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Brahman

Brahman na ExpoGenética 2019

Brahman na ExpoGenética 2019

21/08/2019 06h00
Por: Redação

Agenda confirmada para a raça na ExpoGenética 2019. Destaque para o dia 22 de agosto, às 12 horas, na Casa do Brahman, a ACBB vai promover mais um “encontro” dentro do universo da “Carne Certificada Brahman”. Robert Sainz, professor e pesquisador da Universidade da Califórnia (EUA), autoridade mundial em avaliação de carcaça por ultrassonografia e criador de Brahman no Estado do Maranhão, abrirá uma roda de conversas sobre os desafios da raça no atual contexto da produção de carne no Brasil.

Estarão presentes ainda Pedro Teixeira, importante selecionador e fornecedor de reprodutores do Acre, além de presidente do Conselho Técnico da ACBB; Michell Araújo e Silva, gerente de suprimentos da VPJ Alimentos, empresa parceira na produção da “Brahman Beef Premium”; Luiz Antônio Josahkian, superintendente técnico da ABCZ; Carlos Vivacqua, diretor executivo da Associação Brasileira de Inseminação Artificial (Asbia); e Alexandre Ferreira, brahmista, ex-presidente da ACBB e um dos principais fornecedores da carne certificada Brahman.

 

Participação Especial - Segundo Sainz, “a raça Brahman foi criada nos Estados Unidos, utilizando cruzamentos entre animais zebuínos importados do Brasil via México, provavelmente incluindo também animais de raças taurinas da região. Os Brahmistas estadunidenses conseguiram estabelecer uma raça produtiva e dócil. No entanto esses animais, que décadas depois foram trazidos ao Brasil, não tinham as características mais adequadas às condições brasileiras. Por exemplo, muitos animais dos criatórios dos EUA vinham com problemas de vigor baixo em bezerros recém-nascidos, bem como defeitos morfológicos como tetos grandes e umbigos pendulosos. Tenho orgulho de dizer que salvo alguns animais que vez por outra aparecem, o Brahmista brasileiro corrigiu esses defeitos e hoje possui um gado correto, produtivo e rústico”.

O mestre e pesquisador, entende que os desafios do Brahman no Brasil não são da raça e sim dos seus criadores. “Uma vantagem enorme que os estadunidenses têm sobre os pecuaristas e agricultores brasileiros é que eles são unidos. Podem discordar sobre muitas coisas, mas sabem reconhecer o que é de interesse de todos e juntar recursos e esforços para o bem comum. Eu desconheço qualquer trabalho ou mesmo diálogo sobre uma estratégia global para a raça. Sejamos claros: o gado não é bom, é excelente; mas, falta definir e executar uma estratégia para posicioná-lo no mercado”, reforça.

E este será exatamente o tema do “bate papo”. Sainz pretende discutir questões como: “Qual seria a melhor estratégia para a raça Brahman no País? Continuamos no esquema de cada um por si, ou podemos trabalhar juntos para o bem comum? Como vamos mostrar que a utilização de nossa raça traz benefícios aos nossos clientes? Se vamos fazer um marketing mais coordenado, onde estão os dados para apoiar as nossas afirmações de valor”?

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