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04/07/2020 05h00
Por: Redação
Marcos Jammal começa a receber apoio para sua pré-candidatura a prefeito pelo MDB - FOTO: Divulgação
Marcos Jammal começa a receber apoio para sua pré-candidatura a prefeito pelo MDB - FOTO: Divulgação

NO JOGO

O ex-presidente da Cohagra, Marcos Jammal, em conversa com a coluna BASTIDORES afirmou que ninguém é candidato de si mesmo, mas de representação de um grupo de pessoas, e afirmou que possui apoio e que continua como pré-candidato a prefeito pelo MDB.

 

VIABILIDADE

De acordo com Marcos Jammal, o MDB é um partido com grandes lideranças, com representatividade de todos os seguimentos da sociedade e fará a maior bancada da Câmara Municipal, e que o partido terá um candidato a prefeito.

 

PREFEITO E JAMMAL

Segundo Jammal, o apoio do prefeito Paulo Piau a sua campanha é de vital importância, e ele (Paulo Piau) sabe da minha lealdade e compromisso com a administração e seu Governo e da necessidade de dar continuidade em diversos projetos estruturantes de seu governo. Afinal, ninguém mais do que eu, sabe da importância de pensar Uberaba para 20 anos. O que sou e o que me tornei foi espelhando no Paulo afirma Jammal, na sua retidão, em seu olhar em favor dos menos favorecidos e se desejo de ter uma sociedade igualitária, e principalmente, na coragem de fazer.

 

NÃO SOU

Questionado sobre a possibilidade de ser candidato a vereador Marcos Jammal, sustentou que seu perfil é para o Executivo, e que nunca cogitou ser candidato a vereador, isso é mais uma fake que tentam emplacar na cidade. “Sou pré-candidato a prefeito pelo MDB e todos sabem disso, está na hora de renovar”, disse.

 

SERRA INDICIADO PELA FEDERAL

O Ministério Público Federal (MPF) denunciou, nesta sexta, 3, o ex-governador de São Paulo e atual senador José Serra (PSDB) e sua filha, Verônica Allende Serra, por lavagem de dinheiro transnacional. Segundo a Lava Jato, Serra, entre 2006 e 2007, usou seu cargo e influência política para receber propina em troca da cessão de contratos bilionários de obras viárias. O rol de testemunhas que embasa a denúncia é composto por dez executivos da Odebrecht, Andrade Gutierrez e OAS.

 

ENTENDA

De acordo com a Procuradoria, Serra solicitou, no fim de 2006, propina de R$ 4,5 milhões da Odebrecht e indicou que gostaria de receber o montante não no Brasil, mas no exterior. Nas planilhas do famoso Setor de Operações Estruturadas da empreiteira, Serra ganhou o codinome 'vizinho', por morar próximo a seu principal contato na empresa, Pedro Novis. O então presidente da companhia, Marcelo Odebrecht, confirmou em seu depoimento que o apelido era referência a José Serra. Em mensagem interceptada pelos investigadores, Marcelo se refere a 'vizinho' como possível futuro Presidente da República, em atenção à iminente candidatura do tucano.

 

PSDB NACIONAL

O PSDB defendeu uma investigação "ampla e irrestrita", mas afirmou ter "absoluta confiança" no senador José Serra (SP), denunciado na sexta, 3, por suposta lavagem de dinheiro no âmbito da operação Lava Jato. O senador e sua filha, Verônica Allende Serra, foram denunciados pelo Ministério Público Federal.

 

TSE PRORROGOU PRAZOS

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) anunciou ontem que todos os prazos previstos no calendário eleitoral para o mês de julho serão prorrogados em 42 dias. A medida foi feita para adequar as datas com as mudanças provocadas pela aprovação da emenda constitucional que adiou as eleições municipais para novembro em função da pandemia da Covid-19.

 

PRAZOS

Os 36 prazos que foram postergados para agosto envolvem restrições que impedem agentes públicos de fazerem contratações, aumentar despesas públicas, inaugurar obras, além das datas para o eleitor com deficiência pedir atendimento especial e para as convenções partidárias dos candidatos a prefeito, vice-prefeito e vereadores.

 

PROJETO DAS FAKE NEWS

Depois de conseguir o adiamento das eleições, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), colocou como uma de suas prioridades a votação do projeto que combate a disseminação de fake news, enquanto bolsonaristas lançam uma ofensiva contra o texto. Maia, que já foi alvo de notícias falsas divulgadas por apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), vem se manifestado publicamente a favor da proposta.

 

STF PAROU A JUSTIÇA DO TRABALHO

Decisões do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), têm o potencial para represar, por mês, o pagamento de até R$ 1 bilhão em causas ganhas por trabalhadores. As liminares tratam de correção monetária. As medidas foram dadas em meio à pandemia do novo coronavírus. Mesmo com a alegação do ministro de que a segunda decisão esclarece o impasse, permanece no meio jurídico a polêmica sobre o tema.

 

PARA ENTENDER

No sábado (27), o ministro Gilmar Mendes do STF mandou suspender todos os processos relacionados a índices de correção. A medida, desde então, deu um nó na Justiça do Trabalho. Em despacho de quarta-feira (1º), Gilmar afirmou que as ações prosseguem, mas somente as que usam a TR, hoje zerada. O ministro vetou a aplicação do IPCA-E -o índice é mais vantajoso para o empregado e que equivale à taxa trimestral do IPCA-15, que tem a mesma metodologia do IPCA, mas com período de coleta de preços diferente. Na prática, quase todas as ações exigem correção. Ela incide sobre indenizações de horas extras, férias, depósitos no Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) ou 13º. O empregado tem direito ainda a 1% de juro por mês. Em 12 meses, os juros chegam a 12% mais TR, que hoje é zero, ou IPCA-E, acumulado em 1,92% até junho. A TR, como determina a reforma trabalhista, tem sido ignorada.

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