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Marcos Montes

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Marcos Montes 26/02/2017
Marcos Montes
dep.marcosmontes@camara.leg.br
Marcos Montes

Novo ministro da Justiça foi nome sugerido em discurso de MM na despedida da presidência da FPA

 

Boas novas - Bem-vindos à nossa conversa semanal. Abro a coluna de hoje, comemorando a escolha do deputado federal Osmar Serraglio (PMDB-PR) para comandar o Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Discurso - Para quem acompanhou ou teve acesso ao meu discurso de despedida da presidência da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), dia 14/02, não é novidade o que penso a respeito.

O nome certo - Naquela oportunidade, na presença do presidente Michel Temer (PMDB), fui explícito em defender o nome de Serraglio para o Ministério. Um dos colegas mais atuantes na FPA, onde, inclusive, é coordenador jurídico, Serraglio é defensor ardoroso da Constituição Federal e profundo conhecedor da legislação brasileira e internacional.

Em nome do Brasil - Não estou aqui, defendendo que o Ministério da Justiça tome medidas ideológicas. Pelo contrário. Defendo que todos os lados sejam ouvidos antes de se decidir sobre o que quer que seja. Defendo que as medidas sejam aplicadas democraticamente. Defendo que os interesses do Brasil fiquem acima dos interesses ideológicos. E não tenho dúvida de que Serraglio tem a personalidade certa para isso.

SUGESTÃO – Sentado à mesa da frente, Michel Temer ouve com atenção o discurso do deputado Marcos Montes, que durante a transmissão de posse para o colega Nilson Leitão (PSDB-MT) na presidência da FPA, sugeriu o nome de Osmar Serraglio para ministro (Foto: Cláudio Basílio de Araújo/LiderançaPSD)

 

Retomada - Também quero comemorar com vocês, o depoimento feito pelo presidente Michel Temer, dia 24/02, sexta-feira, nas redes sociais, admitindo pela primeira vez que o Brasil está saindo da recessão econômica. Com a queda dos juros e a diminuição da inflação, ele acredita em aumento da confiança e dos investimentos no país.

Abaixo da meta  - Os números recém-divulgados indicam que em janeiro de 2016 a inflação acumulada em 12 meses chegou aos 10%. Mas, diante das medidas tomadas pelo atual governo, a inflação fechou 2016 em 6,29%, abaixo, inclusive, da meta prevista, que era de 6,5%.

Reformas - É óbvio que estamos longe do ideal e que ainda temos muito caminho a percorrer – o que envolve uma série de reformas, entre elas, a trabalhista, a previdenciária e a política.

Empregos - Entretanto, sair da recessão é um passo imprescindível nesta caminhada, cujo destino é a recuperação dos empregos. Os números são assustadores, mas precisamos acreditar que o Brasil segue rumo ao crescimento de sua economia.

 

 

*Marcos Montes é líder da bancada do Partido Social Democrático (PSD) na Câmara dos Deputados, integrante e ex-presidente (2015/2016) da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA).  Ele escreve esta coluna semanalmente