Política

Extinção de 21 mil cargos comissionados está entre as metas do governo Bolsonaro

Ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni afirmou que a definição das metas divulgadas está ligada à possibilidade de serem cumpridas no início da gestão

O ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, começou a apresentar o plano de metas para os primeiros 100 dias do governo do presidente Jair Bolsonaro nesta quarta-feira (23). Ele explicou que a definição dos objetivos levou em conta a possibilidade de serem cumpridos neste início de gestão e o significado das medidas para a população.
Entre as propostas, o ministro citou a estimativa de extinção de 21 mil funções comissionadas e gratificações na administração federal. Ele destacou que isso visa a beneficiar o cidadão. Além disso, Onyx citou a medida provisória antifraudes no INSS, assinada na semana passada por Jair Bolsonaro. A expectativa é economizar aproximadamente R$ 9 bilhões neste ano com o “pente-fino” nos benefícios. No ano seguinte, em 2020, a economia pode até dobrar, declarou o chefe da Casa Civil.
Outra meta confirmada pelo governo é conceder o 13º pagamento aos 14 milhões de beneficiários do programa Bolsa Família. “Não são todas as metas, não são necessariamente as mais importantes, mas são aquelas que nós estamos divulgando”, justificou Onyx, destacando que as metas apresentadas são que têm “mais chance” de serem executadas no período.
De acordo com Onyx Lorenzoni, nem todas as metas apresentadas serão cumpridas no prazo de 100 dias. Isso porque parte começará a ser implementada no período para ser concluída mais adiante.
Algumas das medidas anunciadas pelo chefe da Casa Civil já foram tomadas, como a assinatura do decreto que facilitou a posse de armase a edição da medida provisória que visa coibir fraudes na Previdência.
Sobre a ausência da proposta de reforma da Previdência Social, Onyx não quis dar um prazo para aprovar as mudanças.

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