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Vereadores e Conselho Municipal de Segurança Alimentar debatem sobre área para Restaurante Popular

21/06/2013

A área destinada para o Restaurante Popular foi debatida mais uma vez na manhã desta quinta-feira (20), em uma reunião com membros do Conselho Municipal de Segurança Alimentar - CONSEA e os presidentes das comissões de fiscalização alimentar e nutricional, e defesa do consumidor e do patrimônio público da Câmara Municipal, os vereadores Afrânio Lara Resende e Edmilson de Paula, respectivamente. A reunião teve participação expressiva dos vereadores Ismar Marão, Samuel Pereira, Luiz Dutra, Kaká e Ripposati, que juntamente com o CONSEA defendem a definição urgente do local onde deverá funcionar o Restaurante Popular.

De acordo com o vereador Afrânio, muito tempo se passou e o restaurante não saiu do papel. “Em um primeiro momento sou totalmente a favor do Restaurante Popular ser aqui no centro, mas caso a gente consiga entrar em um consenso e entender que outro local é mais viável, estou aberto a apoiar a ida para outro local”, disse Afrânio.

Samuel afirmou que quando o vice-prefeito Almir o procurou, para que o vereador se tornasse autor do requerimento do Restaurante Popular, até então de autoria de Almir, Samuel viu a importância deste projeto e até chegou a ir ao Ministério das Cidades com o vice-prefeito Almir para acertarem detalhes sobre o repasse da verba.  “Sabemos que o dinheiro está na conta e que podemos perder esse recurso caso não encontremos uma solução logo”, afirmou Samuel.

O presidente da comissão de defesa do consumidor e do patrimônio público, o vereador Edmilson de Paula, afirmou que essa união de forças é muito importante e que agora os vereadores irão buscar o prefeito Paulo Piau para que o Executivo possa esclarecer quais os motivos para o restaurante popular não ter saído ainda do papel.

Durante a reunião o presidente do CONSEA, Aguinaldo Silva Batista afirmou que o conselho se sentiu desrespeitado quando surgiram os rumores de que o restaurante não seria mais no casarão da Praça Rui Barbosa, e sim em uma nova área, no bairro Leblon, nas proximidades do bairro Abadia. Segundo Aguinaldo, o conselho não foi procurado pelo Executivo para ser informado sobre a possibilidade de o restaurante ser transferido para um novo local. “Estivemos com os secretários de governo, agricultura e desenvolvimento social que afirmaram que uma nova área havia sido cogitada para que a Prefeitura não perdesse o recurso. E segundo as informações que temos, bastava pedir aditamento de prazo para que o recurso não fosse perdido, não necessitando de se procurar uma nova área. Além disso, entendemos que as outras justificativas para que o restaurante funcione longe do centro não são plausíveis”, ressaltou Aguinaldo.

Para Ismar Marão é preciso que se chegue a um consenso sobre a nova área com urgência. ”Eu também sou favorável ao restaurante ser na área central da cidade, mas precisamos encontrar a alternativa mais viável e logo, para que a cidade não corra o risco de perder o recurso”, afirmou Ismar.

No fim de maio a imprensa da cidade noticiou que a Prefeitura teria um mês para concluir as obras do restaurante popular, pois a verba de R$ 2 milhões destinada para a construção do restaurante teria data limite para ser investida, por meio de convênio da Prefeitura com o Ministério do Desenvolvimento Social, assinado em 2010.

O vereador Afrânio, presidente da comissão de fiscalização alimentar e nutricional, se prontificou a marcar uma reunião com o Prefeito Paulo Piau, o mais breve possível, para que os vereadores, o CONSEA e o Executivo possam encontrar a solução mais viável e rápida para este impasse.