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Cláudio Humberto

“Teremos mais Brasil e menos Brasília”
Presidente eleito Jair Bolsonaro prometendo fortalecer a Federação

Bolsonaro é a vitória contra o velho na política
A vitória de Jair Bolsonaro (PSL) ainda levará ao divã comentaristas e cientistas políticos, inconformados com a própria constatação de que foi a vitória contra a velha política, do tostão contra o milhão, a vitória da “guerra de guerrilha” das mídias digitais contra a mídia tradicional. Retirado das ruas pela facada de um ativista de esquerda, Bolsonaro foi eleito presidente sem sair de casa para pedir votos País afora.

Contra a desigualdade
O PT embolsou mais de R$212 milhões do Fundo Eleitoral, enquanto a Justiça Eleitoral disponibilizou apenas R$9 milhões para o PSL.

TV para quê?
Bolsonaro deu show nas redes sociais, com seus 15,3 milhões de seguidores, tornando inútil o ambicionado tempo de rádio e TV.

Custo de vereador
A campanha de Bolsonaro custou menos que campanha de vereador de cidade média, R$1,7 milhão, para conquistar 58 milhões de votos.

Ficou para trás
Apoiado pela versão atual da chamada “vanguarda do atraso”, Haddad (PT) tem um número de seguidores cinco vezes menor que Bolsonaro.

Presidente articula ampla maioria no Congresso
O presidente eleito Jair Bolsonaro articula uma confortável maioria no Congresso Nacional, a fim de garantir a aprovação dos compromissos assumidos durante a campanha, que incluem reformas ambiciosas. Na Câmara dos Deputados, por exemplo, as negociações estão adiantadas. A expectativa é que, além dos 52 deputados eleitos do PSL, a bancada do governo conte com mais de 300 parlamentares.

Bancadas transversais
Deputado experiente, já no sétimo mandato, Bolsonaro articula uma nova forma de acordo, através das bancadas “transversais”.

Frentes fortalecidas
Pelo novo conceito, o futuro governo vai manter relações especiais com frentes parlamentares como Agropecuária, Evangélica e de Segurança.

‘Toma lá, dá cá’ nunca mais
O presidente eleito só não abre mão de quebrar o paradigma do “toma lá, dá cá” na negociação dos cargos do seu governo.

Por que demorou?
No discurso de vitória, o presidente Jair Bolsonaro desfez vários temores trombeteados pelos adversários, inclusive da mídia, durante a campanha. Se tivesse feito isso antes teria conservado muitos votos.

Mudança imediata
O deputado Hélio Leite (DEM-PA) defende que o presidente eleito se mude para uma das residências oficias da Presidência da República, a fim de garantir a segurança e facilitar reuniões do período de transição.

O poder paulista

Inconformadas com o crescente poder paulista na cena brasileira, políticos, empresários e banqueiros de Minas Gerais se reuniram no final dos anos 1970 para discutir formas de enfrentar São Paulo. Em meio a discursos tão coléricos quanto inúteis, pediu a palavra o sábio José Aparecido Oliveira, que representava o Banco Nacional, do mineiro Magalhães Pinto. E sepultou a reunião com uma ironia:
– Amigos, só o fato de não precisarmos trocar moeda, usar passaporte, nem falar outra língua para entrar em São Paulo, já está bão demais…

Com André Brito e Tiago Vasconcelos
www.diariodopoder.com.br

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