Estado de Minas

Esforços do Governo no enfrentamento à crise econômica resultam na criação de 1.795 postos de trabalho em junho

O número de junho resulta da diferença entre 99.430 admissões e 97.635 desligamentos

31/07/2020 05h00
Por: Redação

 

Minas Gerais fechou o mês de junho com a criação de 1.795 postos de

empregos formais. Mesmo com todas as restrições impostas pela pandemia

do coronavírus, que limitou ou determinou a interrupção do

funcionamento de diversas empresas, para manter as medidas de isolamento

social, o estado conseguiu alcançar um resultado positivo para a

economia, segundo os dados divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados

e Desempregados (Caged), e analisados pela Fundação João Pinheiro

(FJP) [1] nesta quinta-feira (30/7).

 

O número de junho resulta da diferença entre 99.430 admissões e

97.635 desligamentos, com destaque para o setor da construção civil.

Nesse mesmo mês, o Brasil perdeu 10.084 postos de trabalho.

 

Embora a variação em Minas tenha sido pequena, ela pode representar a

interrupção de um movimento de queda no emprego, conforme a

avaliação da FJP. A análise completa pode ser acessada neste link

[2].

 

Vale lembrar que, no Caged de maio, o Ministério do Trabalho e Emprego

(MTE) mostrou que o estado havia fechado 33.695 vagas, devido à crise

provocada pela covid-19. A retração do mercado de trabalho afetou todo

o país, fazendo com que somente o Acre tivesse resultado positivo no

cadastro daquele mês.

 

Destaques

 

Em junho, a construção civil gerou 3.375 postos de trabalho em Minas

Gerais. Os setores de agricultura, pecuária, produção florestal,

pesca e aquicultura ocupam o segundo lugar, com saldo positivo de 2.053

empregos. Os números do Caged de janeiro a junho mostram que essas

foram as áreas menos afetadas pelo encolhimento do mercado de trabalho

durante o primeiro semestre.

 

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