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Cemig tenta minimizar efeito das chuvas com investimento de R$ 751 milhões

A Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) investiu R$ 751,1 milhões na rede de distribuição e atendimento ao consumidor. O aporte tem como objetivo conter ou, pelo menos, minimizar os efeitos das fortes chuvas sobre o sistema. Somente à Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH) foram destinados R$ 255,9 milhões.
Integram o aporte os R$ 77 milhões destinados à Subestação Centro 2, que entrou em operação no primeiro semestre e vai atender à expansão da demanda de energia na Região Centro-Sul da capital nos próximos anos.
“A ampliação da capacidade na RMBH está beneficiando mais de 100 mil consumidores. A empresa está investindo em tecnologia para que a população receba energia com qualidade e segurança”, afirmou o superintendente de Relacionamento Comercial com os Clientes da Distribuição da energética, Carlos Augusto Reis de Oliveira.
De acordo com ele, a Cemig inspecionou cerca de 95% de toda a rede urbana e rural da Grande BH. Para melhorar o sistema elétrico, cerca de 86 mil árvores foram podadas. Segundo a concessionária, elas poderiam causar panes à rede elétrica.
Além disso, as equipes de manutenção fizeram a limpeza de fios nas redes rurais, numa área superior a um milhão de metros quadrados. Em toda a RMBH, mais de 14 mil objetos, como taquaras e tênis, foram retirados da rede e cerca de 2.500 postes foram substituídos.

Meteorologia – A Cemig conta com serviço de meteorologia, que prevê a ocorrência de tempestades.A partir do alerta meteorológico, o número de pessoas que atendem ao cliente pode aumentar. Os alertas também permitem que as equipes de plantão sejam previamente acionadas e posicionadas estrategicamente nas unidades da empresa em Belo Horizonte.
Segundo o meteorologista da concessionária, Arthur Chaves de Paiva Neto, no restante deste ano o volume de chuvas tende a ser maior que em igual período anterior nas regiões Leste e Norte de Minas, enquanto que na Zona da Mata e Sul de Minas ficarão dentro da média. Nas demais regiões, as chuvas ficarão abaixo da média histórica.

Monitoramento – Para monitorar a rede elétrica e coordenar a demanda de serviços programados e emergenciais, a Cemig construiu, em 2017, um novo Centro de Operação da Distribuição (COD). De lá, é possível acompanhar sinistros em toda a rede, a maior da América do Sul, com mais de 500 mil quilômetros de extensão. A estrutura é responsável pelo atendimento de mais de 8,3 milhões de clientes. O centro funciona 24 horas por dia, sete dias da semana.
“Com as novas instalações do COD, nosso sistema ficou mais robusto e com maior confiabilidade para as operações”, ressalta o superintendente de Gestão de Ativos da Distribuição, Danilo Gusmão.

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