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COLUNA ROTARY

CONHEÇA O ROTARY INTERNATIONAL

(História: Os Quatro primeiro rotarianos)

PROJETO DE DANÇA NA ESCOLA ESTADUAL ROTARY (Conclusão)
(Projeto do RC de Uberaba patrocinado pela Fundação Rotária do RI)
Emparceiramento – Partindo da premissa de que bons parceiros podem agregar ideias e soluções para a educação, o projeto visa promover atividades de caráter formativo e educacional, que ampliam o universo das crianças e adolescentes das regiões atendidas e valorizam as manifestações culturais locais, contribuindo para a compreensão da arte como forma de expressão e comunicação estimulando a percepção da pluralidade cultural como direito de todos os grupos sociais, independente de renda ou acessibilidade ao seu aprendizado.
Papel do Rotary – Em parcerias anteriores com o Rotary Club de Uberaba, a escola obteve êxito nas atividades desenvolvidas. Acreditando nesse mesmo sucesso e visando atender às necessidades da comunidade que integra a escola, solicitamos novamente, a parceria da entidade para a implementação da primeira fase do projeto, referente à Sala de Dança na escola através da destinação de verbas para espelhos, iluminação, barras de apoio para dança, pintura e som. A mão de obra será de responsabilidade de pais voluntários de alunos da escola.
(Carlos Sérgio de Oliveira – presidente 2018-19 RC de Uberaba)
O ROTARY HOJE
Quatro primeiros rotarianos – Gustavus Loehr, Silvester Schiele, Hiram E. Shorey e Paul Percy Harris em 23 de fevereiro de 1.905 promoveram a primeira reunião de Rotary Club.
Rotary Club de Uberaba Portal do Cerrado – As informações abaixo foram repassadas pela companheira presidente Daniela Emília Mesquita: o clube foi fundado em 15 de dezembro de 2.004, são 14 anos de exemplar vivência rotária.
O “Portal” não faz da captação financeira sua única e principal tática para cumprir a missão rotária. O clube tem se distinguido também por atender de forma diferente aos desafios propostos pelo RI, como por exemplo a “Campanha Chave do Bem”.
Há oito anos participa de Seminários do Curso Técnico em Administração do Centro Social Encantos Dominicanos. Tem destaque a participação ativa nas campanhas de vacinação conta a poliomielite.
Conferência Distrital – O presidente do Rotary International, Barry Rassin, anunciou como seus representantes na XXXª Conferência Distrital do 4770 o casal João Marin Mechia e Ivonete Helena Marin, ambos do Rotary Club de Maringá Velho. Ao queridos representantes, os nossos votos de boas vindas e sucesso na importante missão.
Solidariedade – Em próxima edição detalharemos as doações da família rotária para a sofrida comunidade de Brumadinho como prova de que os rotarianos se fazem presentes tentando amenizar o sofrimento dos irmãos mineiros.
Até a próxima semana, querendo Deus.

Brasileiro gasta em média até 36,12% do salário anualmente com livro escolar

As compras escolares do começo de cada ano letivo são sempre um desafio, principalmente para quem deseja iniciar o ano fazendo economia. Tendo em mente o início das aulas de 2019, o Cuponation, plataforma de descontos online integrante da alemã Global Savings Group, realizou uma pesquisa fazendo uma comparação sobre o preço em livros didáticos levando em consideração a média salarial nacional.
Apesar da possibilidade de reaproveitar a maioria dos materiais dos anos anteriores (como mochila e estojo), os livros didáticos estão na lista dos itens que precisam ser trocados a cada ano, já que o conteúdo muda com a série escolar. Coincidência ou não, dentre todos, também é considerado o item mais caro a ser comprado. Confira mais dados no infográfico interativo do Cuponation.
Um estudo sobre o assunto feito pela Associação Nacional de Livrarias apresentou que o preço dos livros didático aumentou entre 8% e 10% em relação aos anos anteriores, passando a custar em média R$ 150 cada.
Uma análise feita com uma tabela de preços de uma escola particular paulista, com base em uma criança que estuda desde o Infantil I até o 3º ano do Ensino Médio, mostra que o gasto com livros didáticos durante todo o período escolar é de no mínimo R$ 7.750 – sendo R$ 1.410,48 para os 3 anos do período infantil, R$4.432,90 para os 9 anos de Ensino Fundamental I e II e R$ 4.065,80 para os 3 anos do Ensino Médio.
O Cuponation fez análises com informações de 2019 de 3 livrarias que vendem materiais didáticos do período Infantil até o 3º ano do Ensino Médio. Com os dados da loja com preços mais baixos e levando em conta a renda média de R$ 2.500 de uma família – segundo dados do IBGE mais recentes -, apresenta o quanto dessa renda foi gasta de acordo com o levantamento feito.
Considerando que essa família tenha gastos com uma criança para o 1º ano do Fundamental I e realizando as compras três meses antes do início das aulas, o gasto dessa compra seria de 4,43% dessa renda. Caso as compras sejam feitas dois meses antes, a renda gasta seria de 6,64%. Para quem deixou para realizar as compras apenas um mês antes, o valor investido seria equivalente a 13,28% do salário.
14,90% foi retirado da renda para as compras feitas três meses antes das aulas do 6º do Fundamental II começar. Para as compras de didáticos feitas dois meses antes, 22,35% desse salário foi utilizado, e 44,70% para as compras realizadas um mês antes.
Ponderando que essa família tenha gastos com um adolescente para o 1º ano do Ensino Médio e fez as compras um mês antes das aulas começarem, foi necessário gastar 72,24% dessa renda. Para quem deixou para dois e três meses antes, o custo foi de 36,12% e 24,08%, respectivamente.
Para as famílias, uma ótima forma de economizar é procurando jeitos alternativos na hora das compras. Um exemplo é ver com a instituição na qual a criança ou adolescente estuda se a mesma tem parceria com fornecedores de materiais, como uma livraria, por exemplo. Também é possível pesquisar por sebos, bazares ou fazer compras em grupo. Buscas online em sites como Skoob, Estante Virtual, Mercado Livre e até em grupos do Facebook podem ajudar bastante, e você também pode utilizar cupons de descontos da plataforma online do Cuponation. https://www.cuponation.com.br/insights/livros-didaticos

ENTRE COLUNAS

DIGNIDADE

Pelo simples fato de ser homem, de “ser” pessoa, é que se tem o direito à dignidade. Nada, nem ninguém, pode negar isso ao ser humano. Pois isso independe de origem, raça, sexo, idade, estado civil, religião, condição social ou econômica. O importante também é perceber que a dignidade está de certa forma ligada à utilidade. É muito comum numa relação de desamor, a utilidade falar mais alto. E como diz o Padre Fábio, “esse é um campo perigoso”, pois enquanto você é útil, é respeitado. Quando não for mais útil a ninguém, sua dignidade tende a zero. Há estudos de especialistas do assunto que acrescentam ainda a conveniência e a capacidade como requisitos para a sustentação da dignidade, embora correntes cristãs contradizem essa postura afirmando que a dignidade humana não se sujeita e nem está condicionada às convenções jurídico-sociais
Pelo sim ou pelo não, a verdade é que em nenhuma época da história se falou tanto na dignidade humana quanto agora. Isso, talvez, em função do acelerado desenvolvimento tecnológico que evidenciou muito a distância do conforto entre as pessoas. Pois na sociedade hodierna presenciamos, por exemplo, abundância e mesmo desperdício de alimentos em algumas áreas do planeta, enquanto em outras registramos a penúria da fome degradando o ser humano. No social evidencia-se grupos clamando por direitos e denunciando a exclusão social. Movimentos crescem a favor da dignidade da mulher, do índio, do negro, da criança e adolescente, dos homossexuais etc. Lembrando sempre que a dignidade é inerente apenas ao ser humano, em função do uso da razão que lhe é facultada.
A dignidade não tem preço, chega sem etiqueta, sem valor estipulado, sem grife. Nem admite ser dividida, quem é digno o é por inteiro, não conheço alguém mais ou menos digno, na leitura moderna. Isso porque, na antiguidade, no Código de Hamurabi, por exemplo, vê-se uma classificação da dignidade através do status social. Nem é ela distribuída nas praças, mas deve ser conquistada, adquirida pela formação do caráter e das boas condutas, comportamento esse embasado no reflexo dos bons exemplos.
Além disso, sabemos que a dignidade exclui a escravidão física, moral e psicológica. Fortalece sua dignidade, o filho que é tratado com firmeza, com justiça e com amor. Tal como o funcionário que é tratado com respeito, justiça e liberdade. O respeito às diferenças é um forte indício da dignidade. Dignifica quem respeita e fortalece a auto estima de quem é respeitado. Esse respeito se estende ao direito às vagas preferenciais, ao bom atendimento no setor comercial, nos hospitais, nas escolas, nos bancos, e nos postos de serviços em geral.
Sabemos que esse direito, o da dignidade humana, nos é garantido por lei, e deveria ser mais publicada e divulgada em todos os meios de comunicação para ser praticada. Afinal, assim reza a nossa lei maior: Art. 1º A República Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, constitui-se em Estado Democrático de Direito e tem como fundamentos:
III – a dignidade da pessoa humana;

José Moreira Filho
moreira@baciotti.com
ARLS Salim Bittar
Or.: de Ituiutaba-MG

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