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Marcos Montes

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Marcos Montes 08/11/2013
Marcos Montes
dep.marcosmontes@camara.leg.br
Fala Deputado - por Marcos Montes

A distância nos anos 70 - No momento em que rabisco esta coluna, já atrasado para transmiti-la pelo e-mail do Jornal de Uberaba, me recordo do nome de uma obra de Richard Bach, que circulava pela boca da juventude na década de 1970: “Longe é um lugar que não existe”. Tantas vezes citei esta frase nas reflexões filosóficas sobre a amizade e o fato de não existir distância para os sentimentos! 
A distância em 2013 - Agora, com mais de 60 anos, pego novamente a frase emprestada, para fazer uma nova reflexão sobre uma metáfora dos tempos atuais. A internet praticamente reduziu a zero a distância física entre as pessoas. 
Direto da China - Um computador, um e-mail, uma ideia, e pronto: eis a coluna “Fala Deputado” publicada no JU, apesar de eu estar na China. Pensei em não fazer a coluna (acho até que seria justificável) ou em entregar para um redator interino. Mas, eu perderia, assim, a chance de voltar a refletir sobre a frase de Bach.

A foto foi tirada logo após o jantar com o presidente do Banco da China para o Brasil, Weidong Zhou, em companhia da senadora e presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Kátia Abreu, e do colega deputado federal Ronaldo Caiado, também representando a Câmara dos Deputados 

Resultados imediatos - A delegação chefiada pelo vice-presidente da República, Michel Temer, da qual participo com muita honra, representando a Câmara dos Deputados, já está colhendo frutos da viagem à China. Menos de dois dias após o desembarque, o ministro da Agricultura do Brasil, Antônio Andrade, acertou um termo de compromisso com o governo chinês. O protocolo vai possibilitar as exportações de milho para a China. Expectativa é de que as exportações de milho podem chegar a dez milhões de toneladas ao longo dos próximos anos, alcançando uma marca de 4 bilhões de dólares.
Recuperação de dependentes - Por telefone, a assessoria do meu Gabinete em Brasília me deu uma grande  notícia, que faço questão de compartilhar com os leitores desta coluna. A Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara dos Deputados aprovou o parecer do companheiro Guilherme Campos, do PSD de São Paulo, favorável ao projeto de minha autoria, que destina os bens apreendidos no tráfico de drogas para os programas sociais que visem ao tratamento e recuperação de dependentes químicos.
Tramitação rápida - Eu já havia comentado sobre este assunto em coluna anterior, comemorando o parecer favorável. Agora, a matéria dá outro passo muito importante, que é a aprovação pela comissão permanente.  Protocolei o projeto em abril de 2013, e, portanto, sua tramitação tem sido extremamente ágil. 
Fundo nacional - Meu projeto altera dispositivo da Lei n.º 11.343, de 23 de agosto de 2006, que “Institui o Sistema Nacional de Políticas Públicas sobre Drogas - Sisnad”, e fixa que, pós decretado o seu perdimento em favor da União, os bens serão revertidos ao Fundo Nacional Antidrogas (Funad). 
Fonte - O país passa por muita dificuldade no que diz respeito às clínicas e leitos para dependentes de substâncias entorpecentes e, principalmente, do crack, e a destinação dos bens apreendidos no combate ao tráfico de drogas para o Funad vai criar uma fonte de recursos para a recuperação dos dependentes.
1% para o esporte - Antes de viajar para a China, participei de um café da manhã com a presença do ministro do Esporte, Orlando Silva, dirigentes esportivos, atletas e colegas parlamentares. Objetivo foi o lançamento de uma campanha pela destinação de 1% do Orçamento da União para o esporte. O evento foi promovido pela Comissão de Turismo e Desporto da Câmara, presidida pela deputada Lídice da Mata (PSB/BA), e pela Frente Parlamentar do Esporte, presidida pela deputada Manuela D’avila (PCdoB/RS). 
Apoio - Na oportunidade, o ministro Orlando Silva admitiu que a iniciativa vai ampliar o orçamento da pasta. E disse que a previsão de R$ 1,25 bilhão será suficiente para manter programas como o Bolsa-Atleta e planejar investimentos em infraestrutura de capacitação e realização de eventos internacionais.