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Após confessar estupro dos três filhos, pai é liberado

Juliano Carlos

Homem apontado como suspeito de estuprar a própria filha, de apenas 3 anos, e confessar o crime acabou liberado da delegacia de Polícia Civil. No mesmo depoimento, ele também confessou ter abusado sexualmente de mais dois filhos. Os crimes teriam acontecido na casa da família, no bairro Abadia.
De acordo com informações dos militares da 40ª Companhia, eles estavam na Área Integrada de Segurança Pública (Aisp) do bairro Abadia quando foram procurados pela quitandeira J.F.S., 36 anos, acompanhada de algumas testemunhas. Ela disse que participava de um culto religioso na companhia do esposo W.F.G., 37 anos, quando ele “confessou” ter estuprado a filha do casal, uma criança de três anos, no último dia (5), na residência da família.
Os militares foram até o imóvel e detiveram o suspeito, que confessou o estupro e ainda disse que já tinha abusado sexualmente dos outros dois filhos do casal, uma menina de 5 anos e um menino de 11 anos.
A mãe disse , ainda, que no dia (6), ela foi informada pela direção da creche onde a criança estuda, que a mesma apresentava manchas de sangue na região genital. As manchas foram vistas pela professora da criança no momento do banho. Por isso, ela pediu para que os pais procurassem ajuda médica para saber do que se tratava. A criança foi encaminhada para o Hospital de Clínicas, onde foram realizados exames, os quais constataram a prática sexual, inclusive com rompimento do hímen. Ao chegar na Aisp, o suspeito ainda confessou ter violentado outra menina de 12 anos, residente no mesmo bairro. Ele foi preso em flagrante, levado para a delegacia de Polícia Civil para esclarecimentos.
Liberado – Após prestar depoimentos W., foi liberado pela autoridade policial por não estar em situação de flagrante.
Em conversa com a reportagem do JORNAL DE UBERABA, a delegada de Proteção à Família, Carla Bueno, disse ter instaurado o inquérito e informou que o suspeito só foi liberado por não estar em situação de fragrante, mas ainda pode ser preso. “Vamos dar andamento ao inquérito e se ele apresentar algum risco às vítimas podemos representar pela prisão dele”, finalizou a delegada.
O caso vazou e gerou muita revolta por parte da população, sobretudo nas redes sociais. O suspeito, até o fechamento desta edição, estava incomunicável.

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