Eventos

Coluna social

Fabiana Silbor

Fabiana Silbor

Fabiana SilborFabiana Silbor é Professora Universitária, radialista, apresentadora de televisão, jornalista, palestrante, gestora empresarial, articulista e pesquisadora nas áreas de ciências sociais e empresariais. Referência midiática, ela está no Jornal de Uberaba há nove anos, com uma página que promove conteúdo exclusivo, reflexões modernas, complexas e com doses cítricas. Fabiana Silbor foi repórter e apresentadora das Redes Integração, afiliada Globo, e Bandeirantes de Televisão.

20/09/2020 05h00
Por: Redação
Doutor François Ramos
Doutor François Ramos

Bem-vinda.

Bem-vindo.

Flores nesse caminho.

 

Felicidades poderiam ser mais comuns, onde os presentes bons mudam a vida!

Mas palavras são prosódias. Inventam um tempo bom de promessas.

 

Composições

Descansos isolados já garantiram ânimo aos articuladores de plantão.

Percebe-se, com nitidez, propósitos de composições no atendimento dos participantes do processo eleitoral.

Vagas acumulam-se, mas gente para ocupar é safra.

Será que vai dar para acomodar todo mundo?

E será, também, que "esse todo mundo" terá competência para o progresso da Zebulândia? Adiem o calendário maia. Essa história eu quero vivenciar.

 

Matemática da emoção

Decidimos com convicção abdicar do compartilhar. Esquecemos o princípio básico do milagre: duas partes completas se unem e juntas são capazes de se reproduzir até a construção final e perfeita. Pensamos em ser plenos, cultuando a radical independência, mas não queremos pagar o preço dessa exatidão: a solidão.

 

Indignante

Essa semana, por várias vezes, li uma frase que chamou minha atenção: "o fim do mundo chegando e você pagando a vista". É engraçada. Fato.

Mas não esconde a condição dizimante que nutrimos de levar vantagem. Coisa (quase genética) que alastra desde os desmandos da invasão.

Ao trocar nossas dignidades por espelhos os colonizadores implantaram essa condição: triste é o povo que ornamenta o próprio umbigo com bajulação.

 

Instantâneo

Desrespeitamos o tempo. Síndrome da vida lotada e valorizamos, desesperadamente, alguém que nos atenda prontamente. A instantaneidade é oásis. Estamos um povo ‘miojo’.

 

Banquete

Já aviso: essa é repetida. Todavia, tenho que compartilhar. É quem nem golpe do bilhete premiado, todo mundo sabe, mas, sempre tem alguém que cai.

Pai de família animado para relaxar com os amigos marcou um desses ‘momentos ranchos’ para descontrair. Na explicação para a patroa, uma boa pescaria. Na volta muita conversa sobre os desafios para iscar e dois grandes exemplares de traíra.

Tenso foi quando a dona da casa decidiu cortar os peixes. E bem lá estava, lindo, roxo, o carimbo da fiscalização. Ou os agentes sanitários estão competentes demais ou a turma foi fazer outro tipo de "programa".

 

Será?

Vivência que não vem pronta na latinha, com data de validade, em pequenas porções. Para usar em um modo que concentre e tempere tantos anseios e desencontros de uma maneira singular.  Será que vamos apreciar, ainda, mais a destruição? Todas as setas intelectuais, fictícias, emocionais indicam para o sim, mas podemos aprender a resistir.

 

Força

Submeta-se, sinta, sobreviva, idealize, fortaleça, triunfe. E quando a receita faltar um ingrediente permita-se experimentar outros. Pode ser que desande, ou talvez, se torne melhor: a alquimia de evoluir está na escolha da sua comunicação. Se forem férteis novas colheitas acontecerão. Se forem inapropriadas as sementes não brotarão. De uma forma, ou de outra, haverá um tempo para despedir e outro para recomeçar. Passar por transformações excessivas dói. Mas, não passar, mata.

 

Lotação

Com população flutuante em peso na cidade, Uberaba se transformou na terra dos mil sotaques. Dá até gosto andar por espaços públicos para ouvir o burburinho da profusão de identidades culturais. Tudo isso rende uma nova era à capital do zebu. E dessa ‘mistureba’ vão nascer os novos coronéis! Algumas coisas mudam, outras vivem de perpetuar.

 

Na prática

São letras entrelaçadas de quereres. Estão dotadas de conceitos e vivem de trocadilhos nas definições. Palavras são doses de vontades que acalentam motivos. Tecem possibilidades, acordam intensidades, afastam desigualdades. São doçuras reforçadas de intenções! Às vezes estão recobertas de razões, às vezes de desvios. As palavras significam muito, mas nunca serão ações. E a vida com isso? Ela é feita mais de atitude do que de intenção!

 

Faça o bem para o seu coração.

Quando o aperto for maior que você, senta e chora. 

Deixe a dor sair.

Sinta muito. Agora decida e seja sol.

Vista-se de perdão e siga.

Levanta a cabeça, arruma o cabelo e ilumina caminhos com um sorriso.

 

Escolha ser feliz!

Saiba que às vezes as pessoas vão te machucar.

Mas você não precisa se tornar pior por causa disso.

Ao contrário, você pode escolher melhorar.

A alegria foi ali e já volta. 

Enquanto espera, valorize quem se importa com você!

A vida é feita de escolhas.

 

A verdade está, sempre, guardada no coração. 

Palavras de forças quando doces são traduções da generosidade. Servem de porto para as inseguranças sobre as potencialidades evolutivas do ser. Invista em atitudes que deixam sorrisos no canto da boca, no meio do nada, mas traduzem tudo. 

 

Por onde passa a coragem.

Essa companheira, que, ainda, nos segue faminta de tanto apelo para que tenhamos jeito para continuar a desatar os nós? E, nessa estrada estreita chamada de mundo, onde somos todos tão iguais validando nossas diferenças em prazos indefinidos, o tempo que parecia ter chegado, desencontrou. Quem sabe isso é bom? Quem sabe é um livramento?

 

Nas bagagens 

Os chamados que calamos, a tristeza que gritamos. Cruzamos pontes milagrosas, identificamos temores, familiaridades inevitáveis... Paralisantes, recuadas e sedentas, enaltecidas pela superação. Sim! A história de uma vida é toda certa se nos compõem em Bachianas de destemores e consciências absolutas.

 

Por isso... só por hoje

Ignore os inadequados. Adote os sentidos... Cheire, experimente, toque, ouça, veja. Abuse das melhores músicas, das verduras coloridas, dos sucos nutritivos. Ouça o burburinho dos sonhos, coma o tempo com distrações motivadoras, beba o céu azul, o ar que te permite respirar suas capacidades, o movimento abençoado de viver.

 

Mais merecimentos

Quantas alegrias, poesias, doçuras, loucuras, intenções, inovações, respostas, desejos, ufa! Estarão ali intensificados? Sintomas certeiros aquietados pela sofreguidão de uma falta que poderia ser permitida, construída recebida...

 

Acorde numa revolução

Para perdoar todos que lhe magoaram no passado e, também, pedindo perdão a quem possa ter entristecido. Assim, você se liberta de qualquer crença que limita e se transforma, delicadamente e decisivamente, no melhor. Elaborar e entrelaçar planos de felicidades. Construir caminhos de amor, em pormenores nas rotinas.

 

Communicatio

Do latim comunicação - “tornar comum”.

O que precisamos tornar comum?

Abraços. Sorrisos. Gentilezas.

Doçuras. Educação. Consideração.

Alegrias. Zelos. Amizades.

Respeito. Tudo sinceramente.

Fazer amor é administrar uma vida digna.

Recheada de sonhos e de realizações.

Investir nas relações como o mais importante.

Uma construção de sentimentos verdadeiros.

É de afeto escolher mais ‘ser’ do que ‘ter’.

A Comunicação é um ato pensado.

Mas só ganha sentido na ação.

É preciso falar. Ouvir.

Escrever. Ler.

Agir!

Você se torna o que faz!

E como você faz lhe define.

E quem fala e faz o que diz, merece ser feliz.

 

 

 

 

  • Coluna social
  • Coluna social
  • Coluna social
  • Coluna social
  • Coluna social
Nenhumcomentário
500 caracteres restantes.
Seu nome
Cidade e estado
E-mail
Comentar
* O conteúdo de cada comentário é de responsabilidade de quem realizá-lo. Nos reservamos ao direito de reprovar ou eliminar comentários em desacordo com o propósito do site ou com palavras ofensivas.
Mostrar mais comentários