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Marcos Montes

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Marcos Montes 15/01/2017
Marcos Montes
dep.marcosmontes@camara.leg.br
Marcos Montes

“O PSD é hoje o terceiro maior partido do Brasil. Breve será o maior”

 

 

Bem-vindos! É natural a fervura que tem cercado a disputa pela presidência da Câmara dos Deputados, pois afinal, o cargo envolve a substituição do chefe do Executivo. Mas, fiquem atentos! A mesa diretora tem 11 integrantes a serem eleitos e as articulações começam a ficar agitadas em torno de outros cargos, em razão da importância das funções atribuídas a cada um deles.

Partidos - Serão eleitos um presidente, dois vice-presidentes, quatro secretários e quatro suplentes, através de um cronograma que começa dia 1º de fevereiro e se estende pelo dia seguinte. E vale lembrar que, com exceção da presidência, os demais cargos envolvem discussões e decisões partidárias.

Cobranças - Abro a coluna refletindo sobre este assunto para dar uma satisfação aos amigos e aliados que estão achando que falo pouco sobre o assunto. Me cobram declarações a respeito da disputa na Câmara, visto que meu nome tem sido ventilado por alguns setores da imprensa nacional – em consequência, principalmente, de ter sido lançado pela Frente Parlamentar da Agropecuária à disputa pela presidência.

Complexidade - O que posso e faço questão de reforçar é que a disputa de cargo na mesa diretora da Câmara dos Deputados – seja qual for ele – só tem sentido de tiver um apoio amplo, não apenas da legenda que abriga a filiação do “candidato”, mas também, de outras siglas, lideranças, enfim, trata-se de uma disputa que envolve uma complexa rede de participantes.

Orgulho - Fico extremamente feliz e orgulhoso de ter meu nome ventilado para a disputa de presidente da Câmara – o que, por si só, já é uma demonstração de que tenho recebido o reconhecimento pela minha trajetória política. Uma trajetória marcada pelo compromisso com meu país, com mandatos éticos, com decisões baseadas na minha consciência.

Desafio - Entretanto, o que move meu mandato neste exato momento é a liderança da bancada dos deputados federais do PSD na Câmara – um desafio que considero tão importante quanto um cargo na mesa diretora. Não bastasse a escolha do meu nome pela bancada do meu partido – o que já é uma alegria -, vale lembrar que estou assumindo a liderança de uma das legendas que mais crescem no Brasil. O PSD é hoje o terceiro maior partido do país, com 539 candidatos eleitos nas últimas eleições. Breve, será o maior.

O campo fala por si - Enquanto alguns incautos insistem em dar voz a ideólogos ultrapassados, criticando o que não sabem e o que não viram, a agropecuária segue em frente.  A previsão de crescimento de 15,3% na produção de grãos na safra 2016/2017 é a prova irrefutável de que o setor é o principal alicerce da economia brasileira. Já se fala que a safra de verão será recorde se as condições climáticas continuarem favoráveis até o final da colheita.
Recordes - A estimativa de colheita divulgada pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) é de 215,3 milhões de toneladas de grãos. Serão 28,6 milhões de toneladas a mais do que a safra anterior, de 186,7 milhões de toneladas. E tem mais: os números provam que a nossa agropecuária cresce em rendimento e sustentabilidade, usando praticamente uma mesma área para colher cada vez mais. Essa gente faz milagres num país arrebentado pela crise.

Estômago - E por falar em um país arrebentado, acho que os adeptos do quanto pior...melhor devem começar a preparar o estômago. Tudo indica que vêm aí, novos tempos. Juros mais baixos, inflação caminhando para ficar sob controle, os governantes sendo obrigados a assumirem responsabilidade e a tratarem o dinheiro do povo com respeito, enfim, o governo Michel Temer já está dizendo a que veio.

 

*Marcos Montes é deputado federal, vice-líder da bancada do PSD (líder eleito para 2017) e presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA). Ele escreve esta coluna semanalmente