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Músicas de banda uberabense são ouvidas em mais de 60 países

Black Pantera, formada por Chaene da Gama, Rodrigo Augusto “Pancho” e Charles da Gama, é ouvida em mais de 60 países

Danilo Cruvinel

A banda uberabense de crossover, Black Pantera, formada por Rodrigo Augusto “Pancho” (bateria) e os irmãos Chaene (baixo e vocais) e Charles da Gama (guitarra e vocais), terminou o ano de 2018 sendo ouvida em mais de 60 países. Segundo o levantamento feito pelo Spotify, uma das principais plataformas de streaming musical, as músicas do Black Pantera foram ouvidas por mais de 39 mil pessoas em 64 países diferentes, como Estados Unidos, França, Alemanha, Japão, Indonésia, Hong Kong, Polônia, Filipinas, Turquia, Barein e África do Sul, além do Brasil.
“Recebemos essa notícia com muita alegria e ficamos extremamente lisonjeados. Quando começamos a banda, nunca imaginamos que em quatro anos fossemos conseguir chegar tão longe. O estilo de som que nós tocamos não é muito popular e ver que o nosso som chega em tantos países, inclusive locais com culturas bem diferentes da nossa, é muito gratificante. Fazemos músicas em português, o que poderia ser uma barreira, mas mesmo o pessoal não entendendo o que falamos, eles compreendem a essência da banda e isso é o mais importante. Torcemos para que esse número, em 2019, dobre e sejamos ouvidos por muito mais pessoas. Vamos fazer de tudo para que isso aconteça. Vamos trabalhar dobrado para que mais pessoas no mundo todo conheça nosso trabalho”, comentou Rodrigo “Pancho”.
Além dos números registrados no Spotify, o baterista do Black Pantera, enalteceu a boa aceitação do álbum “Agressão”, segundo disco da banda, lançado em 2018. “Recentemente recebemos a notícia que o ‘Agressão’ ficou em primeiro lugar na categoria Álbum de Metal Alternativo e segundo lugar na categoria Melhor Capa de Álbum em votação feita pelo site O SubSolo. Além disso, na época do lançamento, o álbum chegou a ser citado no site da revista Rolling Stones, uma das mais conceituadas do mundo e ficou entre os 50 melhores álbuns pelo site Tenho Mais Discos que Amigos”, pontuou.
Rodrigo “Pancho” ainda falou sobre o ano de 2018 da banda. Ele destacou a turnê pelos Estados Unidos e as primeiras apresentações no sul do Brasil. “O ano de 2018 foi muito corrido, com vários desafios, mas muito proveitoso para a banda. Após o lançamento do ‘Agressão’, no começo do segundo semestre a banda engatou uma turnê pelos Estados Unidos. Tocamos nas cidades de Chicago, Cambridge, Philladelphia e Nova York, onde nos apresentamos pela segunda vez no Afropunk. Depois disso a banda foi pro sul do Brasil pela primeira vez e fizemos shows em Curitiba, Joinville e Florianópolis. Já no fim do ano, fomos até São Paulo para tocar na maior feira da América Latina de negócios da música, a Semana Internacional de Música de São Paulo”, acrescentou.
Baterista do Black Pantera ainda falou sobre os planos para 2019. “Vamos continuar divulgando o ‘Agressão’ e devemos lançar nos próximos meses um novo videoclipe. Queremos muito fazer a primeira turnê da banda pelo nordeste brasileiro e temos o objetivo de fazer isso ainda em 2019. Além disso, estamos conversando com alguns produtores de fora do Brasil e existe a possibilidade de fazermos mais uma tour pelo exterior. Apesar de continuarmos divulgando o ‘Agressão’, em algum ponto de 2019, devemos começar a trabalhar em músicas novas, para o terceiro álbum da banda”, concluiu.

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