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Marcos Montes

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Marcos Montes 21/03/2014
Marcos Montes
dep.marcosmontes@camara.leg.br
Fala Deputado - por Marcos Montes

Sinal vermelho – Comissão Permanente de Minas e Energia da Câmara – da qual sou 1º vice-presidente -, conseguiu atingir o principal objetivo da audiência pública realizada esta semana para discutirmos o risco de uma crise energética sem precedentes no Brasil. A partir da audiência, promovida em conjunto com as comissões de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio; e de Fiscalização Financeira e Controle, foi dado o sinal de alerta, e o assunto amanheceu em todas as manchetes dos veículos de comunicação e na boca do povo. Este é um debate que não pode mais esperar.
Sinal amarelo - Ouvido na audiência pública, o secretário-executivo do Ministério de Minas e Energia, Márcio Zimmermann, disse que não há riscos de apagão ou racionamento, mesmo com a estiagem prolongada, e garantiu que o governo federal está em alerta. Entretanto, após uma série de questionamentos, acabou admitindo que o setor elétrico brasileiro opera em estado de “sinal amarelo” por conta de uma forte seca que afeta a capacidade de geração de muitas usinas hidrelétricas. Em outras palavras, reforçou que temos motivos para estarmos preocupados.
Sintomas - O presidente da CME e companheiro do PSD de Minas Gerais, Geraldo Thadeu, e eu, questionamentos o secretário-executivo sobre anúncios e medidas adotadas pelo governo, incluindo a previsão de reajuste na energia em 2015, e a liberação de dinheiro para socorrer alguns distribuidoras. A necessidade de socorro e a previsão de reajuste evidenciam que os problemas estão rondando o setor. 
Expectativas - Espero, de verdade, que, conforme afirmou o secretário Márcio Zimmermann, o Ministério de Minas e Energia e o governo federal de um modo geral estejam atentos e estruturados para evitar que a crise saia do risco para a realidade.

GUERREIRA - Aproveito este espaço e o mês da mulher para render minhas homenagens e respeito a uma pessoa muito especial, não apenas na minha vida e da nossa família, mas na vida de todos que convivem com ela. Marília Cordeiro ou dona Marília ou simplesmente Marília, como é chamada pelos que a conhecem, tem a sensibilidade por marca registrada. A foto é para ilustrar esta coluna assim como ela ilustra a nossa família. 

 

Destaques - Parceira, aliada, companheira e principal fiscal da minha vida pública, a Marília me pediu que eu não esquecesse de citar, nesta coluna, os dois assuntos que, na avaliação dela, marcaram a semana em Uberaba. 
Cirurgias - Ela se referiu à assinatura do convênio entre a Secretaria de Estado de Saúde, comandada pelo companheiro deputado federal do PSD, Alexandre Silveira, e o Hospital de Clínicas da UFTM, onde tenho amigos muito especiais, incluindo o superintendente Luiz Antônio Resende. Trabalhei muito por este convênio e me sinto realizado e contemplado pelos dois lados. Serão 200 cirurgias de redução de estômago por videoparoscopia, que vão devolver a qualidade de vida aos pacientes.
Leitos – O outro assunto é a inauguração do Hospital Universitário Mário Palmério, que dará suporte aos cursos da área de Saúde ministrados pela Uniube, ao mesmo tempo em que vai contribuir com a rede municipal e regional, ofertando 220 leitos, dos quais, 60% serão utilizados pelo SUS, ou seja, para atendimento gratuito. Marília e eu parabenizamos o reitor Marcelo Palmério e toda a família Uniube por este grande investimento social.