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Marcos Montes

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Marcos Montes 18/12/2015
Marcos Montes
dep.marcosmontes@camara.leg.br
Marcos Montes

É NATAL – Minha assessoria e meus amigos da Comunicação Social me dizem que notícia ruim é que faz sucesso! Entretanto, apesar de tantos assuntos polêmicos – muitos deles, ruins para o Brasil -, faço questão de abrir esta edição deste dia 18 de dezembro com notícias boas.

Emoção – A primeira delas me deixou feliz e emocionado: a convocação de dois atletas da nossa Associação dos Deficientes Físicos de Uberaba (Adefu) para o maior evento esportivo do planeta e pela primeira vez realizado na América do Sul – as Olimpíadas de 2016.

Parabéns - Encaminho, portanto, através deste importante espaço jornalístico, meu abraço e meus cumprimentos para Raíssa Machado e José Humberto Rodrigues, medalhistas brasileiros e mundiais de lançamento de dardo, pela inclusão na Seleção Brasileira de Atletismo. E estendo à Adefu e ao povo de Uberaba de um modo geral.

Idosos - E quero agradecer à diretoria da Companhia de Bebidas das Américas, mais conhecida por Ambev, pela doação de meio milhão de reais para o Fundo Municipal de Apoio à Política do Idoso em Uberaba. Fiquei feliz em intermediar este apoio financeiro, e cumprimento a presidente do Conselho Municipal dos Direitos do Idoso, Edilene Maria dos Santos Costa, pelas ações rápidas que permitiram a assinatura do contrato com agilidade. Lembro que a Ambev surgiu da fusão entre as centenárias Cervejaria Brahma e Companhia Antarctica, e que a empresa trabalha com refrigerantes, isotônico, e cervejas.

 

Reunião com o ministro Jacques Wagner. (Foto: Eduardo Aiache/ Casa Civi)

 

 

Institucional - Não é segredo pra ninguém que tenho profundas divergências ao governo Lula, Dilma Rousseff e do PT de um modo geral. Porém, na condição de presidente da Frente Parlamentar Mista da Agropecuária (FPA) tenho procurado agir com isenção institucional, de forma que a entidade se sinta representada com seus 250 parlamentares de variados partidos e facções políticas.

Reunião - Fiz o preâmbulo acima para informar que estive anteontem com o ministro Jaques Wagner (da Casa Civil), para defender interesses da FPA, que por sua vez, representa a produção brasileira. Eu estava acompanhado de dois companheiros do colegiado, os deputados federais Valdir Colatto (PMDB-SC) e Luis Carlos Heinze (PP-RS). Como sempre, faço questão de prestar contas do meu mandato.

Surpreendente - E eu não poderia deixar de comentar sobre a postura do presidente do Senado e do Congresso Nacional, senador Renan Calheiros, cujas entrevistas concedidas nos últimos dias conseguiram me surpreender! Vou explicar: achei que isso não era mais possível!

Desvios – Bastante enrolado em denúncias (segundo notícias sobre as investigações na Lavo Jato), o senador está tentando desviar os holofotes da sua situação, partindo para o ataque contra o vice-presidente da República, Michel Temer, que vem a ser presidente nacional do PMDB de Renan.

Agrados - Também fica evidente a tentativa do presidente do Senado de “agradar” o governo federal. Isso provoca  pelo menos sob duas suspeitas: de que vai trabalhar contra o impeachment quando o assunto chegar ao Senado, e de que espera a “ajuda” do PT para se livrar das acusações da Lava Jato. Minha opinião sobre Renan Calheiros é a mesma que defendo em relação a Dilma Rousseff e outros acusados: que as denúncias sejam apuradas doa a quem doer.

Crise brasileira - Infelizmente, tenho que encerrar esta coluna com mais uma notícia ruim: o rebaixamento da nota do Brasil pela agência de classificação de risco Fitch. Foi o segundo rebaixamento da nota brasileira feito pela agência em dois meses. Em setembro, a Standard & Poor's já havia tirado a "nota de bom pagador" do país. Cada dia que passa fica mais evidente que a economia do Brasil só vai reagir positivamente quando a crise política se resolver. É preciso colocar um ponto final nesta história de impeachment da presidente da República!

 

Um abraço e até sexta-feira da semana que vem.