quisesse honestamente a extradição de Pizzolato, negociaria a troca do meliante pelo terrorista Cesare Battisti.

PODER SEM PUDOR

Pesquisa mais ou menos

Em 1996, o deputado e poeta Ronaldo Cunha Lima foi a um comício em Campina Grande, na campanha do filho Cássio à prefeitura. Mas, em vez de versos, ele começou o discurso de forma enigmática:

- As pesquisas de opinião estão mais ou menos...

O filho e aliados fizeram expressão de desapontamento. Ele completou:

- ...o Cássio tem mais e os outros têm menos!

A multidão veio abaixo e Cássio venceu. Depois governaria a Paraíba.

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Com Ana Paula Leitão e Teresa Barros

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