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Marcos Montes

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Marcos Montes 21/08/2016
Marcos Montes
dep.marcosmontes@camara.leg.br
Marcos Montes

“A eleição de 2016 é a chance de o eleitorado levar para as urnas o que tem reivindicado nas ruas”

 

 

Tempo de reflexões - Bem-vindos! Abro a coluna de hoje refletindo sobre a eleição municipal deste ano, que nos coloca em processo de escolha de prefeito, vice-prefeito e vereador. Digo processo, pois uma eleição não é apenas o ato de clicar os números na urna. Uma eleição envolve um longo período de reflexões, de análises, de comparações, de pesquisas. 

A hora é agora - Para o eleitorado, o processo de 2016 é a chance de dizer o que realmente deseja para sua família, para seus filhos, para sua vida.  É a chance de dizer SIM para a ética, para a honestidade, para o compromisso com a transparência. É a chance, portanto, de dizer NÃO para práticas que tanto mal têm causado ao Brasil, tipo por exemplo, “ele rouba, mas faz”. Quem rouba, só faz pra si mesmo. Se rouba, deixa de fazer pelo povo e pela cidade. É hora de confirmar nas urnas o que tem sido reivindicado nas ruas.

Ética na política – Para as lideranças políticas, classistas e comunitárias, o processo de 2016 é a chance de se tornarem formadores de opinião do BEM. É a chance de propagarem a importância da ética na política. É a chance de darem apoio a quem tem história de vida marcada pela honestidade. É a chance de abrirem mão dos projetos pessoais para defenderem os projetos da cidade.

Reforma – E para o Parlamento – senadores e deputados federais -, o processo eleitoral de 2016 é a oportunidade de criar coragem e fazer uma verdadeira reforma política. Entendo que a minirreforma de 2015, apesar de alguns acertos, nem de longe representou o que se esperava do Congresso Nacional. Sem contar que algumas mudanças aconteceram de forma precipitada e podem tornar-se grandes erros. Que as experiências de 2016 sirvam  de reflexões.

 

AFINIDADES – Mera ilusão de quem pensa que a eleição municipal de 2016 é a única  ligação entre o deputado federal Marcos Montes, do PSD, e o prefeito Paulo Piau, do PMDB! O esporte amador é um laço antigo, que os dois compartilham. Esta semana o racha foi com a turma do Baiano e Patropi, e de quebra, MM e Piau ainda levaram o vereador João Ripposati, do PSD e candidato a vice de Paulo Piau

 

Relacionamento - Não é segredo pra ninguém que iniciei minha trajetória política através do meu relacionamento com o esporte de Uberaba – muito particularmente com o futebol de várzea, e, de um modo mais genérico, com o esporte amador em suas várias modalidades.

Por causa deste relacionamento fui convidado pelo então prefeito Luiz Neto, hoje presidente do DEM, para assumir a Secretaria Municipal de Esportes. Futuramente fui eleito prefeito da querida Uberaba para dois mandatos consecutivos.

Consequências - Hoje, no meu terceiro mandato de deputado federal, tenho a honra de presidir o maior e mais atuante colegiado do Congresso Nacional: a Frente Parlamentar Mista da Agropecuária (FPA). E ainda, de ser vice-líder da bancada do meu partido, o PSD, e do governo Michel Temer, do PMDB. 

Agradecimento  – Faço estas reflexões para justificar o grande carinho e a gratidão que tenho pela turma do esporte amador. E isso inclui desde os companheiros mais “experientes” (pra não dizer antigos), até os que se somaram ao longo dos anos, alguns deles muito jovens, mas tão apaixonados quanto eu por este patrimônio popular.

Patrimônio - Afinal, é no esporte amador que nossos jovens – independentemente de situação financeira, de escolaridade ou de raça - encontram entretenimento saudável; aprendem a respeitar o próximo com suas diferenças; ficam longe das tentações “das ruas”; investem na própria saúde – e muitos deles fazem carreira no esporte profissional. O Brasil está cheio de exemplos conhecidos.

Origens – A exemplo do que costumo fazer toda semana – ou no máximo de 15 em 15 dias -, não falto ao meu compromisso com o esporte amador. Ora com a turma do João do Padre, ora do Clodoaldo Soares, ora dos irmãos Baiano e Patropi, o importante é participar. É gente do futebol de várzea, do futebol profissional, do esporte especializado - basquete, futsal, handebol, voleibol. É gente com quem aprendi e continuo aprendendo muito.

Luto - Eu não poderia encerrar esta coluna sem reafirmar o que já disse em meus espaços  na rede social: que minha família e eu lamentamos profundamente a morte do amigo Fabiano Fideles. Fundador e presidente do Jornal de Uberaba, o jornalista deixa, sem dúvida, um importante legado para Uberaba – não apenas na comunicação, mas no desenvolvimento da cidade de um modo geral. Que Deus receba sua alma e dê muita paz ao coração da Nanci – estendido aos demais familiares e companheiros do JU.

 

Bom fim de semana e até a próxima coluna.