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Hernán Barcos faz gol decisivo e finda jejum de 11 jogos no Cruzeiro

Hernán Barcos finalmente voltou a celebrar pelo Cruzeiro. O argentino deixou sua marca na vitória por 1 a 0 sobre o Palmeiras no Allianz Parque, pela ida da semifinal da Copa do Brasil, e findou um jejum de 11 partidas sem estufar as redes adversárias.
O camisa 28 aproveitou passe de Robinho para encobrir Weverton logo aos cinco minutos do primeiro tempo. O reencontro com as redes foi comemorado pelo atacante no fim do jogo ocorrido no estádio palmeirense.
“É sempre importante para um atacante fazer gol. Eu vinha trabalhando para isso, o gol não saía, quando eu fiz, não deram. Mas continuarei trabalhando com humildade que sempre tive para continuar saindo mais gols como o de hoje”, declarou o jogador.
Contratado em julho passado para suprir as ausências de Sassá e Fred, lesionados, Hernán Barcos tem sido titular do time comandado por Mano Menezes. Em 14 jogos, ele marcou duas vezes. O segundo tento foi anotado na noite de quarta-feira (12).
O último gol do argentino foi em 22 de julho passado, pela 14ª rodada do Campeonato Brasileiro. Na ocasião, ele fez um dos gols que garantiu o triunfo dos mineiros sobre o Atlético-PR por 2 a 1.

Polêmicas com
arbitragem voltam a
assombrar o Palmeiras

A derrota por 1 a 0 para o Cruzeiro no jogo de ida da semifinal da Copa do Brasil, na última quarta-feira (12), no Allianz Parque, trouxe à tona um problema que tem assombrado o Palmeiras na temporada: as polêmicas de arbitragem. Ainda em batalha judicial pela impugnação da final do Campeonato Paulista contra o Corinthians, em que alega que houve interferência externa ilegal, o clube agora estuda entrar com uma reclamação oficial na CBF por causa do gol de Antônio Carlos anulado no último lance da partida.
As críticas do diretor Alexandre Mattos após o jogo foram veementes. O dirigente afirmou que o chefe da arbitragem da CBF, Sérgio Correa, foi ao vestiário palmeirense antes da partida para explicar que, em casos de lances polêmicos, a orientação para a arbitragem era deixar a jogada seguir até o fim para, depois, consultar o árbitro de vídeo (VAR). Mas o juiz Wagner Reway fez o contrário, apitando uma falta de Edu Dracena em cima do goleiro Fábio antes de Antônio Carlos fazer o gol, o que impossibilitou o uso do VAR no lance. Por não seguir a recomendação, Mattos pediu punição ao árbitro.

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