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Cláudio Humberto

“Saúde não é mercadoria. Vida não é negócio”
Ministra Cármen Lúcia (STF) ao bloquear o conchavo ANS/planos de saúde

Brasil pode repetir francês Macron elegendo o 2º
O cruzamento de pesquisas de intenção de votos para presidente, em outubro, mostra que a liderança de Jair Bolsonaro (PSL) ou mesmo do inelegível Lula (PT) para presidente não os coloca com a mão na faixa. Com altos índices de rejeição, superiores à metade dos votos válidos, o mais provável é que se reproduza no Brasil o fenômeno das eleições presidenciais da França, onde o candidato que ficou em 2º lugar no primeiro turno acabou eleito presidente com votação consagradora.

Rejeição, maior eleitor
Como na França, no Brasil o 2º mais votado no primeiro turno tem tudo para unir eleitores e derrotar no segundo turno o adversário rejeitado.

Ultradireita derrotada
Com rejeição muito elevada, a ultradireitista Marine Le Pen foi derrotada pelos franceses simpáticos à esquerda até a centro-direita.

Apoio consagrador
Emmanuel Macron chegou ao segundo turno contra Le Pen com 23% do votos. Foi eleito com apoio consagrador de 65% dos eleitores.

Líderes rejeitados
Levantamento do Paraná Pesquisas indica que ao menos 49,6% não votam em Bolsonaro, e 61,2% não votariam em candidato de Lula.

Agonizante, Justiça do Trabalho discute fusão
A extinção da Justiça do Trabalho, defendida por muitos juristas, ganhou força após a reforma trabalhista que vigora desde novembro, com a redução acentuada da indústria de indenizações. Agora, haverá o primeiro ato a discutir a proposta: realiza-se no próximo dia 26, no Rio de Janeiro, o debate “Justiça do Trabalho e Justiça Federal Juntas?”, que é fruto de parceria entre o Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2) e o Instituto dos Advogados Brasileiros (IAB).

O que fazer?
Uma preocupação é o destino de magistrados e servidores, após a extinção da Justiça do Trabalho, prevista para médio prazo.

Absorção óbvia
A idéia mais consistente é que, extinta, toda a Justiça do Trabalho venha a ser absorvida pela Justiça Federal.

Prestígio
O presidente do TRF-2, desembargador André Fontes, irá à abertura do debate sobre a união da Justiça do Trabalho à Justiça Federal.

Pai renegado
O filho deputado estadual do ex-governador Sérgio Cabral já começou campanha para tentar se reeleger em outubro. Devido às traquinagens do pai, agora ele é só Marco Antônio. Livrou-se do sobrenome Cabral.

Fura-fila safado

O ex-deputado Paulo Heslander (PTB-MG) enfrentava certa vez uma enorme fila de embarque no aeroporto de Confins, em Belo Horizonte , quando um passageiro bem vestido, atrás dele, foi solicitado a fazer o “check-in” antes de todos. Uma passageira reagiu indignada:
– Veja só que safado. Vai ver, é deputado.
Heslander se voltou para a mulher e rebateu:
– Desculpe, minha senhora. Safado ele pode ser, mas deputado não é. Deputado sou eu e estou na fila, como todo mundo.

Com André Brito e Tiago Vasconcelos
www.diariodopoder.com.br

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