Fabiana SilborSocial

Fabiana Silbor

Bem vindo!
Bem vinda!

Andam confundindo amor com promiscuidade e egoísmo.
É que esse caminho raso foi feito para os fracos.
Só os raros vão aprofundar.
Na era dos sentimentos descartáveis o comum ser feito de ilusões corruptíveis.

Procurar a felicidade é um dever.
Mas como fazer isso é uma escolha que ecoa para sempre na consciência.
Sabe, penso que o descuidar dos valores, o egoísmo, a falta de amor próprio são elementos para essa receita que leva à falta de chance.
Poderíamos intervir antes da fatalidade. E muito, e sempre, e seria bem melhor, assim…

Esse tempo ‘miojo’ faz as esperanças pararem de borbulhar.
A troca das intensidades pela leveza fútil cria uma densa bruma feita de um olhar que se perde no horizonte, nesses dias cinza, que não temos lápis de cor para mudar o tom.
Não desista!
Nem de você, nem da humanidade.
Essa imensidão de gente feita de tantas riquezas e pequenezes que encontra nas tentativas um trilhar.

Acreditar.
Compreender que somos tantos, por vezes, somos nossos próprios inimigos e precisamos tanto de encontrar companhias para esse ato de existir…
Reconheço que tudo tem um tempo. A natureza ensina os ciclos e o universo que o ato de continuar vem de um eterno depois do fim.
Mas, por favor, passe um GPS no seu coração e encontre uma rota que a conduza e que, por carona, nos leve, também, ao esperançar.

Precisamos de apego.
Há tempos escrevi um texto que queixava assim:
“Precisamos muito de amar pessoas que querem ser intensas e profundas. Pessoas decididas a experimentar uma gravidade onde o tempo não é vago. Gente assim, até pode ser danosa, mas são fortalezas sensíveis. E esse castelo é bom lugar para morar.

Temos que nos tornar a missão que recebemos para ser e fazer feliz!
É sempre bom encontrar pessoas capazes de aliviar seus dias. Elas darão um tom vago, subtil, ágil. Entretanto, aqueles que querem uma história densa precisarão compreender: os sonhos são lotados de ornamentos, e isso, impossivelmente, será leve. Penso, às vezes, mesmo, como despir um tardo, um serôdio companheiro? Entretanto revejo sobreviventes, gênios e loucos, pesados, pesadíssimos, que tiveram a doçura dissecada de seus direitos naturais e percebo que aqueles que se reconstruíram densos de humores, se salvaram de um mundo raso”.

Um abraço mineiro, feito de encontros verdadeiros.
Bom domingo. Fabiana Silbor.

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