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Fabiano Fideles

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Fabiano Fideles 09/08/2015
Fabiano Fideles
jjura2@terra.com.br
Fabiano Fideles

Clima azedo

O clima em Brasília, além de seco nesta época do ano, enfrenta também o azedume político, cuja instabilidade vem provocando um mal estar e descrédito junto à população brasileira. A cada dia que passa, aumenta a expectativa da explosão dessa panela de pressão.

 

Dormindo com inimigos

A presidente Dilma Rousseff está cercada de falsidade. Enquanto alguns fingem estar ao seu lado, a maioria articula a sua saída, embora ela venha tentando disfarçar essa realidade em suas aparições públicas.

 

Judas

O vice-presidente Michel Temer tem se mostrado um verdadeiro Judas, fingindo estar ao lado de Dilma, quando, de fato, todo mundo sabe que suas atitudes não passam de autênticas falsidades. Ele sonha em assumir o lugar dela sobre qualquer pretexto, tanto é que já circula em Brasília, inclusive, uma equipe preparando o Ministério de Temer.

 

Oposição 

Por outro lado, Fernando Henrique Cardoso e Aécio Neves pensam completamente diferente. Não querem a renúncia de Dilma, simplesmente. Trabalham nos bastidores para que Temer também renuncie para que sejam realizadas novas eleições. De qualquer forma, o clima em Brasília permanece tenso.

 

Sem grana

O prefeito Paulo Piau foi à Brasília conversar com o vice-presidente na tentativa de conseguir recursos. A expectativa do prefeito foi frustrada, porque, simplesmente, não existem recursos para nada.

 

Parque fechado

O Governo vem colocando um pirulito na boca dos proprietários de empresas da construção civil, afirmando que vem aí o PAC 3, para a construção de milhares de casas. Pura enganação! Nos bastidores do poder, não existe a menor expectativa para que isso venha a acontecer, simplesmente porque não existe dinheiro.

 

Continua fedendo

Pelo menos até agora, as milionárias obras realizadas nas avenidas principais de Uberaba não apresentaram nenhum resultado positivo. Quando chove forte, as enchentes permanecem. Além disso, a fedentina é insuportável na avenida Leopoldino de Oliveira. São reclamações dos moradores da região.

 

Jatinho

O milionário craque Neymar acaba de adquirir um jatinho Citation, pela bagatela de 12 milhões de dólares. A nave é dotada de todo conforto desejável e ficará à sua disposição em um hangar de São Paulo. Quem pode, pode.

Donos de partidos

Trata-se de uma posição desejada por várias pessoas, principalmente para usufruir de vantagens. Há casos em que certos empresários se intitulam “donos” de várias siglas que servem de moeda de troca. É uma cena bastante comum em Uberaba e que se repete por ocasião das eleições municipais.

 

Túmulo

Toda eleição para prefeito, os fatos se repetem e começam a aparecer verdadeiros fantasmas intitulando-se candidatos. Existem também aqueles que já morreram politicamente falando, mas se esqueceram de cair. O mais incrível é que todos ressurgem com a mesma tentativa de sempre: levar vantagem.

 

Dia dos Pais

Todo cuidado é pouco

Para comemorar a data, centenas de presos estão sendo liberados da cadeia de Uberaba. Fica o alerta, tendo em vista que a cidade, já invadida por um número incontável de marginais, recebe mais um reforço. Todo cuidado é pouco, repito.

 

Contabilidade I

Essa semana, no Palácio do Planalto, foi feita uma contabilidade pragmática por petistas e auxiliares diretos da presidente Dilma Rousseff: é preciso ter 200 votos garantidos na Câmara dos Deputados. Essa é a margem de confiança para o número mínimo de 172 votos para barrar a abertura de um processo de impeachment.

 

Contabilidade II

Para o início do processo de impedimento, são necessários 342 votos. Num gabinete palaciano, a contabilidade acendeu a luz vermelha entre os ministros: hoje, o governo só tem 130 votos seguros. “É preciso aumentar essa margem”, observou um dos participantes da reunião.

 

Contabilidade III

Chegou-se à conclusão de que é preciso mudar a estratégia: ao invés de ficar tentando agradar cerca de 300 deputados, a ordem é atrair os 70 votos restantes para assegurar a manutenção do mandato da presidente Dilma. “Não podemos ficar reféns exclusivamente do (Michel) Temer. Temos que definir nossa própria estratégia”, completou uma fonte.

 

Arrogância

A mentira foi a tônica do programa do PT exibido na noite de quinta-feira. Muita arrogância, cinismo e falta de humildade. O que disseram durante o programa nada mais foi que discursos requentados de campanhas passadas. O discurso é o mesmo e o que restou nada mais foi que a herança maldita que os brasileiros estão amargando.