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Cláudio Humberto

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Claúdio Humberto 26/02/2013
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Cláudio Humberto

“Não é preciso eleitoralizar tanto a política brasileira assim”
Eduardo Campos (PSB), governador de Pernambuco, criticando o clima eleitoral

PSB quer Eliana Calmon candidata ao Senado 
A ministra Eliana Calmon, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), tem sido alvo do assédio de políticos interessados em sua filiação e candidatura na eleição de 2014. As investidas mais sérias têm sido do governador de Pernambuco, Eduardo Campos, presidente do PSB, para que ela dispute a vaga de senadora pelo Distrito Federal. A valente ex-corregedora nacional de Justiça tem driblado os convites.

Heroína
Após acusar a existência de “bandidos de toga”, a minha Eliana Calmon se viu transformada em heroína nacional.

Recusa
Em novembro, Eliana Calmon já havia descartado disputar a presidência da República, como pretendia o Partido Verde.

Foco no Sul
Candidato a presidente pelo PV, Fernando Gabeira percorrerá o Brasil este ano. A começar pelo Sul, onde o partido perdeu feio em 2010.

Disco arranhado
Para o presidente do PSDB, Sérgio Guerra (PE), o PT perdeu o rumo: “O governo Dilma só fica requentando programas assistencialistas”. 

PSD pode ganhar até a Secretaria de Aviação
Além de Micro e Pequena Empresa, que deve ir para o vice-governador paulista Afif Domingos, o PSD poderá emplacar Paulo Simão (MG) na Secretaria de Aviação Civil, segundo tem dito o presidente do partido, Gilberto Kassab. A mudança aumentaria a cota de Minas no primeiro escalão, fazendo frente a Aécio Neves (PSDB-MG), cotado a disputar a Presidência em 2014. Simão é engenheiro civil e comanda o PSD-MG. 

Em dívida 
A presidenta Dilma teria uma dívida com Paulo Simão, que enquadrou o partido, a mando de Kassab, para apoiar Patrus Ananias (PT) em BH.  

Prestígio
Paulo Simão também tem prestígio no Planalto por integrar o chamado “Conselhão”, e por ter ajudado no programa Minha Casa, Minha Vida. 

‘Paulistério’
A presidenta Dilma já avisou aos paulistas que vai priorizar outros Estados na minirreforma. “Não quero formar paulistério”, avisou.  

Seca viaja
O ministro Fernando Coelho (Integração) está na corda bamba. A avaliação do seu desempenho, no Planalto, é muito ruim, assim como do subordinado Paes Landim, da Sudene, que viaja na seca.

PTchau
Ricardo Kotscho, jornalista consagrado, ex-assessor de Lula em campanhas e na presidência, não foi convidado para a festa dos dez anos do partido no poder, esta semana, em São Paulo. Ficou triste.

Olha o clima
Como pessoal do cerimonial tem medo de perguntar a Dilma, todos os dias, por onde ela deseja ir embora do Planalto, no final do expediente, os diplomatas fazem plantão em todas as saídas, com rádios à mão.

Can can
Se for nomeado diretor da Petrobras, o ex-deputado do PMDB-MG Aloisio Vasconcelos promete grandes emoções na estatal de Graciosa Foster. É que, ao deixar a Eletrobras, ele foi presidir a francesa Alston, aquela encrencada com denúncias de propinoduto nos metrôs.

Sai da frente
O diplomata Américo Fontenelle, novamente acusado de assédio moral contra subordinados em Sidney, vangloriava-se diante de funcionárias, no consulado em Toronto (Canadá): “Sou o embaixador do p...grande.”

Nasce uma estrela
A Namíbia, que Lula achou “limpa, nem parece África”, passou o Brasil. Está em 13º no ranking da agência Bloomberg de mercados emergentes em previsões do FMI, PIB, inflação, dívida e investimentos. 

Obstáculos
Isolado no PV, Alfredo Sirkis (RJ) diz que já está de “mala e cuia” para se filiar ao futuro partido de Marina Silva. Para ele, o único problema é a conspiração dos partidos para inviabilizar sua criação. 

Falou e disse
A revista americana Forbes não dá trégua com o Brasil, “descobrindo que não é fácil ser rico”: superou a Inglaterra, mas na 6ª economia falta transporte público, milhões vivem em favelas e há mendigos nas ruas. 

Hasta la vista
Yoani Sánchez não imaginava que a truculência da ditadura cubana se materializasse nas turbas de “camisas negras”, de inspiração fascista.


 

PODER SEM PUDOR

Teatral, sempre
O ex-governador Carlos Lacerda era dado a gestos teatrais, não apenas em público, no exercício da política, mas até mesmo em sua casa. Certa vez, ao encontrar um passarinho morto em uma gaiola esquecida ao sol, ele gritou para o empregado, com a ave inerte na mão e o braço estendido:
- Contempla tua obra, assassino!