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Marcos Montes

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Marcos Montes 09/01/2015
Marcos Montes
dep.marcosmontes@camara.leg.br
A polêmica das fotos

Puro charme: Teca é a mascote super paparicada da Luciana Galvão

Elas podiam ganhar dinheiro como modelos fotográficos: Nina e Julieta, da Andréa Marega

Vacinas necessárias

A polêmica das fotos 

"Em se tratando de fidelidade, devoção, amor, muitos homens estão aquém do cão ou do cavalo. Que maravilhoso seria se pudessem ao menos antes do julgamento final, afirmar: 'Eu tenho amado tão verdadeiramente ou sido tão decente quanto o meu cão.' E ainda assim os chamam de 'apenas animais!" - Henry Ward Beecher (Abolicionista) 

 

Terminei o ano com uma matéria sobre as conquistas que uma parcela dos seres humanos já fez em relação a leis e cuidados em torno dos direitos dos animais. Mas, claro, ainda é assustador o que fazem pelo mundo afora com  eles. 
Notícias das melhores nos últimos dias foi protagonizada pela vereadora Denise Max, que depois de muitos anos de dedicação aos cães abandonados- em Uberaba ela foi a criadora da ONG SUPRA- se candidatou e se elegeu ao cargo de vereadora para tentar fazer mais e melhor pelos desprotegidos. No momento, ela acaba de iniciar uma luta contra algumas modalidades de “provas” de rodeio. 
Claro que a nossa torcida é para que se obtenha bons resultados contra isto, que também é uma barbaridade contra animais. 
Também vimos nas páginas dos nossos diários, notícia sobre captura de lobo –guará que perambulava pelas ruas de um bairro da cidade. Invadimos a casa dos animais. 
Destruímos tudo, tiramos a sua liberdade e todas as possibilidades de conseguir alimentos. Então o aparecimento deles na cidade vai ser cada vez mais comum. Essa é a contrapartida que nos desanima muitas vezes. 
Nas redes sociais, as notícias também vão de sucessos nas conquistas de direitos às mais aterradoras crueldades, com imagens horríveis de deixar qualquer usuário com um mínimo de sensibilidade, perplexo. E aí mora uma questão polêmica: exibir ou não exibir fotos que mostram situações que extrapolam o requinte da crueldade? 
A notícia, a denúncia, a informação de maus tratos, de violência, de desrespeito deve ser sempre exposta em todas as mídias e tudo isto combatido com toda veemência possível. A dúvida gira em torno das fotos. Às vezes (como já ouvi dizer) a foto causa tanto horror que o leitor se recusa a ver a notícia. Isso acontece especialmente nas redes sociais. 
Não que não seja necessário em algumas situações, uma imagem que choca para acordar as pessoas para a realidade. Mas, a coluna está apenas colocando a questão em pauta e não dando uma opinião. 
Há que se ter cuidado para de, uma maneira ou de outra (mesmo que a intenção seja das melhores), não prejudicar ainda mais nossos amigos verdadeiros, os animais.

 

PET AVENTURA

Mundo Cão

Uma dúzia de cachorros que seriam abatidos para virarem comida na Coréia do Sul chegaram esta semana à região de Washington, nos Estados Unidos, para serem adotados como bichos de estimação.
Eles foram os primeiros de um total de 23 cachorros que serão levados para o território americano esta semana, como parte de uma campanha para combater o uso de carne de cachorro no leste asiático.
A Sociedade Humanitária Internacional (HSI, na sigla em inglês), com sede em Washington, localizou os cachorros em uma fazenda de Ilsan, que fica perto de Seul, onde eles estavam sendo criados especificamente para o consumo humano.
Todo ano, entre 1,2 milhões e 2 milhões de cachorros são consumidos no país. A demanda é suprida por centenas de fazendas que criam os animais.
Todos os 23 cachorros sul-coreados - a segunda leva chegará nesta terça-feira - passarão por exames veterinários em Alexandria, antes de serem distribuídos entre cinco abrigos para adoção.
“Ao ajudar esses 23 cachorros, estaremos ajudando muitos outros na Coreia do Sul”, ao sensibilizar o público sobre o consumo desse tipo de carne, diz Megan Webb, diretora exexutiva da Liga pelo Bem-Estar Animal de Alexandria, que promove a adoção de cerca de mil cães por ano.

 

 

Vacinas necessárias 

É comum aquela dúvida crucial sobre quais vacinas de cães são dadas ao meu cachorro ou quando preciso dar cada vacina para cachorro. Perguntas muito frequente, mas que podem ser facilmente respondidas com um esquema de vacinas de cães que mostraremos abaixo.
É muito importante na vacinação para cachorros a escolha de uma vacina considerada ética, ou seja, uma vacina de uma empresa idônea que, além de oferecer uma garantia melhor em caso de falha, dará todo o suporte necessário sobre as vacinas para cães.
Primeiro, vamos conhecer quais vacinas para cachorros estão disponíveis no mercado. O animal, desde que nasce até os seus 45 dias de vida, tem a imunidade herdada da mãe, então não precisa tomar nenhuma vacina. Entretanto, aos seus 30 dias já pode tomar a primeira dose de vacina contra parvovirose.
Aos 45 dias, inicia-se o processo de vacinação de cachorros oficial. Existem as vacinas polivalentes v8 e polivalentes v10 que imunizam os cachorros contra boa parte das doenças infectocontagiosas. A famosa entre as vacinas de cães é a contra raiva ou vacina contra o vírus da raiva, obrigatória em nosso país. A vacina contra a tosse dos canis, popularmente conhecida como vacina da gripe. E, por último, completando o ciclo das 4 vacinas para cachorro disponíveis no mercado, a vacina contra giárdia.
Este ciclo de vacinas de cães é chamado de primo vacinação, iniciado aos 45 dias de idade com a primeira dose da vacina polivalente v8 e v10. Passados 21 dias, há a segunda dose da polivalente junto à primeira dose da vacina contra tosse dos canis. Após outros 21 dias, é preciso tomar a terceira dose da vacina polivalente junto à segunda dose da tosse dos canis. Mais 21 dias depois, vem a primeira dose da vacina contra giárdia junto à vacina contra raiva. E, após mais 21 dias, a segunda dose da vacina contra raiva, encerrando a primo vacinação.

Primo Vacinação:Aos 45 dias de idade: 1ª dose da vacina V8 e v10


Após 21 dias: 2ª dose da vacina v8 e v10 + 1ª dose da vacina contra tosse dos canis
Após 21 dias: 3ª dose da vacina v8 e v10 + 2ª dose da vacina contra tosse dos canis
Após 21 dias: 1ª dose da vacina contra giárdia + 1ª dose da vacina contra raiva
Após 21 dias: 2ª dose da vacina contra giárdia
Após 1 ano deste ciclo, deve-se fazer o reforço anual. Este reforço é mais simples e é realizado com uma dose de cada vacina, que podem ser dadas no mesmo dia. É preciso repetir o reforço todos os anos da vida do cachorro.