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Sendo Franco, Drummond,Rosa,Bandeira e Cunha, falariam o que?

Julio Franco

Reflexões

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15/09/2020 04h00
Por: Redação

Agradecimentos ao nobre editor e veículo de comunicação pela oportunidade. Com respeito ao tema, em sua forma estrutural, a estética da poesia, e a ética dos comportamentos dos supra citados, já imaginou se vissem o besteirol demasiado que existe hoje em dia. Estamos às vésperas de um momento único em nossas vidas, um processo eleitoral em plena pandemia, e o mais curioso, justamente agora, depois de tantas falhas crassas da OMS, chegamos ao esperando final de um ciclo de mentiras e falácias. Com todo o respeito, aqueles que se acometeram pelo vírus e suas famílias. Mas, tudo, enfatizo, tudo por uma única culpabilidade coletiva e assistencial ao progressismo idiota, falido e imbecil. Todavia, porque falamos sobre isto ao elencar os notáveis acima, simplesmente por um fato; estamos em curso das pré-candidaturas as eleições municipais e o que tem de sobra, é um português raso, mediano, beirando a abstinência de intelecto.

Isto se dá ao fracasso do modelo educacional que o MEC aparelhado pela ala esquerda conseguiu impor a toda uma geração. Por mais que gostem, ou por menos que esperem, sem o saudosismo, com o devido respeito e pompa as circunstâncias, Drummond, Rosa, Bandeira e Cunha, não são conhecidos por 90% de todos os universitários hoje em dia. Uma fatalidade intelectual, um sequestro com a nobre história, uma flácida forma de educação, que empurrou milhares de vítimas das circunstâncias, a conseguirem as suas vagas por cotas; a propósito, cota isto, cota aquilo, cota aquilo outro, ou seja, um destempero, um verdadeiro torpor que impôs a toda uma geração e meia, o que há de pior. O empobrecimento intelectual é a pior coisa que pode ocorrer a nação. Reflexo disto, temos hoje infinitos médicos, advogados, juízes, administradores, jornalistas, e tantas outras profissões, recheadas de gente despreparada (salvo as exceções). No maléfico plano de poder daquele partidinho daquele ex-presidiário, temos a reboque uma gigantesca onda de abjetos com ainda alguns cargos públicos, sejam na esfera federal, estadual ou municipal.

Por certo, para conseguirmos voltar a ter os sorrisos, a ter a beleza da poesia, o carinho do conhecimento nos brilhos dos olhos de todos, é necessário voltarmos a ter o interesse por Drummond, Rosa, Bandeira, Cunha e tantos outros. Não há como relativizar uma nociva condição imposta pela maior emissora, a qual comprovadamente na operação Lava Jato, tinha benefícios incríveis, implantando o processo de imbelicização mais eficiente do mundo, a perfeita imperfeição do abuso contra o certo, e o bem, desde que, eu encha os meus bolsos. Nas próximas eleições, vamos selecionar os opacos, os menores, os desnecessários por cabides de empregos que sempre se mantiveram, e.g. viscondes de sabugosa como presidentes de autarquias, não pude resistir, isto acontece demais em todos os municípios, verdadeiros rançosos e rasos que por gentileza, peguem o seu banquinho e saiam de mansinho, diria Raul. Queremos gente nova, elegante, sincera, pautada na ética e no conservadorismo, com atenção e respeito para a Educação, para o PCD, para as elementares funções que o estado, tem deixado de lado por 25 anos no mínimo.

Não entregue o seu voto por uma cesta, por uma falsa promessa, por um mentiroso sorriso a cada 4 anos, mas sim, pense em votar naquele que sabe o valor da Educação, a importância do saber e do conhecer, para que possamos ver o Brasil melhor. Para isto, na próxima eleição, escolha o novo, esqueça o obsoleto, vamos dar vez e voz aos brasileiros que deixam as suas vidas, para prestar serviços ao povo. Gente nova sim, reeleição não, gente despreparada não, gente mesquinha a porta é a serventia; e assim, iniciamos o ciclo virtuoso, de um Brasil que é o futuro, que está certo, que é do bem e considera a tudo e todos. Vamos ler, comecem por qualquer um dos mencionados, suas obras são lindas, são palatáveis ao avassalador desejo do saber, vamos ler...”Viver é adaptar-se”. Abençoada semana a todos.

 

Julio Franco - Professor universitário, comentarista político, crente no Brasil melhor sempre.

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