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Marcos Montes

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Marcos Montes 10/07/2015
Marcos Montes
dep.marcosmontes@camara.leg.br
Marcos Montes

A defesa dos direitos dos trabalhadores não é “propriedade” de nenhum partido político

 

A crise – Gostaria de abrir a coluna neste dia 10 de julho com boas notícias. Infelizmente, porém, haja notícia ruim! É uma notícia ruim atrás de outra notícia ruim. Ontem, foi a vez de o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) anunciar que a taxa de desocupação no trimestre março/maio foi estimada em 8,1%, ficando acima da taxa do mesmo trimestre do ano anterior (7,0%) e superando, também, a do trimestre encerrado em fevereiro de 2015 (7,4%).

Desemprego - Ainda de acordo com o IBGE, no trimestre encerrado em maio havia cerca de 8,2 milhões de pessoas desocupadas. De dezembro de 2014 a fevereiro de 2015 a desocupação ficava em torno de 7,4 milhões. Houve portanto, uma alta de 10,2% (756 mil pessoas a mais).

Retração - E as notícias ruins não ficam por aqui. Também ontem, o Fundo Monetário Internacional (FMI) divulgou o levantamento sobre a economia global. No Brasil, houve retração de 1,5%.

Pelica - Para os que discriminam o homem do campo, ignorando sua contribuição com o Brasil e com os brasileiros, vale ressalvar que, também de acordo com o IBGE, a safra de 2015 será 6,7% maior que a de 2014. Isso, apesar de todos os pesares que a agropecuária tem enfrentado, incluindo falta de crédito acessível e de investimentos.

Enfim, o segmento que segura as pontas da economia brasileira também está ameaçado pela crise.

Investimentos - Por isso mesmo, apresentei emenda na Câmara dos Deputados propondo a liberação de venda de terras brasileiras para empresas estrangeiras. Obviamente, seguindo critérios rígidos de forma a garantir e preservar a soberania nacional. O importante é que o momento econômico exige uma interpretação mais liberal  sobre o assunto.  Se queremos atrair mais investimentos externos para o Brasil, 'cercar' grupos estrangeiros, vedando a compra de terras, é dar um tiro no pé.

Autoridade - Mas, esta coluna também tem notícia boa. O cardiologista uberabense Celso Salgado de Melo representou o Brasil no Summer Meeting de Cardiologia, em Lisboa, Portugal, onde fez conferência para centenas de cientistas e estudiosos da área e lançou nova edição do “Tratado de Estimulação Cardíaca Artificial” – obra obrigatória para quem atua nesta área.

O que der e vier - Sem dúvida, uma das principais autoridades do mundo em marcapasso, o amigo e colega médico é também meu correligionário no PSD, e um dos nomes cogitados para a disputa eleitoral de 2016. Um exemplo do altíssimo nível do PSD de Uberaba. Não é por acaso que tenho dito e repetido que a legenda está preparadíssima para o que der e vier.

 

 

Vice-líder da bancada do PSD na Câmara e presidente do partido em Uberaba, o deputado federal majoritário na cidade, ex-prefeito Marcos Montes “avaliza” a filiação de Celso Salgado de Melo ao PSD (Foto: Marco Aurélio Ferreira Cury)

 

Qualidade - E por falar em eleições de 2016, o PSD já tem uma lista de altíssima qualidade para a disputa de vereador/vereadora. Gente que está à altura de representar o povo de Uberaba na Câmara Municipal.

Carreira - E aproveito para parabenizar os servidores da Prefeitura de Uberaba pela conquista do novo plano de carreira, que pretende melhorar as condições de trabalho da categoria.

Sindicalista - Faço isso através do presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Uberaba, Luís Carlos dos Santos, sem dúvida um dos nomes de qualidade do PSD. Ético, isento, incansável na defesa dos direitos e interesses dos milhares de trabalhadores da Prefeitura de Uberaba, o líder do SSPMU quebra um antigo tabu do sindicalismo brasileiro: de que é preciso estar filiado nos chamados partidos de esquerda para ser reconhecido como representante de trabalhadores.

Sem donos - Aliás, foi-se a época em que um ou outro partido político se achava dono de tudo o que se relacionava aos trabalhadores brasileiros. Hoje, estes mesmos partidos usam e abusam dos microfones no Congresso Nacional para defenderem projetos totalmente contrários aos interesses dos trabalhadores. Vale ficar de olho nos discursos!