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Marcos Montes

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Marcos Montes 25/09/2016
Marcos Montes
dep.marcosmontes@camara.leg.br
Marcos Montes

“Eleitorado tem papel principal na recuperação ética do Brasil”

 

Depende de nós - Estamos exatamente a sete dias das eleições que vão dizer o que queremos para o nosso futuro, o futuro das nossas famílias, o futuro das nossas cidades e do nosso país. 

Dia 2 de outubro, próximo domingo, teremos a oportunidade, finalmente, de transformarmos em realidade o sonho de um Brasil melhor. É a oportunidade de levarmos pra urna o que pedimos nas redes sociais, nas conversas entre amigos, nos protestos de rua.

É o momento de começarmos, pelas nossas cidades, a criarmos um novo país – um país marcado pela ética na política.

Tema recorrente - Vale ressaltar que este assunto tem ocupado espaços importantes nos mais variados setores da sociedade brasileira, inclusive dividindo as atenções com os temas econômicos. Não há quem discorde de que é preciso combater a crise ética se quisermos um Brasil melhor.

 

 

Agronegócio - E não foi diferente no 5º Fórum Nacional de Agronegócios realizado neste sábado, 24/09, em Campinas, SP,  quando as principais lideranças do setor se reuniram para debater o tema “Gargalos, travas e soluções para o agronegócio”. Gargalos - Evento promovido pelo Lide - Grupo de Líderes Empresariais, liderado pelo ex-ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior Luiz Fernando Furlan e pelo Lide Agronegócios, liderado por Roberto Rodrigues, embaixador especial da FAO e ex-ministro da Agricultura, incluiu as questões éticas entre os exemplos de gargalos que travam uma série de avanços, não apenas para o agronegócio, mas para a economia brasileira em geral.

Credibilidade - O fórum foi um momento importante para se debater temas como a reforma trabalhista (especialmente no campo); a aplicação do Código Florestal; a necessidade de o Brasil ampliar os mercados internacionais; meio ambiente, entre outros assuntos vitais para o agronegócio – mas, sem esquecer que o país precisa ser passado a limpo, até mesmo para recuperar a credibilidade, interna e externamente.  

Papel principal - E ninguém tem dúvida de que esta missão não está restrita às instituições. Ministério Público, Poder Judiciário e o próprio Legislativo – apesar de algumas dificuldades – têm cumprido o papel que lhes cabe. Entretanto, o papel principal está nas mãos do eleitorado que vai às urnas dia 2 de outubro.

Tempo integral - E por falar em papel principal, estou acompanhando com atenção muito especial a proposta do governo federal de mudanças no ensino médio. Entendo que o assunto deva ser amplamente debatido com a sociedade, e pelas declarações do governo me parece que é isso o que realmente deverá acontecer. Mas, de uma coisa tenho convicção: a necessidade de se implementar o tempo integral. Esta é a tendência em todos os países que tratam a educação com prioridade absoluta.

Investimento - A reforma chega à Câmara dos Deputados já provocando polêmica, mas é bom saber que o governo pretende investir R$ 1,5 bilhão para que cerca de 500 mil alunos estejam matriculados em tempo integral até o fim de 2018.

Brasil nos eixos – Além da reforma do ensino médio outros temas importantes vão movimentar a Câmara nas próximas semanas, entre eles, a proposta que prevê a fixação de teto para os gastos públicos. Precisamos concluir esse assunto, de forma que a população brasileira e o resto do mundo reconheçam que o Brasil está procurando entrar nos eixos.

 

Até domingo que vem. Vamos votar pela ética na política.